<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922</id><updated>2012-02-16T10:29:02.111-02:00</updated><category term='Memória afetiva e familiar'/><category term='Relatos e receitas'/><category term='Perfil'/><category term='Diário de descobertas'/><category term='Abertura'/><category term='Literatura Árabe'/><category term='Literatura Africana'/><category term='Diário de leitura'/><title type='text'>Contos Africanos e Árabes</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>451</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-4456266455502537537</id><published>2012-02-06T20:14:00.000-02:00</published><updated>2012-02-06T20:14:11.658-02:00</updated><title type='text'>O prazer de contar histórias</title><content type='html'>&lt;em&gt;A arte narrativa oral aperfeiçoa a comunicação e recupera a sociabilidade, estimulando o desejo de compartilhar&lt;/em&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;em&gt;Fábio Fujita&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A arte de contar histórias já foi vista como um mero paliativo para embalar sonhos até conquistar respeito como forma lúdica de educar as novas gerações. Nos últimos tempos, no entanto, a atividade expandiu de vez a esfera do lar, dando aos "narradores de causos" uma visibilidade crescente. É um mercado aquecido, embora os próprios contadores de história façam ressalvas quanto a eventuais distorções que são verificadas no desempenho da "profissão". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em geral, são educadores e egressos das artes cênicas - ou uma combinação de ambos - os que se dedicam a fazer das narrativas orais o seu ganha-pão, e o interesse sobre elas talvez esteja no fato de que, para uma história ser contada, pressupõe-se a existência de um público. Ou seja: promove-se necessariamente um encontro social. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- As pessoas estão buscando o contato dos olhos, o tom da voz. É um "tocar no outro", um "chegar perto", uma confraternização. Isso foi se perdendo com o ritmo da vida moderna. A contação de histórias propõe isso: "Vem aqui para perto, que a gente vai compartilhar esse conto" - avalia Karina Giannecchini, que há mais de uma década dedica-se à atividade.&lt;br /&gt;Democracia&lt;br /&gt;Para outro contador de longa trajetória, Giuliano Tierno, a narrativa oral traz um sentido de "democracia cultural" na medida em que uma pessoa não instruída pode desenvolver a habilidade de narrar como compensação para o analfabetismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Depois que a gente sai das onomatopeias, das primeiras interjeições, a gente vai para a palavra falada. Ela é emergente, urgente, imediata, resolve questões práticas do cotidiano e ajuda a gente a se organizar - acrescenta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alimentar o imaginário é, no entendimento de Giuliano, uma forma de organização. Giuliano cita a avó, que era analfabeta, mas que fingia ler notícias de jornal para ele quando menino. &lt;br /&gt;- Havia uma violência naquilo. Era muito violento ela não saber ler, então ela queria colocar alguma coisa no lugar, acho. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Em curso&lt;/strong&gt;Karina, por sua vez, entende que o contador de histórias carrega uma responsabilidade grande na própria performance, referindo-se não tanto ao texto que está sendo contado, mas à articulação do discurso. &lt;br /&gt;- O caipira repete aquilo que escuta. Às vezes não sabe ler, mas como não tem uma definição daquilo que estão falando para ele, ele reproduz errado - teoriza. &lt;br /&gt;Por isso, acredita Karina, a boa articulação pode contribuir para o aprendizado da língua por meio da memória auditiva. &lt;br /&gt;Para a maioria dos que atuam profissionalmente no segmento há a premissa de que qualquer um pode se tornar um contador de histórias. Em São Paulo, um dos cursos mais conceituados, e procurados, é ministrado por Giba Pedroza, um contador "das antigas", que atua há 25 anos. Para cada turma, cerca de 30 alunos são selecionados a partir de uma triagem com quase 300 inscrições. &lt;br /&gt;Giba, no entanto, refuta a ideia de que o curso ofereça fórmulas definitivas na formação de um narrador. Usa o termo "laboratório intuitivo" para definir sua proposta, em que os alunos são estimulados a trabalhar a própria memória afetiva: estaria nas jornadas pessoais a matéria-prima a fazer emergir o contador que há em cada um. &lt;br /&gt;- Por que o GPS faz tanto sucesso? - questionava ele uma de suas turmas numa das aulas no final de novembro. &lt;br /&gt;E respondeu: &lt;br /&gt;- Porque as pessoas não admitem perder-se, ter de perguntar a alguém. Elas querem caminhos prontos.&lt;br /&gt;Giba é um contador de histórias que não usa nenhum tipo de recurso que não a voz e as eventuais variações de entonação necessárias a cada relato. Em aula, conta aos alunos sobre uma apresentação que testemunhara, em que a contadora usaria um espanador para representar uma princesa. Na hora de trazer o objeto à cena, no entanto, ela o procurou na sacola onde deveria estar e não o achou. Aquele instante de hesitação da narradora foi suficiente para fazer com que parte do público se dispersasse e debandasse. &lt;br /&gt;Giba não é contra o uso de elementos cênicos. Respeita o estilo de cada contador. Apenas faz a ressalva: &lt;br /&gt;- O recurso ilustrativo tem de estar a serviço da história, não pode ser refém dela.&lt;br /&gt;Compreensão&lt;br /&gt;Para confirmar o que dizia, ele levou àquela aula como convidada Kelly Orasi, uma contadora de histórias egressa do teatro de bonecos e que, portanto, se utiliza de objetos em performances. Kelly apresentou aos alunos um conto dos irmãos Grimm, As Três Penas, sobre uma trinca de irmãos-príncipes que disputa a herança da coroa real paterna. Para representar cada irmão, Kelly usou carretéis de linha em cores diferentes e, em muitos momentos, a simples movimentação dos carretéis era suficiente para a compreensão da trama. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Essa história pedia o uso de objetos - reconheceu Giba, com a concordância de todos.&lt;br /&gt;Karina Giannecchini também é uma contadora de histórias que faz uso de recursos cênicos em suas contações. Durante quatro encontros em novembro, no Sesc Bom Retiro, em São Paulo, protagonizou ao lado de Felipe Pereira a série Quatro Estações, que tinha como proposta falar sobre o desenvolvimento cultural da capital paulista entre os anos 1930 e 2000. No primeiro "episódio", a dupla simulava um programa de rádio do início do século 20, vestidos "a rigor". Apresentavam o noticiário e faziam leitura de crônicas, além de decorarem o local da apresentação com materiais de época - revistas, livros, fotografias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas Karina não considera que tais recursos sejam imprescindíveis. &lt;br /&gt;- Uso porque é o meu estilo, é como eu sei fazer. Não acho que a contação tenha de ter esses balangandãs todos - ressalva. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quatro Estações, com Karina Giannechini e Felipe Pereira, no Sesc Bom Retiro, em São Paulo: simulação de um programa de rádio do início do século 20 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Paixão&lt;/strong&gt;Para ela, a essência de uma boa contação não tem segredo: está no quanto o narrador tem paixão pelo assunto sobre o qual quer falar. Karina, que é de família italiana, acha que o entusiasmo de uma "mama" ao contar que usou açafrão num molho é o que dá o colorido a algo banal do cotidiano, como um almoço de domingo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O contador de histórias é um sujeito apaixonado. Quando ele quer dividir com você aquela história que é só dele, passa a ser sua também naquele momento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era em vista desse aspecto que Giba alertava seus alunos sobre a ansiedade deles frente à iminência de apresentar o "trabalho de conclusão de curso" que, claro, seria uma contação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não pode ser torturante, tem de ser prazeroso - minimizava o professor, lembrando que é comum a sensação de não se sentir pronto para se apresentar como contador diante de uma plateia - mas que uma pessoa só está efetivamente pronta no próprio ato de contar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Giuliano Tierno acrescenta que passar por alguma oficina de estrutura narrativa, ou de articulação e modulação de voz, pode ajudar, é evidente. Mas não transforma ninguém num contador de histórias. Considera a leitura, e a consequente formação de repertório, muito mais importante. &lt;br /&gt;- E observar cenas do cotidiano, as imagens, lidar com o esquisito, o não nominável: o narrador tem de estar muito atento a isso. Essa é a verdadeira técnica para mim. &lt;br /&gt;Adaptar um livro numa versão a ser performatizada por um contador de histórias passa, naturalmente, por um processo de síntese e adequação entre a forma lida e falada. Mas Giba Pedroza lembra que há fontes e fontes. Se é Machado de Assis, como adaptou certa vez, "não vou mudar uma vírgula". Cita também um texto de Marina Colasanti, cujo desfecho diz: "...o homem, que agora tinha rosto e nome, sorria como um sol". Giba explica: &lt;br /&gt;- Tenho de falar isso, não posso substituir por "ele estava feliz, irradiante de alegria", senão vou matar toda a poesia do texto que ela criou - diz ele. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Interpretação&lt;/strong&gt;Kelly Orasi vai na perspectiva inversa, citando um trecho de Monteiro Lobato, que fala de "baratinhas de mantilhas e miosótis nos cabelos". Num caso desses, é preciso decodificar a linguagem para evitar o que ela chama de "buraco negro" na compreensão da história por parte da criança. &lt;br /&gt;Contos clássicos consolidados na tradição oral tendem a ser mais passíveis de ser "reapropriados" ou revistos por quem conta. &lt;br /&gt;- Conto e tanto reconto o mesmo conto, que acabo inventando um outro conto - alitera Giba. &lt;br /&gt;Tierno diz preferir justamente as "histórias que já passaram por muitas psiques, que a humanidade já decantou bastante". Considera que estão nelas as experiências humanas mais fundas e, somadas à voz do contador (que carrega as marcas da alma e do corpo, diz), resultam em contações mais vivas, na visão dele. Cita como exemplo uma história recorrente em seu repertório: O Gigante Egoísta, de Oscar Wilde. &lt;br /&gt;- É uma história que foi se modificando em mim, conforme eu conto. Não sei mais se é dele. Ainda o cito, porque não quero ser ladrão [da autoria], mas a história foi se decantando e se transformando - justifica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Valdir Cimino, da Associação Viva e Deixe Viver: narrar humaniza o ouvinte &lt;br /&gt;Atração&lt;/strong&gt;Os alunos de Giba Pedroza não são necessariamente pessoas que ambicionam viver da contação de histórias como profissão. Muitos se matriculam por acreditar que os fundamentos da atividade podem ser úteis em suas respectivas carreiras. É o caso do médico ortopedista Flavio Jorge, que garante ter chegado a um ponto em que começou a sentir certo cansaço para explicar a uma pessoa o porquê de ela ter ficado doente. É preciso habilidade para minimizar as histórias de terror intrínsecas à medicina, avalia. Ele cita um paciente que o procurou com uma dor no joelho que parecia inofensiva. &lt;br /&gt;- Eu o entreguei para a família no caixão em seis meses - lamenta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era um caso de leucemia. O publicitário Valdir Cimino, que desenvolveu um trabalho de contação de histórias para crianças hospitalizadas por meio da Associação Viva e Deixe Viver, endossa o que diz Flavio: a realidade hospitalar demanda cuidados específicos e contar histórias se revela uma via de humanização em tal contexto. Certa vez, Valdir testemunhou o caso de um médico que disse à mãe de uma criança internada: "A sua filha tem apenas uma cefaleia". E deixou o quarto, sem se estender no assunto. A mãe se desesperou: o que seria uma cefaleia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1992, quando morou em Nova York, Cimino atuou com voluntariado num hospital. Sua função era fazer a leitura de jornais e livros para uma pessoa que perdera a visão por causa do câncer. &lt;br /&gt;- Passei a ser os olhos dela - diz. &lt;br /&gt;Quando retornou ao Brasil, começou a atuar no Hospital Emilio Ribas. Percebeu que, de cada dez crianças, apenas uma se interessava por leitura - as outras nove preferiam assistir ao Programa do Ratinho na TV. Foi assim que começou a oferecer a contação de histórias. &lt;br /&gt;- Livro é importante mesmo que ele não seja desejado num primeiro momento - afirma. &lt;br /&gt;Treinamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo, a equipe contava com sete voluntários. A oitava, uma senhora que se oferecera para integrar o grupo, desmontou aos prantos no primeiro contato que teve com uma criança em estado grave. A partir daí, Cimino se deu conta de que nem todo mundo estava preparado para aquilo. Idealizou, então, um treinamento de seus voluntários, influenciado pelo que conhecera no hospital de Nova York, focando questões como bioética, psicologia e outras áreas ligadas ao universo dos enfermos. &lt;br /&gt;Esse processo de formação do voluntário se estende por quase um ano. São 1,2 mil voluntários, presentes em 80 hospitais de São Paulo e de algumas outras capitais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acompanhei uma visita de voluntárias da Associação ao Instituto da Criança, no Hospital das Clínicas, em São Paulo. Uma delas, a bibliotecária Vilma Cezar, dirigiu-se ao leito de dois gêmeos de cinco meses. Abriu um livro com grandes ilustrações, e os bebês miraram aquilo com olhos vidrados, embalados pela descrição das figuras feita por Vilma. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra voluntária é a atriz Alexsandra Mauro, que faz o estilo divertido, com elementos de clown. Apresentou um conto de Ruth Rocha para um garoto de 11 anos e uma garota de sete. &lt;br /&gt;- Só contando história mesmo para fazer essa menina parar - comentou, de passagem, uma enfermeira que por ali circulava. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de entrarmos no setor de diálise, Alexsandra explicou que havia ali duas crianças muito carentes. Assim que a viram, a voluntária foi recebida com histeria: "a Tia Doida chegou! Tia Doida! Tia Doida!". Um garotinho mirrado de 12 anos reconheceu o avental das voluntárias e pediu a Vilma uma história. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embasado por pesquisas, Cimino assevera que a experiência extrapola o aspecto recreativo, gerando ganhos clínicos para a criança enferma, como maior disposição para a alimentação (60%), melhora no estado emocional (66%) e diminuição das queixas de dor (75%). Cimino cita até casos de crianças com tentativa de suicídio que, ao longo de dois anos, se submeteram às atividades dos contadores. &lt;br /&gt;- Cinco delas receberam alta - comemora. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voluntária da Associação Viva e Deixe Viver apresenta livro a crianças internadas: melhora na qualidade de vida comprovada por pesquisas &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Periferia&lt;/strong&gt;Entre 2004 e 2008, Kelly Orasi atuou numa ONG em Paraisópolis, periferia paulistana, desenvolvendo um trabalho de narração de histórias para crianças de seis a 12 anos. A iniciativa, mais do que focar o incentivo à leitura, tinha o pressuposto de contribuir na formação de valores: as crianças trabalhavam o desembaraço e a expressão para melhorar a autoestima. Levavam um livro por semana para casa e, no encontro seguinte, podiam contar a história lida aos colegas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A contação de histórias não é, necessariamente, uma atividade só para os pequenos. Karina Giannecchini montou com dois colegas, em abril de 2010, o projeto Prosa Afiada, voltado para adultos, nas programações do Sesc. Na primeira edição, apresentou textos de Ignácio de Loyola Brandão e Andréa del Fuego, entre outros. Na segunda, a escolha recaiu sobre a Antologia Poética, de Vinicius de Moraes. Para adultos, a terminologia é que muitas vezes muda: o próprio Prosa Afiada se apresenta como "literatura dramática"; Quatro Estações foi divulgado como "série de encontros dramatizados". Mas, no fundo, é tudo contação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A associação da atividade ao público infantil passa, segundo Tierno (que só faz contação para adultos) por uma questão de mercado. Ele lembra que, a partir dos anos 80, a criança passou a ser um campo de consumo muito forte, o que aqueceu o circuito do teatro infantil, que, agora, tem perdido terreno para a contação, por demandar uma produção mais econômica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ascensão&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Há alguns anos, o jornal Folha de S.Paulo publicou uma reportagem ressaltando o contador de histórias como carreira em ascensão. Giba Pedroza, um dos entrevistados, cansou de receber ligações de gente que queria aprender o ofício visando supostas gordas remunerações. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Uma mulher, que se dizia atriz, disse que não gostava nem de ler, nem de criança, mas que contaria história em festa infantil para juntar dinheiro e montar seu espetáculo - horroriza-se Giba. &lt;br /&gt;Giuliano Tierno coordena uma pós-gradução lato sensu em contação de histórias, pioneira, que tem a proposta de desconstruir a estereotipia criada em cima da atividade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Muitos contratantes só valorizam a palavra espetacularizada. Precisamos criar uma dissonância reflexiva acerca desse movimento que vai esvaziando a palavra - analisa. &lt;br /&gt;Para ele, o fenômeno do stand up comedy, que parece se beneficiar da explosão do setor, pouco tem a ver com a arte narrativa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ele reforça aquilo que a gente já pensa. Falar mal da política? Já penso isso. A história pode ir para outro lugar. Pode me dar algo que eu não conhecia - diz, para esmiuçar a diferença. &lt;br /&gt;Contar uma história pode ser apenas isso, defendem os amantes da arte da narrativa oral: a abertura para um caminho que deve ser cruzado não tanto pela necessidade de chegar, mas pelo prazer de curtir a paisagem. &lt;br /&gt;Confira &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Curso básico de formação de contadores de histórias&lt;/strong&gt;Coordenação: Giba Pedroza, Tatuapé, São Paulo (SP)&lt;br /&gt;Informações: (11) 3871-1197Prosa Afiada&lt;br /&gt;Coordenação: Karina Giannecchini, unidades do Sesc-SP&lt;br /&gt;Informações: prosaafiada.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pós-Graduação A arte de contar histórias&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Coordenação: Giuliano Tierno, Vila Clementino, São Paulo (SP)&lt;br /&gt;Informações: contarhistorias-pos.blogspot.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Associação Viva e Deixe Viver&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Coordenação: Valdir Cimino, Pinheiros, São Paulo (SP)&lt;br /&gt;Informações: (11) 3081-6343&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://revistalingua.uol.com.br/textos.asp?codigo=12489"&gt;http://revistalingua.uol.com.br/textos.asp?codigo=12489&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-4456266455502537537?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/4456266455502537537/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=4456266455502537537' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/4456266455502537537'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/4456266455502537537'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2012/02/o-prazer-de-contar-historias.html' title='O prazer de contar histórias'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-8092641551099499167</id><published>2012-02-06T01:46:00.001-02:00</published><updated>2012-02-06T01:47:20.415-02:00</updated><title type='text'>HISTÓRIAS SONORAS - Baseado no filme "Vermelho Como o Céu", crianças cegas criam e contam histórias</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; 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text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-mOn6bNYirrI/TxjeTFu7qYI/AAAAAAAAA4U/lOSCdLJDYc4/s1600/Historia+geral+da+%25C3%2581frica.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="227" src="http://2.bp.blogspot.com/-mOn6bNYirrI/TxjeTFu7qYI/AAAAAAAAA4U/lOSCdLJDYc4/s320/Historia+geral+da+%25C3%2581frica.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo a UNESCO, o objetivo da tradução da obra é fazer com que professores e estudantes lancem um novo olhar sobre o continente africano e entendam sua contribuição para a formação da sociedade brasileira. Acesse: &lt;a href="http://migre.me/7Aj8o" rel="nofollow nofollow" target="_blank"&gt;http://migre.me/7Aj8o&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-5933356532655589817?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/5933356532655589817/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=5933356532655589817' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/5933356532655589817'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/5933356532655589817'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2012/01/colecao-historia-geral-da-africa-8.html' title='Coleção História Geral da África – 8 volumes para download'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-mOn6bNYirrI/TxjeTFu7qYI/AAAAAAAAA4U/lOSCdLJDYc4/s72-c/Historia+geral+da+%25C3%2581frica.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-2999541309559626711</id><published>2011-12-22T09:55:00.000-02:00</published><updated>2011-12-22T09:55:20.786-02:00</updated><title type='text'>De mão em mão”,</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Programa empresta livros gratuitamente em São Paulo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;h5 class="date" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"&gt;O programa “De mão em mão”, parceria entre a Fundação Editora Unesp e a Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura, foi lançado no dia 21 de dezembro, em cerimônia na Biblioteca Mário de Andrade, na capital paulista.&lt;/span&gt;&lt;/h5&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O projeto promoverá o empréstimo gratuito de livros. O primeiro título da coleção será a coletânea &lt;i&gt;A Missa do Galo e Outros contos&lt;/i&gt;, de Machado de Assis (1839-1908). Com apoio da SPTrans, a ação terá os terminais de ônibus Mercado (no Centro) e Lapa (na Zona Oeste) como primeiros pontos de distribuição.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;De acordo com a Secretaria, a edição da coletânea foi realizada especialmente para o lançamento desse projeto-piloto. São 20 mil exemplares, que poderão ser lidos gratuitamente. A partir de um cadastro, o interessado poderá levar as publicações com o compromisso de passá-las “de mão em mão”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Após a leitura, as obras podem também ser entregues nos pontos de devolução, a qualquer tempo, possibilitando o compartilhamento com outros leitores. Cada pessoa poderá retirar um único exemplar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os quiosques do projeto funcionarão todos os dias da semana, das 10h às 20h, com distribuição até quando houver livros. Nos dias 24, 25 e 31 de dezembro e 1º de janeiro, os pontos estarão fechados.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A iniciativa, de caráter inicialmente experimental, busca promover a distribuição de livros em locais com ampla circulação de pessoas para incentivar o gosto pela leitura. Até o fim do primeiro semestre de 2012, término da fase de experiência, serão lançados mais cinco livros. O próximo título está previsto para março.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os novos livros oferecidos serão selecionados pelo conselho editorial composto por José de Souza Martins (sociólogo e conselheiro da FAPESP), Luciana Veit (editora e escritora), Sérgio Vaz (poeta e fundador do sarau da Cooperifa), Heloísa Jahn (editora e tradutora), Jezio Hernani Bomfim Gutierre (professor de Filosofia da Unesp e Editor Executivo na Fundação Editora Unesp) e Samuel Titan Jr. (professor de teoria literária na Universidade de São Paulo).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;As obras terão gêneros distintos como uma forma de atrair leitores de diferentes perfis e faixas etárias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O “De mão em mão” foi inspirado na iniciativa colombiana “Libros al viento”, em que obras literárias foram distribuídas à população. O projeto recebeu o aval da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e contribuiu para que Bogotá fosse declarada a Capital Mundial do Livro em 2007.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O Terminal Mercado fica na Avenida do Estado, 3350, no Centro. O Terminal Lapa está localizado na Praça Miguel Dell’Erba, na Zona Oeste.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;Mais informações: &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura" target="_blank"&gt;www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:http://agencia.fapesp.br/14967&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-2999541309559626711?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/2999541309559626711/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=2999541309559626711' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/2999541309559626711'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/2999541309559626711'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2011/12/de-mao-em-mao.html' title='De mão em mão”,'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-5396093928042754180</id><published>2011-12-21T01:49:00.001-02:00</published><updated>2011-12-21T01:51:01.006-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura Africana'/><title type='text'>Oswaldo de Camargo  fala sobre literatura negra no Brasil</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Quando surge essa literatura negra no Brasil? É possível identificar suas fases  até os dias atuais?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-pBJWNIEdns0/TvFW6BoTBFI/AAAAAAAAA4M/ip2l4PmoR-s/s1600/OSWALDO+DE+CAMARGO.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-pBJWNIEdns0/TvFW6BoTBFI/AAAAAAAAA4M/ip2l4PmoR-s/s320/OSWALDO+DE+CAMARGO.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Oswaldo de Camargo&lt;/b&gt; - Ela começa a existir a partir do  momento que o negro olha para si mesmo e passa a contar como negro suas  experiências particulares, suas memórias, sua vida, suas diferenças, sua  identidade, mesmo que esta escrita tenha como base um português camoneano. A  grosso modo podemos iniciar este movimento com Luís Gama ao escrever o poema  "Bodarrada", que traz o problema da identidade negra. Um texto como "Bodarrada"  só poderia ter saído de um negro. O branco não pode idealizar isto, pois o autor  está trazendo sua experiência particular de negro. É verdade que podemos citar,  no século XVIII, Domingos Caldas Barbosa, mas aí de uma maneira mais  enfraquecida, o "Eu", mesmo, aparece apenas com Luís Gama. Depois vem Cruz e  Souza com "Consciência Tranqüila", "Escravocratas" e sobretudo "Emparedado".  Essas obras são particularíssimas, jorram de dentro de um "Eu" negro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ninguém vive a morte do outro, a vida do outro, ou o sonho do  outro. No caso, o negro resolveu escrever olhando para si, com sua visão  particular. E esta visão particular é provocada. Ela quer ser particular. Ele  quer ser negro. Ele escolhe entre os vários temas de seu interesse, a parte  humana ligada ao negro. Pode ser uma fase? Pode. E essa fase é necessária, pois  a visão que o Brasil teve (e ainda tem) do negro foi dada por escritores  brancos. Por bons escritores até, como Jorge Amado, por exemplo, que sempre  tratou de negros em suas obras. Porém, alguns textos que escrevo, jamais  poderiam ser escritos por ele ou por outro escritor branco. Por faltar-lhes o  particularismo de viver uma experiência negra. E por que não se fala isso do  branco? Porque o branco vive com naturalidade sua identidade. O negro não. A  identidade do negro foi perdida ao ser encravada num mundo ocidental, onde as  regras do belo foram ditadas pela Grécia, por Roma, pela Bíblia, pela religião  católica e etc.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Leia mais: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.portalafro.com.br/literatura/oswaldo/oswaldo.htm"&gt;http://www.portalafro.com.br/literatura/oswaldo/oswaldo.htm&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-5396093928042754180?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/5396093928042754180/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=5396093928042754180' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/5396093928042754180'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/5396093928042754180'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2011/12/oswaldo-de-camargo-fala-sobre.html' title='Oswaldo de Camargo  fala sobre literatura negra no Brasil'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-pBJWNIEdns0/TvFW6BoTBFI/AAAAAAAAA4M/ip2l4PmoR-s/s72-c/OSWALDO+DE+CAMARGO.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-4553923238016382743</id><published>2011-12-13T23:07:00.001-02:00</published><updated>2011-12-13T23:10:07.132-02:00</updated><title type='text'>A Descoberta do Frio</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="messageBody" data-ft="{&amp;quot;type&amp;quot;:3}"&gt;Ateliê Editorial e a BibliASPA convidam para o lançamento do livro: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="messageBody" data-ft="{&amp;quot;type&amp;quot;:3}"&gt;&lt;strong&gt;A Descoberta do Frio&lt;/strong&gt;, de Osvaldo de Camargo&lt;br /&gt;Quando: dia 20/12/11&amp;nbsp;das 18h30 às 22h&lt;br /&gt;Local: Espaço BibliASPA – Rua Baronesa de Itu, 639 – Sta. Cecília - SP&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="text_exposed_root" style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-EtK3A1LlPQE/Tuf2TckZ3dI/AAAAAAAAA4E/zDxPck4gUHU/s1600/A+descoberta+do+frio.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://4.bp.blogspot.com/-EtK3A1LlPQE/Tuf2TckZ3dI/AAAAAAAAA4E/zDxPck4gUHU/s400/A+descoberta+do+frio.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="text_exposed_root" style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="text_exposed_root" style="text-align: justify;"&gt;Em A Descoberta do Frio, o “frio” cobre-se de diferentes camadas: racismo, indiferença, desigualdades... Oswaldo de Camargo, com raro senso de quem vai montando em doses certeiras seu queb&lt;span class="text_exposed_hide"&gt;...&lt;/span&gt;&lt;span class="text_exposed_show"&gt;ra-cabeça narrativo, traz para a ficção as tensões de uma sociedade fracionada entre passado escravista e presente do racismo velado, marcada por uma memória de lutas e sofrimentos a todo instante atualizados. E polemiza com nossos mitos fundadores, a fim de colocá-los contra a parede da dura realidade que traz ao leitor, sem nunca perder o encanto do texto bem tramado&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-4553923238016382743?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/4553923238016382743/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=4553923238016382743' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/4553923238016382743'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/4553923238016382743'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2011/12/descoberta-do-frio.html' title='A Descoberta do Frio'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-EtK3A1LlPQE/Tuf2TckZ3dI/AAAAAAAAA4E/zDxPck4gUHU/s72-c/A+descoberta+do+frio.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-2720307119999559097</id><published>2011-11-22T14:56:00.000-02:00</published><updated>2011-11-22T14:56:17.180-02:00</updated><title type='text'>IV Seminário Internacional de Bibliotecas Públicas</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Incentivo à leitura e novas mídias são os temas centrais do IV Seminário Internacional de Bibliotecas Públicas &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Evento realizado pela Secretaria de Estado da Cultura reúne em São Paulo palestrantes de quatro países e 800 profissionais de todo o País&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;De &lt;st1:metricconverter productid="22 a" w:st="on"&gt;22 a&lt;/st1:metricconverter&gt; 24 de novembro, profissionais de todo o Brasil vão discutir novas formas de incentivar a leitura e disseminar a informação nas diversas mídias durante o IV Seminário Internacional de Bibliotecas Públicas e Comunitárias, realizado pela Secretaria de Estado da Cultura. Redes sociais, acervo digital, acessibilidade, competência em informação e biblioterapia são alguns dos temas incluídos na programação. São 800 vagas no total, todas gratuitas. Ainda dá tempo de se inscrever. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;“As bibliotecas precisam se renovar para atrair o público. A troca de experiências que um encontro como este proporciona é essencial para a capacitação dos profissionais e geração de novas ideias”, afirma o Secretário de Estado da Cultura, Andrea Matarazzo. A Secretaria coordena o Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas, com cerca de 950 unidades em todo o Estado de São Paulo. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;O Seminário inclui palestras e mesas redondas com especialistas de Portugal, Chile, Colômbia e Alemanha, além de gestores e pesquisadores de São Paulo e outros estados. Da Colômbia, a bibliotecária Adriana Betancur falará sobre as políticas de incentivo à leitura do país, considerado modelo na América Latina, e sobre a BiblioRed – rede de bibliotecas públicas de Bogotá que atrai 4,7 milhões de usuários por ano. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;A bibliotecária Clarice Fortkamp Caldin, da Universidade Federal de Santa Catarina, falará sobre &lt;i&gt;biblioterapia&lt;/i&gt; – a possibilidade de uso terapêutico da leitura de textos literários, partindo-se do pressuposto de que toda experiência poética libera emoção e produz uma reação de alívio da tensão.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Além das palestras seguidas de debates, projetos com resultados positivos serão apresentados em painéis, a exemplo do &lt;i&gt;Leitura na fábrica, &lt;/i&gt;desenvolvido com metalúrgicos de 35 indústrias da região do ABC, na Grande São Paulo. Cada fábrica recebeu um ponto de leitura com 650 títulos, computador, impressora, estantes, pufes e tapetes. Agentes de leitura foram capacitados para estimular a aproximação entre funcionários e os livros. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Nos dias 23 e 24, o Seminário promoverá visitas monitoradas à Biblioteca de São Paulo, no Parque da Juventude. A BSP, que pertence ao Governo de São Paulo, atrai cerca de 30 mil visitantes por mês e tem se firmado um modelo a ser seguido por outras bibliotecas públicas. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;O IV Seminário Internacional de Bibliotecas Públicas e Comunitárias acontecerá no Sesc Pinheiros. As inscrições são realizadas exclusivamente por meio do endereço eletrônico &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;a href="javascript:void(0);"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&lt;a href="javascript:void(0);"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;www.bibviva.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. O site do evento traz também a programação completa e um guia de informações úteis e orientações para profissionais que vêm de outras cidades e estados. A realização é da Unidade de Bibliotecas e Leitura da Secretaria e da SP Leituras - Organização Social de Cultura.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;SERVIÇO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt; &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;IV Seminário Internacional de Bibliotecas Públicas e Comunitárias &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Quando:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt; de &lt;st1:metricconverter productid="22 a" w:st="on"&gt;22 a&lt;/st1:metricconverter&gt; 24 de novembro de 2011 &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Onde:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt; SESC Pinheiros – Rua Paes Leme, 195, Pinheiros, São Paulo/SP&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt; &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Inscrições:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;a href="javascript:void(0);"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&lt;a href="javascript:void(0);"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;www.bibviva.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;. Grátis &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;(sujeita à confirmação)&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-2720307119999559097?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/2720307119999559097/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=2720307119999559097' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/2720307119999559097'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/2720307119999559097'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2011/11/iv-seminario-internacional-de.html' title='IV Seminário Internacional de Bibliotecas Públicas'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-3924846708914340271</id><published>2011-11-20T12:35:00.000-02:00</published><updated>2011-11-20T12:35:20.877-02:00</updated><title type='text'>Tudo o que você podia ser</title><content type='html'>20/Nov - Dia da Consciência Negra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Nosso maior medo não é o de sermos inadequados. Nosso maior medo é de sermos poderosos demais. O que nos assusta não é o nosso lado sombrio e sim a nossa própria luz.&lt;br /&gt;Perguntamo-nos quem somos nós para sermos brilhantes, lindos, talentosos e fabulosos?&lt;br /&gt;&lt;span class="text_exposed_hide"&gt;...&lt;/span&gt;&lt;span class="text_exposed_show"&gt; Na verdade, quem somos nós para não o sermos ? Somos filhos de Deus.&lt;br /&gt;Diminuir-se a si mesmo não torna o mundo melhor. Não há nada que “iluminado” em se diminuir para que outras pessoas não se sintam inseguras.&lt;br /&gt;Nascemos para ser uma manifestação da glória de Deus.&lt;br /&gt;Não apenas alguns de nós, mas todos nós.&lt;br /&gt;Ao deixarmos a nossa luz brilhar, damos inconscientemente aos outros a permissão de fazer o mesmo.&lt;br /&gt;Ao nos libertarmos do nosso medo, nossa presença automaticamente libera os outros ““.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nelson Mandela&lt;br /&gt;Discurso Presidencial de posse, 1994.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-3924846708914340271?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/3924846708914340271/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=3924846708914340271' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/3924846708914340271'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/3924846708914340271'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2011/11/tudo-o-que-voce-podia-ser.html' title='Tudo o que você podia ser'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-760578659028440079</id><published>2011-11-20T12:31:00.000-02:00</published><updated>2011-11-20T12:31:49.286-02:00</updated><title type='text'>I Encontro de Contadores de Histórias da Amazônia</title><content type='html'>"&lt;span style="font-family: Garamond;"&gt;O gosto de contar é idêntico ao de escrever – e os primeiros narradores são  antepassados anônimos de todos os escritores. O gosto de ouvir é como o gosto de  ler. Assim, as bibliotecas, antes de serem estas infinitas estantes com as vozes  presas dentro dos livros, foram vivas e humanas, rumorosas, com gestos, canções,  danças, entremeadas às narrativas”.&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Cecília  Meireles&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-KWjAeBmlzJY/TskPIvBZruI/AAAAAAAAA38/m06u1qF23Cc/s1600/contadores+Amazonia.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-KWjAeBmlzJY/TskPIvBZruI/AAAAAAAAA38/m06u1qF23Cc/s320/contadores+Amazonia.jpg" width="230" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;O I Encontro de Contadores de Histórias da Amazônia é uma realização do Movimento dos Contadores de Histórias da Amazônia (MOCOHAM) em parceria com a Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves, dias 01 e 02 de dezembro de 2011.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;É um convite ao olhar paciente e mergulho no rio de&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;nossas próprias memórias e narrativas e ao compartilhamento delas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Serviço:&lt;br /&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;I Encontro dos contadores de histórias da Amazônia - "mergulhar na memória, revolver histórias..."&lt;br /&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Data: 01 e 02 de dezembro de 2011&lt;br /&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Local: Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves (Centur) Inscrições Abertas! (&lt;st1:metricconverter productid="07 a" w:st="on"&gt;07 a&lt;/st1:metricconverter&gt; 26/11/2011)&lt;br /&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Acesse: &lt;a href="javascript:void(0);"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;http://mocoham.blogspot.com/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-760578659028440079?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/760578659028440079/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=760578659028440079' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/760578659028440079'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/760578659028440079'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2011/11/i-encontro-de-contadores-de-historias.html' title='I Encontro de Contadores de Histórias da Amazônia'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-KWjAeBmlzJY/TskPIvBZruI/AAAAAAAAA38/m06u1qF23Cc/s72-c/contadores+Amazonia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-6263865917274875681</id><published>2011-11-13T19:02:00.000-02:00</published><updated>2011-11-13T19:02:21.742-02:00</updated><title type='text'>“Machado de Assis é clássico duas vezes. É clássico da literatura brasileira e é clássico da literatura negra.”</title><content type='html'>&lt;em&gt;Eduardo de Assis Duarte, autor do livro “Machado de Assis afro-descendente“ explica em entrevista a sua obra. Uma releitura de um dos maiores escritores brasileiros sob um viés pouco tratado dentro da crítica literária brasileira que é o caráter negro do escritor&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O entrevistado da semana dessa edição será Eduardo de Assis Duarte, Doutor em Letras pela USP, professor de Literatura da Faculdade de Letras da UFMG, em Belo Horizonte e escritor. Ele irá falar sobre a sua recente obra “Machado de Assis afro-descendente”, um livro que procura fazer uma releitura das obras do autor sob um viés pouco tratado dentro da crítica literária brasileira que é o caráter negro do escritor.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #1c1c1c; font-family: Thread-00001678-Id-00000001;"&gt;Rádio Causa Operária (RCO): &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Você poderia começar falando um pouco da sua história. Como começou o interesse pela literatura e em especial pela literatura negra? Qual é a natureza do seu interesse nesta literatura?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #1c1c1c; font-family: Thread-00001678-Id-00000001;"&gt;Eduardo de Assis: &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Eu diria que tem uma natureza política, eu desde pequeno sempre gostei muito de ler. Desde minha adolescência que eu leio sem parar, eu sempre tive um amor muito grande pela literatura em especial pela prosa de ficção, romances, contos, etc. Eu quando me decidi fazer o curso de Letras, quase que fiz também o curso de História, e acabei me decidindo por Letras, onde realmente o meu grande interesse foi a Literatura. Quando eu me formei de repente fui para o mestrado e depois para o doutorado. Passei a me interessar muito por esse tópico do oprimido, da minoria, a questão da mulher, a questão do índio, a questão do negro, como é que isso estava, enfim, representado na literatura brasileira.&lt;span id="more-32824"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No meu mestrado eu estudei José de Alencar, Aluízio Azevedo e Jorge Amado, vendo como é que essas pessoas estavam em seus romances, representando tanto o índio quanto o mulato, a mulata em especial. Em seguida no doutorado eu estudei a literatura comunista de Jorge Amado, os romances da fase mais militante, que vão desde os anos 30 e 40, até meados dos anos 50. Então sempre foi aquela visão, vamos dizer assim, do branco sobre o outro. Mais adiante então resolvi realmente atacar esse projeto atual, que é uma pesquisa sobre os escritores afro-brasileiros. E para a minha grande surpresa esse meio de pesquisas não só me mostrou que existem mais de uma centena de escritores negros brasileiros com livros publicados, como também me mostrou que é possível descobrir ângulos novos em escritores tidos como “brancos”, como é o caso de Machado de Assis.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É um pouco a história, resumidamente, desse livro. Passo, portanto, por toda essa trajetória de ver a literatura a partir de um ângulo não formalista, não ver a literatura como algo isolado da sociedade, da história, como algo isolado do povo, como algo isolado numa torre de marfim ou coisa assim. Eu creio que a literatura tem, e como todas as outras artes também, umas mais outras menos, elas têm o sentido social que é por ai que eu encaminho a minha pesquisa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;img align="right" alt="" height="441" hspace="4" src="http://revistaafricas.com.br/wp-content/uploads/2011/11/7e4ac_Quilombo_9_9_machado.jpg" vspace="4" width="300" /&gt;&lt;span style="color: #1c1c1c; font-family: Thread-00001678-Id-00000001;"&gt;RCO&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;: Em seu livro “Machado de Assis afro-descentende”, você procura fazer uma releitura das obras do autor sob um viés que nunca foi tratado dentro da crítica literária brasileira que é o caráter negro do escritor. Como surgiu a idéia de escrever esse livro?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #1c1c1c; font-family: Thread-00001678-Id-00000001;"&gt;Eduardo de Assis: &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Na verdade há sim estudos anteriores, há um estudo de 1957 do Raimundo Magalhães Júnior que se chama “Machado de Assis Desconhecido” e esse estudo já tem um capítulo que aponta o envolvimento do Machado com toda a questão da escravidão e da luta pelo fim da escravidão. E outros críticos também tocaram nessa questão, mas um pouco de passagem, e a verdade que eu estou dizendo é isso, quer dizer esse livro ele surge no conjunto dessa pesquisa maior quando agente começa a ver que na história oficial da literatura brasileira praticamente não existem autores negros, mestiços ou mulatos e assumidos abertamente contra o capital, ou existem e eles são tratados com escritores “universais”, como escritores que não levam em conta a sua condição social, em especial a questão da cor da pele. No caso do Machado de Assis, eu comecei desde muito cedo a perceber que não era bem assim que a questão étnica em machado está presente sim, de uma forma muito sutil, de uma forma muito sofisticada, mas ela está presente sim e o melhor caminho que agente acabou encontrando foi fazer de fato a recolha dos próprios textos do Machado que tratam a questão do negro, que tratam da questão da escravidão e o pós-escravidão, porque o Machado ainda vive praticamente 20 anos ainda após a abolição e trata sim dessa questão. Então a idéia foi exatamente reunir em um único volume contos, crônica que estavam muitas delas perdidas ainda em publicações de expartos e desconhecidas do grande publico, crônicas que ele assinou sob pseudônimos em jornal e também alguns poemas, inclusive um poema que foi panfletado na rua, uma coisa muito rara em termos de Machado de Assis, alguns contos (alguns dele poucos conhecidos) e as cenas de romance onde aparecem a questão dos negros e as relações entre brancos e negros nos seus romances. Então a idéia foi reunir em um único livro esses textos do próprio Machado, deixar ele próprio falar sobre a questão e quando muitos dizem que ele não toca nisso, e você ver que só de textos dele são 230 paginas e eu me resguardei para fazer os meus comentários lá no final num posfácio. Primeiro fala o Machado de Assis e em seguida falo eu.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #1c1c1c; font-family: Thread-00001678-Id-00000001;"&gt;RCO:&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Setores do movimento negro dos anos 30 chegaram a acusar o grande romancista carioca de “racista” e de “negro que não gostava de negros”. Como você avalia esta caracterização? Seu livro é uma resposta ou uma polêmica a este tipo de afirmação?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #1c1c1c; font-family: Thread-00001678-Id-00000001;"&gt;Eduardo de Assis: &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Eu não tenho essa intenção de fazer polêmica com o movimento negro ou de desmentir nenhum outro estudioso, absolutamente. A minha preocupação foi fazer uma releitura de Machado a partir desse ângulo étnico e político. A questão do movimento negro dos anos 30 e porque na verdade criou-se uma série de chavões em torno do Machado de Assis e durante muitos anos o Machado de Assis que era lido era apenas o Machado de Assis dos grandes romances conhecidos dele, os mesmos contos receberam muito pouca atenção da crítica. As crônicas então nem se fala, porque elas estavam lá perdidas nos jornais do século XIX, guardadas lá dentro da biblioteca nacional e em outros acervos por ai, mas sempre foram uma coisa muito restrita. O Machado que circulava era esse Machado que fez uma literatura de brancos, uma literatura para os brancos. É preciso se situar, porque para mim o leitor faz parte da literatura e a literatura não é só a obra, não é só o escritor a literatura é também o leitor. Então para quem Machado escrevia? Ora, o tempo dele, o primeiro recenseamento dele feito no Brasil no século XIX, por volta de 1876 estava mostrando que 84% da população brasileira era analfabeta, só 16% era alfabetizado e esses 16% é o que hoje chamamos de elite branca. Machado de Assis estava escrevendo para essa elite. O tema do negro é um tema que surge pelas bordas é um tema que vai entrando meio espertamente, meio dissimuladamente, é um tema que vai entrando no meio dos seus assuntos, dos seus romances principalmente, que eram todos assuntos de brancos e para brancos, porque era esse o publico que lia Machado de Assis. Eram livros publicados inicialmente na imprensa, imprensa de revistas femininas, como a “Estação” e outra revistas, no jornal da família, enfim, era um publico de uma elite branca.&lt;br /&gt;Conseqüentemente há essa deformação de interpretação de que ele abandonou o negro, de que ele não falou do negro, que ele não falou da escravidão, e essa recolha de textos que publicamos agora em 2007 está provando exatamente o contrário disso, ele tocou sim na questão do negro e tocou muitas vezes no jornal, não apenas no livro, tocou nisso na imprensa, mas sempre resguardado de pseudônimo. Por quê? Porque ele era funcionário publico ocupava cargo de confiança no governo imperial e precisava se proteger, era alguém que atuava meio que como um guerrilheiro naquele momento. Aparentemente ele não toca na questão, mas ele fala tudo que quer falar, dando a impressão de não ter falado nada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #1c1c1c; font-family: Thread-00001678-Id-00000001;"&gt;RCO:&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Apesar de Machado ser mulato, neto de escravos, ele foi acusado de “aburguesamento”, denegação de suas origens e omissão perante os dramas sociais de seu tempo, especialmente a escravidão. Como você vê esta opinião?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #1c1c1c; font-family: Thread-00001678-Id-00000001;"&gt;Eduardo de Assis: &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Exatamente, é nessa linha que eu estava respondendo agora sobre o equivoco de interpretação. Machado ocupava um cargo de confiança do governo imperial e num governo em que o imperador não mandava, quem manda é o chefe do gabinete e são governos predominantemente liberais e conservadores, mas todos ele governos da elite branca que tinham um poder econômico nas mãos, eram eles os donos do poder ao longo do império. Inclusive amigos do imperador Dom Pedro II foram demitidos porque publicaram coisa no jornal contra a escravidão, e o Machado publicou também, só que ele publicou sob pseudônimo. Ele mesmo se intitulava um caramujo, um escritor caramujo, que estava sempre alí mascarado, escondido, encolhido atrás de uma determinada casca, que no caso da imprensa é o pseudônimo, ele usou mais de dez pseudônimos e, no cargo da ficção, em que ele assinava usa de muita ironia, toda uma série de procedimento literários dissimuladores, e não faz uma literatura panfletária nem é um escritor de palanque. Não é uma literatura de palanque, é uma literatura muito sofisticada, muito refinada em que essas questões vão aparecendo de uma forma muito sutil, muito dissimulada, umas mais outras menos, mas estão sempre aparecendo. Então essa acusação de “aburguesamento” tem a ver também com o fato de ele ser o fundador da Academia Brasileira de Letras, que logo ganha ares de instituição oficial e todo um sentido de um órgão da elite. Só que ele de fato vai ser o primeiro presidente da academia, não por ser um homem rico, Machado nunca teve escravo ele não era um homem rico, ele não era um milionário, um fazendeiro, nem filho dessa elite como muitos escritores de seu tempo. Era um funcionário publico e, no entanto, convive de igual para igual com essa elite em função do mérito que ele tem como escritor, reconhecidamente o maior escritor do seu tempo. Então não havia outro nome inclusive para chefiar a Academia Brasileira de Letras, mas ele tem crônicas mostrando como ele se integrou com o povo na rua no dia 13 de maio, como ele vibrou no dia da abolição, como ele desfilou em uma carruagem aberta saldando os abolicionistas. Então essa acusação de omissão, ela é uma acusação de uma certa cobrança, um certo patrulhamento daqueles que queriam ter em Machado um panfletário da abolição, algo como um “Zé do Patrocínio”, por exemplo, mas, no entanto, nos livros do Machado de Assis você não encontra nenhum trato de preconceito racial, você não encontra nenhum estereótipo animalizando o negro que em “Zé do Patrocínio” encontramos, por exemplo.&lt;br /&gt;“Zé do Patrocínio” que é um escritor negro, tem determinados personagens negros que são descritos no romance dele. Ele mostra um coqueiro, por exemplo, que tem lá um carrasco negro que é descrito como se fosse um animal e não como um ser humano. Então as coisas são muito complexas e não dá para reduzir as coisas a rótulos. Quando generalizamos, incorremos em equívocos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #1c1c1c; font-family: Thread-00001678-Id-00000001;"&gt;RCO: &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;O livro foi feito após uma ampla pesquisa, reunindo textos (poemas, contos, crônicas e romances) do grande escritor brasileiro. Como foi feito esse trabalho de pesquisa?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #1c1c1c; font-family: Thread-00001678-Id-00000001;"&gt;Eduardo de Assis: &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Um trabalho meio paciente, um trabalho que durou mais de três anos. Nos valemos muito do que os outros pesquisadores já publicaram antes como o próprio Raimundo Magalhães Junior, o historiador Sidney Chalhoub e tantos outros que se põem a estudar Machado de Assis e também, a partir de pesquisas já realizas por John Gledson que é um especialista inglês em Machado de Assis. Houve também a necessidade de irmos para a Biblioteca Nacional, de ver as crônicas publicadas lá nos jornais do século XIX. Foi um trabalho um tanto quanto paciente. Por exemplo, esse poema que foi panfletado na rua, um poema chamado “13 de maio”, não está em nenhuma edição dos poemas de Machado de Assis. Foi uma descoberta nossa depois de muita luta, pesquisas daqui, dali, etc. Ouve um certo trabalho de garimpo com toda certeza e alguns textos praticamente inéditos que estão no livro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #1c1c1c; font-family: Thread-00001678-Id-00000001;"&gt;RCO: &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Você poderia fazer um resumo e explicar os fundamentos de sua obra “Machado de Assis, afro-descendente”?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #1c1c1c; font-family: Thread-00001678-Id-00000001;"&gt;Eduardo de Assis: &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Quais são os fundamentos? O grande eixo de argumentação é que Machado de Assis é neto de escravos, é um mulato. O pai era um mulato também, a mãe era uma portuguesa, ambos muito pobres. Logo ele fica órfão e vai ser menino de rua, vendendo doce, que a madrasta (que também era mulata) fazia. Ele, menino, saia para vender isso na rua e o fundamento é essa experiência de pobreza, essa experiência de ser um afro-descendente, um mulato, naquele momento em que negros e mulatos não valiam nada para a época. A minha convicção era de que essa experiência de uma forma ou de outra deveria estar representada na obra dele. O que norteou a pesquisa? É a busca dessa “mulatisse”, em que medida essa “mulatisse” se faz representar na linguagem dos textos de Machado de Assis, no conteúdo desses textos e também na forma. Esse é o grande fundamento e o resumo da obra, quer dizer, como é que ele trata a questão racial nos contos dele, as relações entre escravos e senhores, nos romances e, na crônica, porque na crônica ele tinha um grande público, a &lt;em&gt;Gazeta de Notícias&lt;/em&gt;, que era um jornal abolicionista, inclusive Magalhães Junior diz que ele era sócio oculto de um jornal abolicionista. Porque o nome dele não podia aparecer, mas era o jornal que naquela época, em 1880, tirava 24 mil cópias em cada edição, o que guardadas as devidas proporções, tem um grande publico na sua época. O eixo condutor do trabalho foi esse: mostrar em que medida essa vivência dele como alguém que sofreu preconceitos na juventude, alguém que trabalhou na juventude, que trabalhou como balconista e como operário. Eu costumo dizer para meus alunos que Machado de Assis entra no mundo das letras pelos fundos, por que ele entrou no mundo das letras como balconista de uma livraria e depois como operário gráfico, aqueles que ficavam lá juntando as letrinhas uma por uma, trabalhando na gráfica, na oficina, para imprimir as coisas. Logo em seguida ele vai para a redação, ele vai ser revisor e vai corrigir o português dos outros. Ele vai ser tradutor, vai ser cronista e ao longo de 50 anos esse homem publica na imprensa de sua época. Uma trajetória admirável! Eu acho que este Machado de Assis, homem de imprensa, precisa ser mais estudado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #1c1c1c; font-family: Thread-00001678-Id-00000001;"&gt;RCO&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;: Como foi a repercussão do livro? Houve alguém que tenha contestado essa interpretação que o livro defende sobre as obras de Machado de Assis?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #1c1c1c; font-family: Thread-00001678-Id-00000001;"&gt;Eduardo de Assis: &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;O livro está tendo uma repercussão muito boa, tivemos uma resenha muito favorável, de parte de uma pessoa com autoridade em literatura brasileira, Professora Marisa Lajolo, professora titular da Unicamp. Contestação até agora não escutei nenhuma. O livro tem tido uma boa repercussão tanto que a primeira edição já esgotou, em seis meses e, em outubro já está saindo a segunda edição. Até o momento eu só tenho recebido aplausos e acho que o livro está sendo bem recebido.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #1c1c1c; font-family: Thread-00001678-Id-00000001;"&gt;RCO:&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Qual era, na sua opinião, a verdadeira concepção de Machado de Assis sobre a questão do negro?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #1c1c1c; font-family: Thread-00001678-Id-00000001;"&gt;Eduardo de Assis: &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Eu acho que o negro em Machado de Assis, em todas as suas obras, é visto com um ser humano como qualquer outro, com altos e baixos, com verdades e com mentiras, com honestidade e com desonestidade, com ingenuidade e com esperteza, ou seja, alguém que é humano como qualquer outro ser humano, não é nem mais nem menos. Este é o ponto e já aí há uma distancia enorme entre Machado de Assis e vários outros escritores da época que viam o negro como um ser humano de segunda categoria. Este é um ponto. Acho que ele dá um tratamento digno ao negro, ao escravo e vê inclusive em determinados gestos de rebeldia, ou de astúcia, do próprio escravo, como gestos de legítima defesa. Eu creio que neste ponto ele se destaca, porque é diferente de muitos, que inclusive faziam a campanha abolicionista, como Aloísio de Azevedo e, no seu livro “O cortiço”, coloca a negra de uma forma completamente estereotipada, que via o branco como uma raça superior. O Machado jamais fala em “raça superior” ou “raça inferior” e nisso ele destoa completamente do pensamento hegemônico, naquela época. O segundo ponto é a questão negra, a questão da escravidão, ele nunca apoiou a escravidão e sempre tentou mostrar o escravo como um ser humano injustiçado. Esta é uma constatação que a gente faz, no momento em que a nos debruçamos sobre a obra e realizamos uma releitura da obra com este foco, com esta preocupação. E está aí o livro para mostrar isso, para comprovar o que estou falando.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #1c1c1c; font-family: Thread-00001678-Id-00000001;"&gt;RCO:&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Qual a importância de Machado de Assis, em sua opinião, para a literatura brasileira hoje? E para a causa da emancipação efetiva do povo negro?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #1c1c1c; font-family: Thread-00001678-Id-00000001;"&gt;Eduardo de Assis: &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Hoje acho que ao longo do século XX, Machado de Assis sem dúvida alguma é um dos maiores nomes da literatura brasileira, não só brasileira, como de todas as literaturas de língua portuguesa. É realmente um autor genial, um autor revolucionário para sua época. Se pensarmos Brás Cubas, por exemplo, é uma revolução estética alguém que coloca no auge do realismo um defunto. Já nas primeiras páginas do livro, o herói está morto, dentro de um caixão e vai contar sua vida e principalmente todos os podres da sua vida e daquela classe dominante, escravista branca. Conta isso para uma platéia estupefata. Aquele defunto autor falante ali de dentro do caixão. Então é um autor que revolucionou e, não tenho a menor dúvida. a nossa literatura é referência internacional. Se tivesse sido escrito em francês ou inglês seria hoje um dos grandes mestres reconhecidos da literatura universal, vamos dizer assim. No que diz respeito à questão do negro, a emancipação efetiva do povo negro, eu vejo que para os escritores negros, por exemplo, ele é um exemplo. O professor Otavianni que é um dos maiores intelectuais brasileiros do século XX, tem um artigo que se chama “literatura e consciência”, que considera que Machado de Assis é clássico duas vezes. É clássico da literatura brasileira e é clássico da literatura negra. É uma literatura que está dentro e que está fora da literatura brasileira em geral. Este prefixo afro de afro-brasileiro é um prefixo que dá bem a idéia de uma literatura que não deixa de maneira nenhuma de ser brasileira, mas que não é só isso, é uma literatura que tem um pouco mais, tem um “plus”, tem algo a mais aí, que este prefixo afro quer significar, uma visão de mundo identificada com a questão do negro, do mulato e todas as questões do preconceito, sobre a discriminação que os negros sofreram e ainda hoje sofrem neste país e muito. Então eu penso que para os escritores negros da atualidade, todos os escritores do século XX, a leitura de Machado de Assis é importantíssima, porque há uma tendência na literatura afro-brasileira para o panfleto, para o protesto escancarado, aquele protesto explícito, aquele protesto aberto e muitas vezes a literatura sai perdendo, porque a retórica fala mais do que a poética, vamos dizer assim, o desejo de fazer propaganda de uma determinada causa política acaba enfraquecendo o texto enquanto literatura e Machado com a ironia, com a sofisticação dele com esta forma com que ele encontra de dizer as coisas fingindo que não está dizendo nada, a coisa da ironia que é muito forte, este processo de dissimulação por colocar a critica do branco na boca do próprio branco, como em Brás Cubas. Em Brás Cubas é o branco que está falando. O branco é como a casca do caramujo. E o narrador branco é uma espécie de proteção desse guerrilheiro, pondo as palavras na boca do personagem branco. É um autor afro, então é um pouco isso, são verdadeiras lições de sutileza, de sofisticação, enfim com uma linguagem inteligente, uma linguagem irônica, então eu penso que é um autor, que todos os escritores do movimento negro devem ler sempre, porque é um exemplo muito grande de como fazer boa literatura sem fugir da política e não deixar a política e a ideologia dominarem a criação literária e enfraquecerem o texto enquanto literatura.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #1c1c1c; font-family: Thread-00001678-Id-00000001;"&gt;RCO: &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;O grande escritor norte-americano Ralph Ellison chamou o negro de “o homem invisível” em seu famoso romance. Assim como ninguém vê o negro, também no Brasil (esta é a sua opinião), também ninguém o vê na literatura e no estudo oficial da literatura?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #1c1c1c; font-family: Thread-00001678-Id-00000001;"&gt;Eduardo de Assis:&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; É como já te falei, o Ralph Ellison foi muito feliz com este nome “o homem invisível”, porque há todo um processo de invisibilidade da contribuição afro-brasileira na literatura brasileira. O afro-brasileiro é muito respeitado na música, no esporte, mas quando entra, por exemplo, no campo da pintura, quando você entra no campo da literatura, teatro da poesia eles tocam um processo de “invisibilização”, uma ação deliberada de tornar invisíveis determinados escritores. Isso acontece também com a mulher, se você pegar a história da literatura brasileira, século XIX, por exemplo, uma ou duas mulheres só, em meio a centenas de homem e quando você vai ver, na verdade, dezenas e dezenas de mulheres publicaram livros no século XIX e não fazem parte de nenhuma história da literatura. Eu penso que a história da literatura deve ser reescrita, porque toda vez que você faz um levantamento você está sujeito a omissões, há esquecimento, então no caso, por exemplo, do Machado de Assis e do Cruz e Souza existe um outro processo e invisibilidade que é a invisibilidade da cor, dentro daquele antigo chavão, que literatura não tem cor, há toda uma tendência nos estudos literários de dizer isso que literatura é uma coisa pura está numa torre de marfim, uma literatura que não se mistura com o social, é uma literatura que é algo que não se deixa contaminar pelo dia a dia da história, que está acima disso. Então o que acontece, estas pessoas são branqueadas, há um processo de branqueamento como forma de invisibilizar o pertencimento étnico tanto de Machado de Assis como do Cruz e Souza e de outros escritores. Isso é uma coisa muito própria deste nosso racismo cordial brasileiro. Para todos os efeitos nós vivemos em uma democracia racial, nós não somos preconceituosos, preconceituosos são os outros, no entanto você vai ver na história, na literatura, você vai ver na ciência e não tem escritores negros ali. Ou não são lembrados ou não são destacados ou eles estão completamente ausentes. Um exemplo gritante é o escritor Lino Guedes daí de São Paulo, que deixou doze livros publicados entre os anos 30 e 40 do século XX e não consta em nenhuma história da literatura brasileira, coisa que eu insisto que a literatura afro-brasileira deve ser estudada com mais afinco até para que estes escritores possam ser lidos, porque hoje existe uma cortina de silêncio em volta deles e eles estão invisíveis na prática eles não existem. É um pouco deste processo perverso de você pelo silêncio você ignora o negro, e ao ignorar quer dizer você decreta a morte, a morte social, porque o escritor que não é lembrado, não é lido, o escritor cujos livros não estão nas livrarias, o escritor não existe, uma vez que o escritor ele depende o leitor ele não pode existir por si só, a literatura existe enquanto um sistema que tem autor, que obra que tem público, então o que ocorre é um processo de invisibilização que veda ao público o acesso a obra e a esses escritores. Ralph Ellison foi muito feliz no título que ele encontrou.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #1c1c1c; font-family: Thread-00001678-Id-00000001;"&gt;RCO: &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Machado de Assis é um escritor negro invisível, quer dizer, só é visível como escritor dito “universal”?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #1c1c1c; font-family: Thread-00001678-Id-00000001;"&gt;Eduardo de Assis:&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Em grande medida sim, pelo próprio movimento negro, alguns setores já escreveram artigo colocando que ele se embranqueceu, que ele traiu seu povo, ele não se preocupou com a questão do negro e eu quero dizer que esta idéia do Machado universal ela é muito ideológica, porque antes de ser universal ele é brasileiro, porque antes dele ser universal, não vou dizer que ele não seja universal, ele pode ser lido com muito sucesso na França, nos EUA, na Rússia ou no Japão, por exemplo, porque muitos dos dramas que ele constrói nas suas histórias, podem estar acontecendo aqui ou no Japão. Agora a partir daí, este lado universal dele, obscurecer o lado brasileiro é que aí a gente já não pode concordar mais, porque além de ser um escritor universal, ele é um escritor brasileiro, e além de ser brasileiro, ele é um brasileiro afro-descendente, esta é uma questão que é preciso ser lembrada também, então eu penso que esta nossa contribuição vem somar mais um tijolinho nesta construção, neste novo olhar, que aos poucos a gente vai revendo as coisas e vendo que há ângulos que ainda não foram destacados na trajetória do Machado de Assis.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #1c1c1c; font-family: Thread-00001678-Id-00000001;"&gt;RCO:&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Qual a sua apreciação da literatura negra no Brasil?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #1c1c1c; font-family: Thread-00001678-Id-00000001;"&gt;Eduardo de Assis: &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Olha a literatura negra no Brasil, ou negro brasileira ou afro-brasileira é uma literatura pujante, é uma literatura que desde o século XVIII, nós temos aí mais de 100 escritores, com livros publicados e a maioria destes escritores está no limbo, está no esquecimento, mas é uma literatura importante, porque a literatura em tempos passados teve uma importância muito grande e talvez hoje não tenha mais tanta, porque naquele tempo não tinha novela de televisão, aquele tempo você não tinha o cinema, aquele tempo você não tinha os &lt;em&gt;blogs&lt;/em&gt; de internet, então a literatura era o grande lazer das pessoas, as pessoas chegavam a noite e pegavam um livro e alguém lia para uma platéia de 10, às vezes 15, a família toda reunida em torno de alguém que lia o livro para o grupo todo e no movimento operário, por exemplo, no início do século XX, os operários que sabiam ler, eles liam para os operários que não sabiam ler, era uma forma de divulgar a literatura e grandes autores como Jorge Amado, que eu estudei no meu doutorado, por exemplo, declaravam isso, inclusive há personagens no Jorge Amado “o capitão de areia” por exemplo, um menino só que sabia ler, ele reunia os outros meninos todos que não sabiam e ele lia para os outros. Então a literatura sempre foi um veículo muito forte de difusão de idéias difusão das lutas política também, conseqüentemente, a literatura negra, ela não só existe, muita gente diz que ela não existe, eu creio que ela existe e posso afirmar isso a partir de todo uma pesquisa feita aqui na UFMG e outras universidades do Brasil, outros colegas do exterior, ela não só existe como é uma literatura variada, não é um samba de uma nota só, de maneira nenhuma ela se manifesta no teatro, com Abdias Nascimento ela se manifesta na poesia com inúmeros poetas, tanto os mais antigos como Lino Guedes, Lima Barreto, Cruz e Souza e Solano Trindade e tantos outros como os mais novos como Osvald de Camargo, o Cuti os poetas negros de São Paulo os poetas do grupo quilomboja ela se espalha ao longo do tempo ao longo de todo este país, existe gente publicando em Sergipe, no Amazonas, enfim há uma produção muito grande e muito variada e uma das ênfases que eu vejo nesta literatura é a ênfase militante, uma linhagem, vamos dizer, uma corrente, que assume a questão política como um eixo condutor, a luta contra o preconceito, a luta contra a discriminação racial, a denúncia das condições de vida do negro no país, por outro lado, indo ao passado, o negro heróico, o negro visto não apenas como escravo, mas o negro como alguém que lutou, alguém que reagiu, que lutou que brigou no quilombos, que se revoltou, que criou um estado livre, independente, sem escravidão em pleno século XVII, que é o quilombo de Palmares, quer dizer Palmares resistiu por mais de 100 anos em Alagoas, na Serra da Barriga com Gangazumba, Zumbi, há todo uma passado que precisa ser resgatado.&lt;br /&gt;Enfim, há todo um passado para ser resgatado que essa literatura toca nisso e roca muito bem. Então eu faço uma apreciação muito positiva da literatura negra no Brasil&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #1c1c1c; font-family: Thread-00001678-Id-00000001;"&gt;RCO:&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Porque, na sua opinião, o Brasil, embora conte com grande nomes da literatura, como Lima Barreto, Solano Trindade, Cruz e Souza, não há, como uma corrente fundamental uma grande literatura negra como nos EUA que produziram Richard Wright, Ellison, Langston Hugues, James Baldwin etc. A que você atribui isso?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #1c1c1c; font-family: Thread-00001678-Id-00000001;"&gt;Eduardo de Assis:&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Parte desse processo que eu estou te falando de visibilidade, nós temos também grandes autores, mais poetas do que romancistas, esse é um fato. Nós tempos poucos romancistas na literatura afro-brasileira, nós temos mais poetas do que romancistas, e o que a poesia nessa espécie de ranking que é feito das preferências, o público prefere muita mais ler a prosa, o conto do romance do que ler poesia. Então nós temos esse &lt;em&gt;handicap&lt;/em&gt; nós temos mais poetas do que romancistas, esse é um aspecto. Por outro lado agente tem que ver que a literatura negra dos EUA, a literatura afro-americana ela se desenvolve em paralelo a grande formação de um público leitor negro nos EUA. Como eu estou insistindo, não existe literatura sem leitor e no Brasil nós temos um problema sério que é o problema do baixíssimo coeficiente de alfabetização ao longo do século XX, e isso vai se alterando, mas desde a abolição isso o que se repete o que ver por ai é o que? É entre os analfabetos os negros e os afro-descendentes, de uma maneira geral, eles são a maioria, quer dizer, existe ainda um pouco convívio com a leitura, pouco convívio com o livro, além disso passa pelo fator econômico também porque eles estão na base da pirâmide socioeconômica do País. Livro é caro no Brasil, o livro é muito caro, então isso só faz engrandecer o esforço desses autores que estão ai insistindo, publicando, muitas vezes publicando por circuitos alternativos, etc. para o que? Para ir para as periferias, fazer rodas de poema, juntar com os meninos hippies, fazer todo um movimento no sentido de ampliar o público leitor, é uma questão de público leitor também. Nos EUA existe um público leitor negro, que se orgulha de ser negro muito maior do que tem no Brasil, não só porque eles são um país maior, têm uma população maior, uma população alfabetizada e leitora muito maior também. No Brasil o livro ainda é um objeto de luxo para muita gente, um livro custa 10% de um salário mínimo. O livro no Brasil ainda é caro e é preciso haver campanhas de estímulo à difusão do livro. Eu acredito nesses dois fatores. O movimento negro é mais avançado no sentido de que nos EUA foi se formando uma classe média negra muito antes do que no Brasil. O aceso dos negros às universidades de lá se deu muito antes. Hoje no Brasil nós ainda brigamos por isso. Da população com diploma de nível superior no Brasil hoje, só 3% é de afro-descendentes, ainda há uma desigualdade social muito grande. Todos esses fatores vão contribuindo, mas agora mesmo existe uma escritora daqui de Minas, Ana Maria Gonçalves, que acabou de receber o prêmio “Carta pela Américas”. Em Cuba por seu romance “Um defeito de Cor”, uma escritora afro-descendente e que acaba de publicar esse romance “Um defeito de Cor”, que é um grande romance, um romance de 950 paginas. Publicou por uma grande editora e já esta premiada, esta sendo conhecida internacionalmente. Então eu creio que eu sou muito otimista, eu acho que aos poucos nós estamos crescendo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #1c1c1c; font-family: Thread-00001678-Id-00000001;"&gt;RCO: &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;A &lt;em&gt;Rádio Causa Operaria&lt;/em&gt; agradece a sua participação, obrigada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #1c1c1c; font-family: Thread-00001678-Id-00000001;"&gt;Eduardo de Assis: &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Por nada, estou à disposição de vocês e um abraço aos ouvintes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;http://www.pco.org.br/conoticias/especiais/entrevista/9_9_entrevista_assis.html – 2007&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://revistaafricas.com.br/archives/40195?utm_source=Abdias%20serÃ¡%20imortalizado%20no%20Quilombo%20dos%20Palmares&amp;amp;utm_medium=email&amp;amp;utm_campaign=Abdias%20serÃ¡%20imortalizado%20no%20Quilombo%20dos%20Palmares"&gt;http://revistaafricas.com.br/archives/40195?utm_source=Abdias%20serÃ¡%20imortalizado%20no%20Quilombo%20dos%20Palmares&amp;amp;utm_medium=email&amp;amp;utm_campaign=Abdias%20serÃ¡%20imortalizado%20no%20Quilombo%20dos%20Palmares&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-6263865917274875681?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/6263865917274875681/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=6263865917274875681' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/6263865917274875681'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/6263865917274875681'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2011/11/machado-de-assis-e-classico-duas-vezes.html' title='“Machado de Assis é clássico duas vezes. É clássico da literatura brasileira e é clássico da literatura negra.”'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-2020812043924562934</id><published>2011-11-09T22:21:00.002-02:00</published><updated>2011-11-09T22:21:55.156-02:00</updated><title type='text'>Coleção sobre escritores negros será lançada no Rio</title><content type='html'>Será lançada no dia 28 de novembro, no Rio de Janeiro, a coleção “Literatura e afrodescendência no Brasil: antologia crítica”, organizada pelo professor Eduardo de Assis Duarte, da Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). A coleção reúne, em quatro volumes, uma série de ensaios e referências bibliográficas sobre cem escritores afrodescendentes dos tempos coloniais até hoje.&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fruto da colaboração de 61 pesquisadores de 21 universidades brasileiras e seis estrangeiras, a coletânea procura organizar a ainda dispersa reflexão acadêmica atual sobre o tema, num percurso histórico que vai de clássicos (Machado de Assis, Lima Barreto, Cruz e Souza) a contemporâneos (Nei Lopes, Paulo Lins, Ana Maria Gonçalves), passando por nomes importantes esquecidos (Maria Firmina dos Reis, José do Nascimento Moraes).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Coordenador do grupo de pesquisa “Afrodescendências na Literatura Brasileira” da UFMG (cujo trabalho pode ser acompanhado no site: http://www.letras.ufmg.br/literafro/), Eduardo de Assis Duarte diz que o objetivo da antologia não é estabelecer um cânone da literatura afro-brasileira, e sim compensar omissões da crítica nacional a autores negros – e à presença da questão racial na obra de escritores consagrados (tema de outro livro do pesquisador, “Machado de Assis Afrodescendente”, de 2007).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Nossa antologia não pretende instituir um cânone, mas trazer elementos para se refletir sobre as diversas facetas desta literatura brasileira como um todo. Não se trata de evangelizar, criar novos altares (ou novas alturas), mas de fornecer elementos para uma formação mais aberta à diversidade, sobretudo para os jovens estudantes e pesquisadores de nossa literatura”, disse Duarte.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já disponível nas livrarias, o lançamento oficial da coleção contará com a presença de 20 escritores cariocas (ou residentes no Rio) incluídos na antologia e uma homenagem a Abdias Nascimento.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #1c1c1c; font-family: Thread-000016cc-Id-00000000;"&gt;Serviço&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #1c1c1c; font-family: Thread-000016cc-Id-00000000;"&gt;O quê:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Lançamento da coleção “Literatura e afrodescendência no Brasil: antologia crítica”, organizada pelo professor Eduardo de Assis Duarte&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #1c1c1c; font-family: Thread-000016cc-Id-00000000;"&gt;Onde:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Teatro Machado de Assis da Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #1c1c1c; font-family: Thread-000016cc-Id-00000000;"&gt;Quando:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Dia 28 de novembro, segunda-feira, às 18h&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fonte: O Globo (com adaptações)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-2020812043924562934?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/2020812043924562934/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=2020812043924562934' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/2020812043924562934'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/2020812043924562934'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2011/11/colecao-sobre-escritores-negros-sera.html' title='Coleção sobre escritores negros será lançada no Rio'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-1285030832213853664</id><published>2011-11-07T12:34:00.000-02:00</published><updated>2011-11-07T12:34:36.980-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura Africana'/><title type='text'>I COLÓQUIO INTERNACIONAL ÁFRICAS,LITERATURA E CONTEMPORANEIDADE - de 07 a 11 de novembro de 2011</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Arial-BoldMT; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial-BoldMT; font-size: medium;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;PROGRAMAÇÃO GERAL&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial-BoldMT; font-size: 11pt; mso-bidi-font-family: Arial-BoldMT;"&gt;&lt;strong&gt;Sessão de abertura.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial-BoldMT; font-size: 11pt; mso-bidi-font-family: Arial-BoldMT;"&gt;&lt;strong&gt;Data: 07/11 (segunda-feira).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Horário: &lt;/strong&gt;19h30.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Local: &lt;/strong&gt;Sala 24 do Prédio de Filosofia e Ciências Sociais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial-BoldMT; font-size: 11pt; mso-bidi-font-family: Arial-BoldMT;"&gt;&lt;strong&gt;Mesa 01: Áfricas, culturas e ensino&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Coordenação: &lt;/strong&gt;Prof. Dr. Benjamin Abdala Junior&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Participantes: &lt;/strong&gt;Profas. Dras. Fernanda Cavacas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;span style="font-family: ArialMT; font-size: 11pt; mso-bidi-font-family: ArialMT;"&gt;(Universidade de Aveiro) e Mônica Lima e Sousa&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;span style="font-family: ArialMT; font-size: 11pt; mso-bidi-font-family: ArialMT;"&gt;(UFRJ)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Resumo: &lt;/strong&gt;A mesa pretende focalizar aspectos culturais e relações entre o Brasil e o continente&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;span style="font-family: ArialMT; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: ArialMT;"&gt;africano, propondo formas de abordar a Literatura e a História nos vários níveis de ensino.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial-BoldMT; font-size: 11pt; mso-bidi-font-family: Arial-BoldMT;"&gt;&lt;strong&gt;Data: 08/11 (terça-feira).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Horário: &lt;/strong&gt;14:30 horas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Local: &lt;/strong&gt;Sala 266 do Prédio de Letras.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Mesa 02&lt;/strong&gt;: &lt;strong&gt;Perigosas relações: marcas da colonialidade em tempos pós-coloniais&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Coordenação: &lt;/strong&gt;Profa. Dra. Rita Chaves&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Participantes: &lt;/strong&gt;Profa. Dra. Manuela Ribeiro&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;span style="font-family: ArialMT; font-size: 11pt; mso-bidi-font-family: ArialMT;"&gt;Sanches (Universidade de Lisboa) e Prof. Dr. Omar&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;span style="font-family: ArialMT; font-size: 11pt; mso-bidi-font-family: ArialMT;"&gt;Ribeiro Thomaz (UNICAMP)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Resumo&lt;/strong&gt;: A mesa pretende colocar em foco os impasses legados pela experiência colonial, tendo em conta as perspectivas da História, das Ciências Sociais e da Literatura.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial-BoldMT; font-size: 11pt; mso-bidi-font-family: Arial-BoldMT;"&gt;&lt;strong&gt;Data: 09/11 (quarta-feira)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Horário: &lt;/strong&gt;9:30 horas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Local: &lt;/strong&gt;Sala 24 do Prédio de Filosofia e C. Sociais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial-BoldMT; font-size: 11pt; mso-bidi-font-family: Arial-BoldMT;"&gt;&lt;strong&gt;Mesa 03: O Império e a Memória: formas de resistência e representação&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Coordenação: &lt;/strong&gt;Profa. Dra. Salete Almeida Cara&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Participantes: &lt;/strong&gt;Profa. Dra. Tania Macêdo (USP) e&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;span style="font-family: ArialMT; font-size: 11pt; mso-bidi-font-family: ArialMT;"&gt;Prof. Dr. José Luís Cabaço (Universidade Técnica&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;span style="font-family: ArialMT; font-size: 11pt; mso-bidi-font-family: ArialMT;"&gt;de Moçambique)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Resumo&lt;/strong&gt;: A mesa visa a iluminar dois aspectos importantes do Império Colonial Português: a questão do trabalho, fundamental para a relação entre colonizador e colonizado, e a da cultura e formação, na metrópole, de organizações de resistência ao colonialismo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial-BoldMT; font-size: 11pt; mso-bidi-font-family: Arial-BoldMT;"&gt;&lt;strong&gt;Data: 09/11 (quarta-feira).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Horário: &lt;/strong&gt;19:30 horas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Local: &lt;/strong&gt;Sala 266 do Prédio de Letras.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial-BoldMT; font-size: 11pt; mso-bidi-font-family: Arial-BoldMT;"&gt;&lt;strong&gt;MESA 04: Projeção do filme “A Ilha dos Espíritos”, de Licínio Azevedo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Coordenação: &lt;/strong&gt;Profa. Dra. Tania Macedo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Participantes: &lt;/strong&gt;Profs. Drs. Benjamin Abdala Jr,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;span style="font-family: ArialMT; font-size: 11pt; mso-bidi-font-family: ArialMT;"&gt;Emerson Inácio, Fabiana Carelli, Fernando Arenas,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: ArialMT; font-size: 11pt; mso-bidi-font-family: ArialMT;"&gt;José Luís Cabaço e Rita Chaves&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Sinopse do filme: &lt;/strong&gt;Para contar a história da Ilha de Moçambique, neste documentário, intervêm um historiador especializado nela e um arqueólogo marítimo que traz à superfície tesouros há muito perdidos em naufrágios. O quotidiano dos seus habitantes, atividades, hábitos, cultura, é dado a conhecer por inúmeros outros personagens: um pescador que relata as aventuras na&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;span style="font-family: ArialMT; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: ArialMT;"&gt;sua frágil embarcação, o porteiro da ilha, que controla quem entra e sai pela ponte que a liga ao continente; uma famosa dançarina e animadora cultural; uma colecionadora de capulanas e jóias; uma conhecedora dos seres mágicos que povoam o imaginário coletivo dos ilhéus. Uma pequena ilha, uma grande história. Muito antes de dar nome ao país, durante séculos, a Ilha de Moçambique teve um papel fundamental no Oceano Índico.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Pontos para o debate: &lt;/strong&gt;A Ilha como espaço de troca e a sua relevância na História de Moçambique; a Ilha na perspectiva dos historiadores e na visão dos poetas; a força do passado da Ilha e os dilemas do presente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial-BoldMT; font-size: 11pt; mso-bidi-font-family: Arial-BoldMT;"&gt;&lt;strong&gt;Data: 10/11 (quinta-feira).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Horário: &lt;/strong&gt;14:00 horas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Local: &lt;/strong&gt;Sala 266 do Prédio de Letras.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial-BoldMT; font-size: 11pt; mso-bidi-font-family: Arial-BoldMT;"&gt;&lt;strong&gt;MESA 05: África, culturas e contemporaneidades globais&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Coordenação: &lt;/strong&gt;Prof. Dr. Mário Lugarinho&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;span style="font-family: ArialMT; font-size: 11pt; mso-bidi-font-family: ArialMT;"&gt;(Universidade de São Paulo).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Participantes: &lt;/strong&gt;Profs. Drs. Sílvio Renato Jorge (UFF) e Fernando Arenas (Universidade de Michigan)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Resumo&lt;/strong&gt;: A mesa pretende discutir manifestações culturais contemporâneas nos países africanos de Língua Portuguesa, diversas à literatura, que definem uma perspectiva cultural pós-colonial&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial-BoldMT; font-size: 11pt; mso-bidi-font-family: Arial-BoldMT;"&gt;&lt;strong&gt;Data: 11/11 (sexta-feira).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Horário: &lt;/strong&gt;14:30 horas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Local: &lt;/strong&gt;Sala 260 do Prédio de Letras.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial-BoldMT; font-size: 11pt; mso-bidi-font-family: Arial-BoldMT;"&gt;&lt;strong&gt;MESA 06: Literatura de Cabo Verde e a interface com outras artes e saberes&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Coordenação: &lt;/strong&gt;Profa. Dra. Simone Caputo Gomes (USP).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Participantes: &lt;/strong&gt;Embaixador Daniel António Pereira (Embaixada da República de Cabo Verde na República Federativa do Brasil) e Prof. Dr. Jorge Vicente Valentim (UFSCar).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Resumo: &lt;/strong&gt;A mesa tem como objetivo refletir acerca da literatura cabo-verdiana na relação com a cultura crioula, a história do país e com outras artes, como a música.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;A programação completa pode ser acessada &lt;/span&gt;&lt;a href="javascript:void(0);"&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: Arial; font-size: small;"&gt;na página do evento&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;: &lt;/span&gt;&lt;a href="javascript:void(0);"&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: Arial; font-size: small;"&gt;http://www.comunicacao.fflch.usp.br/sites/comunicacao.fflch.usp.br/files/cea.pdf&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial-BoldMT; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial-BoldMT; font-size: medium;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-1285030832213853664?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/1285030832213853664/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=1285030832213853664' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/1285030832213853664'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/1285030832213853664'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2011/11/i-coloquio-internacional.html' title='I COLÓQUIO INTERNACIONAL ÁFRICAS,LITERATURA E CONTEMPORANEIDADE - de 07 a 11 de novembro de 2011'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-2651178794716536673</id><published>2011-11-02T11:59:00.000-02:00</published><updated>2011-11-02T11:59:49.119-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura Africana'/><title type='text'>Histórias e Contos Afro-Brasileiros</title><content type='html'>Duas contadoras entram em cena com pequenos instrumentos  e cantando músicas histórias e mitos afro-brasileiros. De forma dinâmica, uma  delas começa a contar uma história, que é sempre complementada pela outra  contadora com vozes, elementos sonoros e comentários que a primeira contadora  pode ter “esquecido” de narrar. Com a Cia. Dona Conceição. Itinerante pela  Unidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="local"&gt;SESC Carmo - SP&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="local"&gt;Dia(s) 04/11, 11/11, 18/11, 25/11 &lt;br /&gt;Sextas, às 12h&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-2651178794716536673?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/2651178794716536673/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=2651178794716536673' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/2651178794716536673'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/2651178794716536673'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2011/11/historias-e-contos-afro-brasileiros.html' title='Histórias e Contos Afro-Brasileiros'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-6716588691400616080</id><published>2011-10-20T11:19:00.002-02:00</published><updated>2011-10-20T11:19:19.224-02:00</updated><title type='text'>Campanha da Secretaria de Estado da Cultura seleciona vídeodocumentários curtos sobre a população negra</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Qualquer pessoa pode participar  da campanha “Nós, os afro-brasileiros”, inclusive com vídeos caseiros.  Inscrições acontecem na internet&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"&gt;A Secretaria de Estado da Cultura está com as  inscrições abertas para a campanha participativa “Nós, os afro-brasileiros”,  visando à conscientização para a diversidade étnica e cultural.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: red; font-family: Verdana; font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"&gt;Qualquer  pessoa pode se inscrever com pequenos vídeodocumentários de 3 a 5 minutos,  apresentando personagens, fatos, lugares e histórias que tenham como base o  fortalecimento da população negra. As inscrições podem ser feitas pelo site  &lt;/span&gt;&lt;a href="javascript:void(0);" rel="nofollow"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="javascript:void(0);"&gt;www.cultura.sp.gov.br/generoseetnias&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"&gt;.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"&gt;Pensada dentro  das comemorações do Ano Internacional dos Povos Afrodescendentes, declarado em  2011 pela Organização das Nações Unidas, a campanha “Nós, os afro-brasileiros”  estimula a produção do público, que terá seu material avaliado pelo curador  Jéferson DE. Os 40 vídeos selecionados serão editados num DVD produzido pela  Secretaria de Estado da Cultura e exibidos em mostras. O tema dessa campanha foi  escolhido através de parceria com o Museu Afro Brasil.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"&gt;“A cultura é um dos caminhos para transformar as pessoas e a  sociedade. Realizando campanhas como esta, estamos agindo diretamente para  reduzir preconceitos, promovendo o reconhecimento e o fortalecimento de grupos  hoje discriminados”, afirma o Secretário de Estado da Cultura, Andrea  Matarazzo.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"&gt;A ação é coordenada pela  Assessoria de Cultura para Gêneros e Etnias que, desde 2007, realiza campanhas  com foco no combate às discriminações e no fortalecimento das identidades. Neste  ano, além de “Nós, os afro-brasileiros”, foram lançadas também “Laços afetivos”,  com foco na diversidade sexual, e “Pela arte se inclui”, que reunirá exemplos de  ações e projetos de inclusão de pessoas com deficiência.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"&gt;Em&lt;/span&gt;&lt;span style="color: red; font-family: Verdana; font-size: x-small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"&gt;“Laços afetivos”, o público poderá contribuir com crônicas,  depoimentos e reportagens sobre as relações familiares, de amizade, no trabalho  e na escola, entre pais e filhos heterossexuais ou homossexuais. Os melhores  trabalhos serão selecionados pelos curadores Laura Bacellar e João Federici; os  ganhadores farão parte de um livro.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"&gt;Já  em “Pela arte se inclui”, os melhores exemplos de trabalhos ligados à inclusão  de pessoas com deficiência nas áreas da literatura, dança, fotografia, teatro,  canto, música, circo, desenho e cinema também vão compor um livro/catálogo e  participar de programação montada por ocasião das datas comemorativas de pessoas  com deficiência.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;Inscrições  &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"&gt;Os interessados poderão se inscrever no  endereço:&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;a href="javascript:void(0);" rel="nofollow"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="javascript:void(0);"&gt;www.cultura.sp.gov.br/generoseetnias&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-6716588691400616080?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/6716588691400616080/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=6716588691400616080' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/6716588691400616080'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/6716588691400616080'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2011/10/campanha-da-secretaria-de-estado-da.html' title='Campanha da Secretaria de Estado da Cultura seleciona vídeodocumentários curtos sobre a população negra'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-1133416519472306314</id><published>2011-10-19T14:01:00.000-02:00</published><updated>2011-10-19T14:01:26.208-02:00</updated><title type='text'>Banquete dos Orixás</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-dADTWqsxYe4/Tp70Kf14G0I/AAAAAAAAA3w/f0yIyL-T6Qw/s1600/comida_baiana.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-dADTWqsxYe4/Tp70Kf14G0I/AAAAAAAAA3w/f0yIyL-T6Qw/s1600/comida_baiana.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-dADTWqsxYe4/Tp70Kf14G0I/AAAAAAAAA3w/f0yIyL-T6Qw/s320/comida_baiana.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;A contribuição africana na formação da cozinha brasileira aparece tanto na  utilização de ingredientes e modos de preparo quanto na criação de mitos e  crendices. Com grande destaque, a região da Bahia é por vocação a maior herdeira  dessas raízes. O uso do azeite de dendê e as comidas de santo estão entre os  maiores símbolos da presença africana na cultura alimentar brasileira. Para  falar sobre o assunto o especialista Reginaldo Prandi contextualizará as  influências africanas na alimentação brasileira e a Chef Tereza Paim,  proprietária do restaurante Terreiro da Bahia, criará um prato inspirado no tema  para ser degustado pelo público. Salão I. 200 lugares. Ingressos antecipados  pelo sistema INGRESSOSESC a partir de 30/09. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="local"&gt;SESC Carmo&lt;/span&gt;&amp;nbsp;- SP&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Dia: 20/10 &lt;br /&gt;Quinta, das 19h às 21h.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td class="preco" valign="top" width="60"&gt;R$ 20,00&lt;/td&gt; &lt;td class="preco"&gt;[inteira]&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt; &lt;td class="preco" valign="top" width="60"&gt;R$ 10,00&lt;/td&gt; &lt;td class="preco"&gt;[usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos,  professores da rede pública de ensino e estudantes com comprovante]&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt; &lt;td class="preco" valign="top" width="60"&gt;R$ 5,00&lt;/td&gt; &lt;td class="preco"&gt;[trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e  dependentes]&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.sescsp.org.br/sesc/programa_new/mostra_detalhe.cfm?programacao_id=204460"&gt;http://www.sescsp.org.br/sesc/programa_new/mostra_detalhe.cfm?programacao_id=204460&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-1133416519472306314?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/1133416519472306314/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=1133416519472306314' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/1133416519472306314'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/1133416519472306314'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2011/10/banquete-dos-orixas.html' title='Banquete dos Orixás'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-dADTWqsxYe4/Tp70Kf14G0I/AAAAAAAAA3w/f0yIyL-T6Qw/s72-c/comida_baiana.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-3079400958385273244</id><published>2011-10-14T23:13:00.000-03:00</published><updated>2011-10-14T23:13:42.301-03:00</updated><title type='text'>VII FESTIVAL “A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS”</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-8ng1oDmr8k0/TpjsL9DxuyI/AAAAAAAAA3o/4cMpeotIEqE/s1600/festival-historias_1317391452.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-8ng1oDmr8k0/TpjsL9DxuyI/AAAAAAAAA3o/4cMpeotIEqE/s320/festival-historias_1317391452.jpg" width="228" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;De 15 a 23 de outubro de 2011 acontece a sétima edição do Festival “A Arte de Contar Histórias” em 40 bibliotecas, 9 Bosques da Leitura, 5 Pontos de Leitura e 36 roteiros dos Ônibus-biblioteca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confira a programaçao no link abaixo:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/bibliotecas/noticias/?p=9474"&gt;http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/bibliotecas/noticias/?p=9474&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-3079400958385273244?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/3079400958385273244/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=3079400958385273244' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/3079400958385273244'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/3079400958385273244'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2011/10/vii-festival-arte-de-contar-historias.html' title='VII FESTIVAL “A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS”'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-8ng1oDmr8k0/TpjsL9DxuyI/AAAAAAAAA3o/4cMpeotIEqE/s72-c/festival-historias_1317391452.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-3732679346657383460</id><published>2011-10-14T16:38:00.000-03:00</published><updated>2011-10-14T16:38:58.965-03:00</updated><title type='text'>Ensinar (com) o texto literário africano/moçambicano</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: left;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;OFICINA DE  FORMAÇÃO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Ensinar (com) o texto literário  africano/moçambicano&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 7.05pt 0pt 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Dias 07, 09,16 e  18 de Novembro de 2011 ? das 19h00 às 22h00&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 7.05pt 0pt 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;(12 horas, com  certificado)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 7.05pt 0pt 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Docente:  &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Profª Drª &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Fernanda Maria Correia Lisboa de Almeida Cavacas,  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Universidade de Aveiro, Portugal  (Mestrado em Literatura e Cultura dos Países Africanos de Língua Portuguesa e  Doutorado em Literaturas Africanas de Língua Portuguesa, ambos pela Universidade  Nova de Lisboa)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 7.05pt 0pt 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Público alvo:  &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Professores das redes pública e  privada, alunos de graduação e pós-graduação.&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; Objetivos:  &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 14pt;"&gt;*&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; Possibilitar conhecimento de culturas africanas dos  países de língua portuguesa;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 14pt;"&gt;*&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; Identificar algumas referências das literaturas  africanas de língua portuguesa através da vida e obra dos seguintes escritores:  PAULINA CHIZIANE, MIA COUTO, JOSÉ &lt;span class="incorrect" index="2" name="incorrect"&gt;CRAVEIRINHA&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 14pt;"&gt;*&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; Ler comparativamente textos selecionados desses  escritores enquadrando-os culturalmente para sua utilização em sala de  aula.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Conteúdo:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 6pt 5.7pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;1) A língua portuguesa e suas  culturas;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 6pt 5.7pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;2) O  multiculturalismo;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 6pt 5.7pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;3) A identidade cultural e o  diálogo das culturas: interdependência estreita com os direitos do homem e os  das entidades coletivas;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 6pt 5.7pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;4) Estabelecer relações entre  PAULINA CHIZIANE, MIA COUTO e JOSÉ  CRAVEIRINHA através da leitura comparada e  dirigida de textos selecionados dos escritores.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border: 1pt solid windowtext; padding: 1pt 4pt;"&gt; &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="border: currentColor; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; padding: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;INSCRIÇÕES&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border: currentColor; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; padding: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border: currentColor; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; padding: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Presencial&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;: de 17 a 27/10/2011&amp;nbsp;- &lt;strong&gt;Horário&lt;/strong&gt;: das  14 às 19h &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border: currentColor; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; padding: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Local&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;: Centro de Estudos Africanos&amp;nbsp;- Prédio de Filosofia e  Ciências Sociais, sala 1087&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border: currentColor; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; padding: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Procedimento&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;: &lt;u&gt;Por ordem de chegada ou enquanto houver  vagas&lt;/u&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border: currentColor; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; padding: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Preencher devidamente a ficha  de inscrição; pagamento da taxa no ato.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border: currentColor; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; padding: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Valor&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;:&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;R$ 50,00 (material didático  incluso - será entregue no primeiro dia de aula)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border: currentColor; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; padding: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Número de  vagas&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;: 80 (cem) - Número mínimo  de participantes: 50&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border: currentColor; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; padding: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border: 1pt solid windowtext; margin-left: 2.5pt; margin-right: 7.05pt; padding: 1pt 4pt;"&gt; &lt;div class="MsoNormal" style="border: currentColor; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; padding: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border: currentColor; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; padding: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Local:  &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Prédio  de Filosofia e Ciências  Sociais da USP&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border: currentColor; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; padding: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border: currentColor; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; padding: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Critérios:  &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;para fazer jus ao certificado o  aluno precisa cumprir 75% de freqüência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border: currentColor; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; padding: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-3732679346657383460?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/3732679346657383460/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=3732679346657383460' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/3732679346657383460'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/3732679346657383460'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2011/10/ensinar-com-o-texto-literario.html' title='Ensinar (com) o texto literário africano/moçambicano'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-3214975707949129634</id><published>2011-10-04T21:48:00.000-03:00</published><updated>2011-10-04T21:48:45.258-03:00</updated><title type='text'>História oral e memória: O que é e como se faz</title><content type='html'>&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;O curso acontece aos sábados, nos dias 29/10 e 05/11, em São Paulo&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;O curso “História oral e memória: O que é e como se faz” tem como propósito capacitar estudantes, professores, profissionais e quaisquer interessados para a realização de projetos de história oral. Para isso, oferece formação teórica e prática, apresentando desde os pressupostos e conceitos fundamentais desta prática como as diferentes técnicas e métodos passíveis de utilização. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;Plenamente consagrada como um dos mais interessantes recursos para estudos sobre o tempo presente, a história oral surgiu em 1948 no Oral History Research Office da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;Difundiu-se pelo mundo e, no Brasil, adquiriu características especiais que adaptaram este método à realidade do país. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;Como método, a história oral demonstra o valor de toda e qualquer história: reconhece que cada indivíduo é protagonista dos acontecimentos sociais e que mesmo experiências particulares são derivadas de um cenário compartilhado, no qual ressoam. A coleta e reunião de histórias pessoais – que dão a ver a complexidade das experiências que formam a memória e a história coletiva – é um de seus propósitos.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;Ao fim do curso, que não exige experiência prévia, os participantes terão reunido as ferramentas essenciais para a confecção de trabalhos de história oral e memória que podem ser aplicados a um sem-número de temas e campos.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #990000; font-size: 10pt; font-variant: small-caps; mso-bidi-font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Conteúdo&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;O que é&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 39.75pt; mso-list: l1 level1 lfo1; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;1.&lt;span style="font-size-adjust: none; font-stretch: normal; font: 7pt/normal &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span dir="LTR"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Estudos de memória e a história da história oral no Brasil e no mundo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 39.75pt; mso-list: l1 level1 lfo1; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;2.&lt;span style="font-size-adjust: none; font-stretch: normal; font: 7pt/normal &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span dir="LTR"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Conceitos fundamentais para o trabalho com história oral&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 39.75pt; mso-list: l1 level1 lfo1; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;3.&lt;span style="font-size-adjust: none; font-stretch: normal; font: 7pt/normal &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span dir="LTR"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;A poética e a política da história oral&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 39.75pt; mso-list: l1 level1 lfo1; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;4.&lt;span style="font-size-adjust: none; font-stretch: normal; font: 7pt/normal &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span dir="LTR"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;História oral, história pública e autoridade compartilhada&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Como se faz&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 39.75pt; mso-list: l0 level1 lfo2; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;1.&lt;span style="font-size-adjust: none; font-stretch: normal; font: 7pt/normal &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span dir="LTR"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;História oral, eletrônica, pesquisa e arquivos&lt;br /&gt;O projeto de pesquisa e as modalidades de história oral&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 39.75pt; mso-list: l0 level1 lfo2; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;2.&lt;span style="font-size-adjust: none; font-stretch: normal; font: 7pt/normal &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span dir="LTR"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;A entrevista, seus recursos e cenários, técnicas e soluções&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 39.75pt; mso-list: l0 level1 lfo2; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;3.&lt;span style="font-size-adjust: none; font-stretch: normal; font: 7pt/normal &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span dir="LTR"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Tratamento textual e literário das entrevistas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 39.75pt; mso-list: l0 level1 lfo2; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;4.&lt;span style="font-size-adjust: none; font-stretch: normal; font: 7pt/normal &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span dir="LTR"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Questões éticas e jurídicas na história oral&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 39.75pt; mso-list: l0 level1 lfo2; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;5.&lt;span style="font-size-adjust: none; font-stretch: normal; font: 7pt/normal &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span dir="LTR"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Execução, tratamento, publicação de entrevistas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Serviço&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;O que&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;: &lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;strong&gt;Curso &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;História oral e memória: O que é e como se faz&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Quando&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;: aos sábados, dias 29/out e 05/nov das 15h às 18h30&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Onde&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;: Rua Baronesa de Itu, 639 – Santa Cecília – SP (próx. ao metrô Marechal Deodoro)&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Investimento&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;: R$ 120,00 - &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;inclui apostila e certificado&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Inscrições&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;/informações: &lt;a href="javascript:void(0);"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;historiaoralememoria@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Facilitadores&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Ricardo Santhiago&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;. Graduado em Jornalismo, especialista em Jornalismo Científico, mestre e doutorando em História Social pela Universidade de São Paulo, onde prepara tese sobre a história oral no Brasil. É pesquisador do MusiMid - Centro de Estudos em Música e Mídia, do GEPHOM - Grupo de Estudo e Pesquisa em História Oral e Memória e do Núcleo de Estudos em História da Cultura Intelectual. Autor dos livros "Solistas Dissonantes: História (oral) de cantoras negras" e "Alaíde Costa: Minha vida é um desafio", entre outras publicações dentro e fora do Brasil. Atua predominantemente nas áreas de história oral, história intelectual, música e literatura no Brasil, comunicações, nas quais tem produção técnica, artística e bibliográfica.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Maria Nilda &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;é Jornalista, consultora nas áreas de Comunicação &amp;amp; Gestão Sociocultural.Já prestou serviços para o Ministério do Meio Ambiente, ONG Saúde Sem Limites, FOIRN – Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro, coordenou a Oficina de Jornalismo Experimental da ONG Papel Jornal/SP. Foi, também, criadora e coordenadora do I Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental e do I Fórum Paulista de Jornalismo Ambiental realizados em São Paulo, entre outros.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Importante&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: red; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;: necessária a formação de turma com 25 pessoas para que a atividade seja realizada&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-3214975707949129634?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/3214975707949129634/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=3214975707949129634' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/3214975707949129634'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/3214975707949129634'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2011/10/historia-oral-e-memoria-o-que-e-e-como.html' title='História oral e memória: O que é e como se faz'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-1986690725252138930</id><published>2011-10-02T17:52:00.000-03:00</published><updated>2011-10-02T17:52:53.958-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura Africana'/><title type='text'>Encontro com Toumani Koyaté no Paço do Baobá</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-1kDmtnizmE8/TojO3lNLlfI/AAAAAAAAA3k/B5X9Ipy__Ok/s1600/gri%25C3%25B4.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="260" src="http://3.bp.blogspot.com/-1kDmtnizmE8/TojO3lNLlfI/AAAAAAAAA3k/B5X9Ipy__Ok/s400/gri%25C3%25B4.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-1986690725252138930?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/1986690725252138930/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=1986690725252138930' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/1986690725252138930'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/1986690725252138930'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2011/10/encontro-com-toumani-koyate-no-paco-do.html' title='Encontro com Toumani Koyaté no Paço do Baobá'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-1kDmtnizmE8/TojO3lNLlfI/AAAAAAAAA3k/B5X9Ipy__Ok/s72-c/gri%25C3%25B4.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-3864531383118492704</id><published>2011-09-29T16:00:00.000-03:00</published><updated>2011-09-29T16:00:02.370-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura Africana'/><title type='text'>I Colóquio Interestadual "Histórias e Culturas Africanas e Afro-Brasileiras na Escola"</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-XBvW4ofRivE/ToTAINupQdI/AAAAAAAAA3g/8LkrpgDsJHA/s1600/afro.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://1.bp.blogspot.com/-XBvW4ofRivE/ToTAINupQdI/AAAAAAAAA3g/8LkrpgDsJHA/s400/afro.jpg" width="275" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-3864531383118492704?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/3864531383118492704/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=3864531383118492704' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/3864531383118492704'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/3864531383118492704'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2011/09/i-coloquio-interestadual-historias-e.html' title='I Colóquio Interestadual &quot;Histórias e Culturas Africanas e Afro-Brasileiras na Escola&quot;'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-XBvW4ofRivE/ToTAINupQdI/AAAAAAAAA3g/8LkrpgDsJHA/s72-c/afro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-7472607738827797460</id><published>2011-09-26T10:44:00.000-03:00</published><updated>2011-09-26T10:44:37.533-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura Africana'/><title type='text'>Afro-Ásia disponibiliza duas novas edições em site</title><content type='html'>Afro-Ásia é, desde 1965, a revista semestral do Centro de Estudos Afro-Orientais  da Universidade Federal da Bahia (Salvador, Brasil). Esta publicação dedica-se à  divulgação de estudos relativos às populações africanas, asiáticas e seus  descendentes no Brasil e alhures.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os números 40 e 41 da revista Afro-Ásia já estão disponíveis,em PDF, no site &lt;a href="javascript:void(0);"&gt;www.afroasia.ufba.br&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-7472607738827797460?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/7472607738827797460/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=7472607738827797460' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/7472607738827797460'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/7472607738827797460'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2011/09/afro-asia-disponibiliza-duas-novas.html' title='Afro-Ásia disponibiliza duas novas edições em site'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-1096105244089080060</id><published>2011-09-08T17:08:00.001-03:00</published><updated>2011-09-08T17:10:59.985-03:00</updated><title type='text'>Curso: Manipulação de kits de objetivos infantis indígenas e objetos arqueológicos e etnográficos.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-265G9OyT0vw/TmkgVWWIsXI/AAAAAAAAA3c/zE7UlZmIDws/s1600/Crianca-indigena.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://2.bp.blogspot.com/-265G9OyT0vw/TmkgVWWIsXI/AAAAAAAAA3c/zE7UlZmIDws/s400/Crianca-indigena.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;Foto: Pedro Danthas&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Treinamento para professores&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O quê: Treinamento gratuito para a manipulação de kits de objetivos infantis indígenas e objetos arqueológicos e etnográficos.&lt;br /&gt;Quando: setembro/2011 - dias 13, 16 e 21, sempre das 14 às 17h30.&lt;br /&gt;Onde: Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da USP, Av. Prof. Almeida Prado, 1466, Cidade Universitária, São Paulo (SP)&lt;br /&gt;Informações: (11) 3091-4905 ou &lt;a href="mailto:magomes@usp.br"&gt;magomes@usp.br&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-1096105244089080060?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/1096105244089080060/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=1096105244089080060' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/1096105244089080060'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/1096105244089080060'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2011/09/manipulacao-de-kits-de-objetivos.html' title='Curso: Manipulação de kits de objetivos infantis indígenas e objetos arqueológicos e etnográficos.'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-265G9OyT0vw/TmkgVWWIsXI/AAAAAAAAA3c/zE7UlZmIDws/s72-c/Crianca-indigena.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-4718348918293562302</id><published>2011-08-26T14:45:00.000-03:00</published><updated>2011-08-26T14:45:14.545-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura Africana'/><title type='text'>Lançamento Livro Exu e a ordem do universo</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-FFNOF_R5aOs/Tlfbl9Po87I/AAAAAAAAA3Y/aZaQ82QVn3g/s1600/exu.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="308" src="http://2.bp.blogspot.com/-FFNOF_R5aOs/Tlfbl9Po87I/AAAAAAAAA3Y/aZaQ82QVn3g/s400/exu.png" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-4718348918293562302?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/4718348918293562302/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=4718348918293562302' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/4718348918293562302'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/4718348918293562302'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2011/08/lancamento-livro-exu-e-ordem-do.html' title='Lançamento Livro Exu e a ordem do universo'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-FFNOF_R5aOs/Tlfbl9Po87I/AAAAAAAAA3Y/aZaQ82QVn3g/s72-c/exu.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-2087758666999044279</id><published>2011-08-22T09:15:00.000-03:00</published><updated>2011-08-22T09:15:32.253-03:00</updated><title type='text'>Temática indígena nas escolas</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-wX7XmT6aiDI/TlJH_j-3QrI/AAAAAAAAA3U/syLKp-ChD_U/s1600/foto_dentro14365_1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-wX7XmT6aiDI/TlJH_j-3QrI/AAAAAAAAA3U/syLKp-ChD_U/s1600/foto_dentro14365_1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;Livro para professores do ensino fundamental e médio aborda a questão indígena e suas representações nas escolas brasileiras. Lançamento será no dia 23/8, em Campinas&lt;/em&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Por Mônica Pileggi&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A escola foi, desde o início, o elemento principal na conformação das imagens sobre os indígenas. Somente nos últimos anos é que houve a inclusão da pluralidade como um valor positivo e o consequente reconhecimento dos indígenas como parte importante da sociedade e cultura brasileira. É o que conclui o livro &lt;i&gt;A temática indígena – subsídio para os professores&lt;/i&gt;, que será lançado no dia 23 de agosto, em Campinas.&lt;br /&gt;De autoria do arqueólogo e professor do Departamento de História da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Pedro Paulo Funari e da pesquisadora da Universidade Complutense de Madrid (Espanha) Ana Piñón, o livro foi elaborado a partir de uma pesquisa de mestrado, seguido de doutorado, da coautora, além de outros estudos apoiados pela FAPESP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A obra tem como público-alvo professores dos níveis fundamental e médio. “O livro tem uma apresentação teórica, histórica e cultural, assim como uma pesquisa empírica sobre a percepção dos alunos do ensino fundamental. Isso contribui para um diagnóstico de desafios, o que permite propostas de soluções no âmbito da escola e na formação dos professores”, disse Funari à &lt;b&gt;Agência FAPESP&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o autor, o livro surgiu da necessidade, tanto dos professores como dos alunos, de informações mais aprofundadas sobre os índios.&lt;br /&gt;“Muitos jovens mencionam que têm parentes e/ou antepassados indígenas. Mas, ao mesmo tempo, ainda localizam o índio longe: no passado e no mato. Os índios, às vezes, aparecem como um indivíduo, ao lado de uma oca, sem seu contexto social e coletivo”, pontuou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo de 128 páginas, os autores discorrem sobre a questão indígena e suas representações nas escolas brasileiras. No primeiro capítulo, Funari e Piñón abordam como se formam e se transformam as identidades sociais e a relação com os índios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seguida, observam os modos de se estudar os índios, na chamada experiência etnográfica – para os autores, a melhor forma de se conhecer um grupo humano, em particular uma comunidade indígena, é imergir em seu mundo, no seu cotidiano. Depois, seguem pela trajetória histórica desses habitantes no continente americano e a situação atual dos índios no país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos demais capítulos, o livro trata da temática indígena utilizada pela escola desde os tempos dos jesuítas até a escola republicana como projeto político, passando pela idealização dos índios no século 19, no âmbito da corte imperial do Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os autores examinam a influência da administração indígena pelo Serviço de Proteção aos Índios (SPI) – criado em 1910, operou em diferentes formatos até 1967, quando foi substituído pela Fundação Nacional do Índio (Funai) – e finalizam com as transformações nas formas de inclusão da temática nas salas de aula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Funari considera que, além de estereotipado, o ensino sobre o tema nas salas de aula está defasado, com o indígena retratado de forma distante, tanto no espaço como no tempo.&lt;br /&gt;“Isso transparece na sua presença na maior parte das vezes referente à pré-história do Brasil. A legislação brasileira reconhece direitos aos indígenas, do uso da língua até suas terras. Na constituição e na legislação há uma ênfase grande na valorização da diversidade, contudo, tais avanços chegam à escola ainda de forma parcial”, ressaltou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Formação mais ampla&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;“A temática indígena ainda é tratada de maneira incipiente e marginal em cursos de licenciatura em história, geografia e português; as que mais tratam do tema. Faltam nesses cursos disciplinas que tratem da pré-história do Brasil e da América, história indígena, da etnologia indígena e línguas indígenas, e que façam parte do currículo obrigatório”, disse Funari.&lt;br /&gt;“Dessa forma, os futuros professores terão condições de aprofundar seus conhecimentos sobre os índios, aproveitar melhor a informação dos livros didáticos e ensinar de forma mais adequada aos alunos”, destacou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O antropólogo ressalta que o livro poderá contribuir para uma formação mais ampla e variada dos atuais e futuros professores, pois apresenta aspectos históricos e culturais não só dos indígenas, mas do Brasil de forma geral. “A obra fornece, também, indicações de leituras que permitem ao leitor se aprofundar nos diversos temas tratados”, completou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro será lançado no dia 23 de agosto, às 18h30, na Livraria Cultura do Shopping Center Iguatemi, localizado na Av. Iguatemi, nº 777, Vl. Brandina, Campinas. No evento, ocorrerá o debate “A Temática Indígena nas Escolas – Desafios para Educadores e Estudiosos”, com a participação dos autores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Título: &lt;/b&gt;&lt;i&gt;A temática indígena na escola: subsídio para os professores&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Autores: &lt;/b&gt;Pedro Paulo Funari e Ana Piñón &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Lançamento:&lt;/b&gt; 2011 &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Preço:&lt;/b&gt; R$ 29,90 &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Páginas:&lt;/b&gt; 128 &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Mais informações:&lt;/b&gt; &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.editoracontexto.com.br/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #6c8dbe;"&gt;www.editoracontexto.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://agencia.fapesp.br/14365"&gt;http://agencia.fapesp.br/14365&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-2087758666999044279?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/2087758666999044279/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=2087758666999044279' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/2087758666999044279'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/2087758666999044279'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2011/08/tematica-indigena-nas-escolas.html' title='Temática indígena nas escolas'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-wX7XmT6aiDI/TlJH_j-3QrI/AAAAAAAAA3U/syLKp-ChD_U/s72-c/foto_dentro14365_1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-4438528448034025180</id><published>2011-08-19T19:05:00.001-03:00</published><updated>2011-08-19T19:06:13.396-03:00</updated><title type='text'>ÁFRICA: PASSADO E PRESENTE</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-XOPUPnaRBRE/Tk7d-_JO0QI/AAAAAAAAA3Q/Up7DBIx1pOk/s1600/Africa.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://4.bp.blogspot.com/-XOPUPnaRBRE/Tk7d-_JO0QI/AAAAAAAAA3Q/Up7DBIx1pOk/s400/Africa.jpg" width="310" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-4438528448034025180?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/4438528448034025180/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=4438528448034025180' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/4438528448034025180'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/4438528448034025180'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2011/08/africa-passao-e-presente.html' title='ÁFRICA: PASSADO E PRESENTE'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-XOPUPnaRBRE/Tk7d-_JO0QI/AAAAAAAAA3Q/Up7DBIx1pOk/s72-c/Africa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-7196062718074992282</id><published>2011-07-19T13:17:00.000-03:00</published><updated>2011-07-19T13:17:53.047-03:00</updated><title type='text'>7º Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-dqe3r0ocKoI/TiWuDUPCRII/AAAAAAAAA3M/ylpOz8aEtTc/s1600/Igualdade+generos.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-dqe3r0ocKoI/TiWuDUPCRII/AAAAAAAAA3M/ylpOz8aEtTc/s1600/Igualdade+generos.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Estão abertas até 16 de setembro as inscrições para o 7º Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero, uma iniciativa da Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM), do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCT), do Ministério da Educação (MEC) e da ONU Mulheres.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A iniciativa tem como objetivo estimular e fortalecer a reflexão crítica e a pesquisa sobre as desigualdades existentes entre homens e mulheres no Brasil.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Podem concorrer estudantes do ensino médio, graduados, especialistas, mestres e doutorandos, com redações e artigos científicos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Escolas públicas e privadas que estejam desenvolvendo projetos e ações pedagógicas para a promoção da igualdade de gênero poderão concorrer na categoria “Escola Promotora da Igualdade de Gênero”. Será premiada uma escola por região, que receberá a quantia de R$10 mil. O dinheiro deverá ser aplicado na ampliação e fortalecimento de ações promotoras da igualdade de gênero. Premiados em edições anteriores somente poderão candidatar-se novamente após três anos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Na categoria estudante de Ensino Médio são duas possibilidades: “Etapa Nacional” e “Etapa Unidade da Federação”. Ao todo, serão 27 vencedores, um por cada estado e Distrito Federal que serão agraciados com bolsas de estudo, computadores e impressoras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já nas categorias: “Mestre e Estudante de Doutorado”, “Mestre, Graduado, Especialista e Estudante de Mestrado” e “Estudante de Graduação” serão premiados os seis melhores artigos científicos, sendo dois selecionados para cada categoria. Ao todo, os textos vencedores receberão premiações em dinheiro no valor de R$ 23 mil, além de bolsas de estudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais informações: &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.igualdadedegenero.cnpq.br/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #6c8dbe;"&gt;www.igualdadedegenero.cnpq.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://agencia.fapesp.br/14197"&gt;http://agencia.fapesp.br/14197&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-7196062718074992282?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/7196062718074992282/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=7196062718074992282' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/7196062718074992282'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/7196062718074992282'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2011/07/7-premio-construindo-igualdade-de.html' title='7º Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-dqe3r0ocKoI/TiWuDUPCRII/AAAAAAAAA3M/ylpOz8aEtTc/s72-c/Igualdade+generos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-4820250987201956025</id><published>2011-07-19T13:11:00.000-03:00</published><updated>2011-07-19T13:11:26.328-03:00</updated><title type='text'>Abertas as inscrições para o Prêmio SESC de Literatura</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-J0Fh6nl2P2o/TiWsmQrv7yI/AAAAAAAAA3I/ZvItZZN0mg4/s1600/premio_sesc_literatura.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="226" src="http://4.bp.blogspot.com/-J0Fh6nl2P2o/TiWsmQrv7yI/AAAAAAAAA3I/ZvItZZN0mg4/s320/premio_sesc_literatura.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;Se você tem textos ineditos nas categorias conto ou romance, destinados ao público adulto, escritos em língua portuguesa, inscreva-se no Prêmio SESC de Literatura e, caso seja selecionado, seu livro será publicado pela editora Record.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O edital já está disponível e você pode enviar sua obra via correio ou entregá-la pessoalmente em uma unidade SESC cadastrada, que no caso do Estado de São Paulo é no SESC Vila Mariana [R. Pelotas, 141 – (11) 5080 3055]. Cada concorrente pode participar somente com uma obra. As inscrições vão até 31 de agosto e os livros vencedores são publicados pela editora Record e distribuídos para toda a rede de bibliotecas e salas de leitura do SESC e SENAC em todo o país. Mais do que oferecer uma oportunidade a novos escritores, o Prêmio SESC de Literatura cumpre um importante papel na área de cultura, proporcionando uma renovação no panorama editorial brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A edição de 2010 recebeu 1.142 obras provenientes de todos os estados. Destas, 76 foram selecionadas para a etapa final, sendo 37 romances e 39 coletâneas de contos. Habeas asas, sertão do céu! foi o escolhido pela comissão de jurados de sua categoria, composta pela escritora Alice Ruiz e pelo professor e pesquisador Antonio Vicente Pietroforte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Contos de mentira, a autora Luisa Geisler, moradora da cidade de Canoas, usa uma linguagem ágil, cortada com economia e precisão, para falar de sentimentos humanos antiquíssimos, segundo análise dos escritores Marina Colasanti e Raimundo Carrero, que compuseram a comissão da categoria São pequenas histórias densas, que retratam o ser humano sozinho, acompanhado de sua incompletude.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saiba mais:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.sesc.com.br/premiosesc/index.html"&gt;http://www.sesc.com.br/premiosesc/index.html&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-4820250987201956025?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/4820250987201956025/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=4820250987201956025' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/4820250987201956025'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/4820250987201956025'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2011/07/abertas-as-inscricoes-para-o-premio.html' title='Abertas as inscrições para o Prêmio SESC de Literatura'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-J0Fh6nl2P2o/TiWsmQrv7yI/AAAAAAAAA3I/ZvItZZN0mg4/s72-c/premio_sesc_literatura.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-8935476185515015826</id><published>2011-07-12T17:07:00.000-03:00</published><updated>2011-07-12T17:07:17.356-03:00</updated><title type='text'>NO Sempre Um Papo - Conversa com  Autores Africanos</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Corbel; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;SESC VILA MARIANA RECEBE o  ESCRITOR BARTOLOMEU CAMPOS DE QUEIRÓS E AUTORES AFRICANOS,&lt;br /&gt;NO Sempre Um Papo  de julho&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;Em julho, o Auditório do Sesc Vila Mariana  recebe o escritor &lt;b&gt;Bartolomeu Campos de Queirós (dia 14) &lt;/b&gt;e os escritores  africanos &lt;b&gt;Zetho Cunha Gonçalves, Abdulai Sila e Maria Celestina (dia 27),  &lt;/b&gt;no&lt;b&gt; &lt;/b&gt;evento mensal &lt;b&gt;&lt;i&gt;Sempre Um Papo&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, realizado em parceria  com o Sesc SP e a Associação Cultural Sempre Um Papo.&lt;br /&gt;No encontro do&lt;b&gt; dia  14&lt;/b&gt;, o autor infantojuvenil &lt;b&gt;Bartolomeu Campos de Queiró&lt;/b&gt;s debate e  lança seu novo livro &lt;i&gt;Vermelho Amargo &lt;/i&gt;(Cosac Naify). A obra narrada em  primeira pessoa revisita a dolorosa infância, marcada pela ausência da mãe  substituída por uma madrasta indiferente. &lt;br /&gt;Já &lt;b&gt;no dia 27&lt;/b&gt;, o Sempre Um  Papo realiza edição especial recebendo três importantes escritores africanos  para lançarem seus livros e debate sobre a literatura infantil, a cultura,  lendas e costumes do continente. O angolano &lt;b&gt;Zetho Cunha Gonçalves&lt;/b&gt;  apresenta os livros &lt;i&gt;A Caçada Real&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Brincando Não Tem Macaco  Troglodita&lt;/i&gt; (ambos da Matrix Editora); o autor guineense &lt;b&gt;Abdulai Sila&lt;/b&gt;  lança &lt;i&gt;A Última Tragédia&lt;/i&gt; (Pallas Editora), e &lt;b&gt;Maria Celestina  Fernandes&lt;/b&gt;, nascida em Lubango, com o livro &lt;i&gt;A Árvore dos Gingongos&lt;/i&gt;.  &lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;x-tab&gt;        &lt;/x-tab&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A cada mês, o Sempre Um Papo e o Sesc Vila  Mariana recebem autores para compartilhar com o público o processo criativo e a  experiência literária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Sempre um Papo com Bartolomeu Campos de  Queirós. Mediação do Afonso Borges&lt;br /&gt;Dia 14 de julho&lt;br /&gt;Quinta, às  20h&lt;/b&gt;Auditório - 131 lugares&lt;br /&gt;Grátis - os ingressos são retirados com 1h  de antecedência na bilheteria da unidade.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Não recomendado para menores de  12 anos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre um Papo especial escritores africanos com: Maria  Celestina Fernandes, Abdulai Sila, Zetho Cunha Gonçalves. Mediação do debate:  professora Suzana Ventura.&lt;/b&gt;Dia 27 de julho&lt;br /&gt;Quarta-feira, às  20h  &lt;br /&gt;Auditório - 131 lugares&lt;br /&gt;Grátis - os ingressos são retirados com 1h de  antecedência na bilheteria da unidade.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Não recomendado para menores de 12  anos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acesso para pessoas com deficiências&lt;br /&gt;Estacionamento: de R$ 3,00  a R$ 6,00.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SESC Vila Mariana&lt;br /&gt;Rua Pelotas, 141&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Informações: 5080-3000&lt;/span&gt;0800-118220&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;u&gt;&lt;a eudora="autourl" href="javascript:void(0);"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="javascript:void(0);"&gt;www.sescsp.org.br&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-8935476185515015826?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/8935476185515015826/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=8935476185515015826' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/8935476185515015826'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/8935476185515015826'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2011/07/no-sempre-um-papo-conversa-com-autores.html' title='NO Sempre Um Papo - Conversa com  Autores Africanos'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-7983927262240984199</id><published>2011-07-12T11:35:00.000-03:00</published><updated>2011-07-12T11:35:20.578-03:00</updated><title type='text'>curso de especialização em Ética, Valores e Cidadania na Escola.</title><content type='html'>A Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest) receberá, até o dia 5 de agosto, inscrições para o processo seletivo do curso de especialização em Ética, Valores e Cidadania na Escola.&lt;br /&gt;Firmado em uma parceria do Programa Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp) com a Universidade de São Paulo (USP), o curso é direcionado a portadores de diploma do ensino superior que estejam exercendo as atividades de professor, coordenador pedagógico, vice-diretor ou diretor em instituição de educação infantil, de ensino fundamental, médio ou profissional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O curso de especialização é gratuito, tem duração de 18 meses, carga horária de 480 horas e garante ao formando o diploma da USP. São oferecidas mil vagas, distribuídas pelo Estado de São Paulo.&lt;br /&gt;Assim como outros cursos do Programa Univesp, a configuração da especialização em Ética, Valores e Cidadania na Escola é semipresencial, com encontros semanais obrigatórios de 4 horas/aula. As demais atividades serão desenvolvidas por meio de ferramentas digitais/virtuais que promovem ambientes colaborativos e cooperativos disponibilizados na internet, por meio de programas da Univesp TV e videoaulas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os interessados devem se inscrever exclusivamente pelo site da Fuvest (&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.fuvest.br/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #6c8dbe;"&gt;www.fuvest.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;). Após o preenchimento da ficha de inscrição, o interessado deve pagar uma taxa de R$ 55,00 na rede bancária.&lt;br /&gt;A prova será realizada no dia 14 de agosto, domingo, na cidade que o candidato indicou como opção para cursar as atividades presenciais obrigatórias (na Baixada Santista a prova será na cidade de Santos), em local e horário a serem divulgados no site da Fuvest.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O exame será constituído por uma redação em língua portuguesa, elaborada em gênero dissertativo e seguindo a norma padrão da língua, sob temática relacionada aos objetivos do curso, com pontuação máxima de 100 (cem) pontos. A nota da redação será o resultado da avaliação de: tipo de texto e abordagem do tema; estrutura; e expressão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais informações: &lt;b&gt;&lt;a href="http://univesp.ensinosuperior.sp.gov.br/2007/fuvest-recebe-inscricoes-para-novo-curso-da-usp" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #6c8dbe;"&gt;http://univesp.ensinosuperior.sp.gov.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;. &lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://agencia.fapesp.br/14165"&gt;http://agencia.fapesp.br/14165&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-7983927262240984199?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/7983927262240984199/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=7983927262240984199' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/7983927262240984199'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/7983927262240984199'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2011/07/curso-de-especializacao-em-etica.html' title='curso de especialização em Ética, Valores e Cidadania na Escola.'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-2594503618499332431</id><published>2011-07-05T17:38:00.000-03:00</published><updated>2011-07-05T17:38:58.354-03:00</updated><title type='text'>Novo livro de Daniel Munduruku resgata mitos indígenas</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;em style="margin: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;strong style="margin: 0px; padding: 0px;"&gt;Como  surgiu – Mitos indígenas brasileiros&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; é o novo livro do escritor  Daniel Munduruku, lançamento da Callis Editora. A obra traz várias histórias de  tribos como Apinajé, Tembé e Caiapó que explicam por exemplo a origem do fogo,  do milho e da mandioca.&lt;/span&gt;&lt;div style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; margin: 0px 0px 15px; padding: 5px 0px;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-y-dxd974Wus/ThN2N0CTtCI/AAAAAAAAA3E/7kJn7KEUhB8/s1600/LivroMunduruku.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-y-dxd974Wus/ThN2N0CTtCI/AAAAAAAAA3E/7kJn7KEUhB8/s1600/LivroMunduruku.jpg" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"&gt;Além  de revelar as crenças indígenas, Munduruku mostra ao leitor um panorama atual  sobre a presença do índio no Brasil: desde crescimento populacional até a  “urbanização” de várias tribos e as disputas de terra no território da Floresta  Amazônica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 16px; margin: 0px 0px 15px; padding: 5px 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong style="margin: 0px; padding: 0px;"&gt;O  autor -&lt;/strong&gt; Daniel é índio da nação Munduruku, dai ter adotado o nome de  sua tribo como escritor. Formado em filosofia pela UNISAL (em Lorena) e doutor  em educação pela Universidade de São Paulo (USP). Recebeu o Prêmio Jabuti pela  versão infantil do livro &lt;em style="margin: 0px; padding: 0px;"&gt;Coisas  de índio&lt;/em&gt; (Callis Editora) e é diretor-presidente do Instituto Indígena  Brasileiro para Propriedade Intelectual – INBRAPI, que defende o patrimônio  cultural e os conhecimentos tradicionais dos povos indígenas brasileiros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; margin: 0px 0px 15px; padding: 5px 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Título: &lt;em&gt;Como surgiu – Mitos indígenas brasileiros&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; margin: 0px 0px 15px; padding: 5px 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Autor: Daniel Munduruku&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; margin: 0px 0px 15px; padding: 5px 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ilustrações: Rosinha&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; margin: 0px 0px 15px; padding: 5px 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;31 páginas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; margin: 0px 0px 15px; padding: 5px 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Preço: R$ 24,90&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-2594503618499332431?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/2594503618499332431/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=2594503618499332431' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/2594503618499332431'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/2594503618499332431'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2011/07/novo-livro-de-daniel-munduruku-resgata.html' title='Novo livro de Daniel Munduruku resgata mitos indígenas'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-y-dxd974Wus/ThN2N0CTtCI/AAAAAAAAA3E/7kJn7KEUhB8/s72-c/LivroMunduruku.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-3276066224526365113</id><published>2011-06-16T17:47:00.000-03:00</published><updated>2011-06-16T17:47:43.158-03:00</updated><title type='text'>Antropologia dos Orixas</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-GxaZtN42pXk/Tfpr3PC2arI/AAAAAAAAA3A/8fAOC_gZwmk/s1600/antropologia+dos+orix%25C3%25A1s.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-GxaZtN42pXk/Tfpr3PC2arI/AAAAAAAAA3A/8fAOC_gZwmk/s1600/antropologia+dos+orix%25C3%25A1s.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Com o  intuito de contribuir com a lei 10639/03, Ivan da Silva Poli através do livro “&lt;em&gt;&lt;strong style="background-color: #ffff66; color: black;"&gt;Antropologia&lt;/strong&gt; dos &lt;strong style="background-color: #a0ffff; color: black;"&gt;Orixás&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;“, é resultado de cursos de extensão sobre cultura Africana Yorubá em diversos locais de São Paulo, como o Centro Cultural Africano de São Paulo e a  Biblioteca Municipal de Osasco. Apesar do enfoque antropológico o livro é destinado  também  a Educadores, Historiadores, Religiosos de todas as vertentes e todos aqueles envolvidos com as Ciências Humanas que se interessem por temas relativos a Africa, cultura Afro-brasileira e identidade brasileira. A obra e indicada sobretudo para os que lutam pelos ideais  ao combate de todo tipo de discriminação, seja religiosa, racial ou o sexismo.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;ISBN - 978-85-7921-046-4 – R$ 30,00&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.terceiramargem.com/antropologia/100-antropologia-dos-orixas"&gt;http://www.terceiramargem.com/antropologia/100-antropologia-dos-orixas&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-3276066224526365113?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/3276066224526365113/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=3276066224526365113' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/3276066224526365113'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/3276066224526365113'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2011/06/antropologia-dos-orixas.html' title='Antropologia dos Orixas'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-GxaZtN42pXk/Tfpr3PC2arI/AAAAAAAAA3A/8fAOC_gZwmk/s72-c/antropologia+dos+orix%25C3%25A1s.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-4157275566216007307</id><published>2011-05-30T11:38:00.002-03:00</published><updated>2011-05-30T11:38:57.289-03:00</updated><title type='text'>Museu Paulista oferece oficina gratuita para professores</title><content type='html'>O Museu Paulista (MP) da USP, conhecido como Museu do Ipiranga, oferece uma oficina de professores para os meses de maio e junho. O tema da oficina é o &lt;em&gt;Museu Paulista e o trabalho educativo em museus&lt;/em&gt;, e será ministrada por Denise Peixoto, supervisora do serviço de atividades educativas do Museu Paulista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A oficina tem duração de três horas e ocorre nos dias 24 de maio, às 9h, 25 de maio, às 13h30, 14 de junho, às 9h e 22 de junho, às 13h30. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no &lt;a href="http://www.mp.usp.br/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #0e94ab;"&gt;site do MP&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, até dois dias antes da oficina. Há um limite de 40 vagas por dia. O Museu Paulista fica no Parque da Independência s/nº, Ipiranga, São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mais informações: (11) 2065-8053; email   &lt;script language="JavaScript" type="text/javascript"&gt; &lt;!-- var prefix = 'm&amp;#97;&amp;#105;lt&amp;#111;:'; var suffix = ''; var attribs = ''; var path = 'hr' + 'ef' + '='; var addy87212 = 's&amp;#101;rv&amp;#101;d&amp;#117;c' + '&amp;#64;'; addy87212 = addy87212 + '&amp;#117;sp' + '&amp;#46;' + 'br'; document.write( '&lt;a ' + path + '\'' + prefix + addy87212 + suffix + '\'' + attribs + '&gt;' ); document.write( addy87212 ); document.write( '&lt;\/a&gt;' ); //--&gt; &lt;/script&gt; &lt;a href="mailto:serveduc@usp.br"&gt;&lt;span style="color: #0e94ab;"&gt;serveduc@usp.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;script language="JavaScript" type="text/javascript"&gt; &lt;!-- document.write( '&lt;span style=\'display: none;\'&gt;' ); //--&gt; &lt;/script&gt; &lt;span style="display: none;"&gt;Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. 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Serão examinados algumas  possibilidades de entrecruzamento da literatura e da arte por meio de análises  de obras literárias e visuais. No centro do curso estará a noção de ecfrase, ou  seja, da reinvenção verbal de criações plásticas. À luz das análises  preliminares, serão propostos exercícios de escrita aos participantes e a  subsequente leitura e discussão destes textos. Com a escritora Verônica Stigger.  Sala 3, 6º andar - Torre A. Inscrições na Central de Atendimento, a partir de  26/04. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="local"&gt;SESC Vila Mariana&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;Dia(s) 24/05, 26/05, 31/05, 02/06, 07/06, 09/06 &lt;br /&gt;Terças e quintas, das 19h às 22h. &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.sescsp.org.br/sesc/programa_new/mostra_detalhe.cfm?programacao_id=193341"&gt;http://www.sescsp.org.br/sesc/programa_new/mostra_detalhe.cfm?programacao_id=193341&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-6159279096352200816?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/6159279096352200816/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=6159279096352200816' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/6159279096352200816'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/6159279096352200816'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2011/05/literatura-e-arte-relacoes-entre-imagem.html' title='LITERATURA E ARTE - RELAÇÕES ENTRE IMAGEM E PALAVRA'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-1427893831907565229</id><published>2011-05-17T02:19:00.002-03:00</published><updated>2011-05-17T02:23:28.352-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura Africana'/><title type='text'>História das Mãos</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-OV6SaJJj6mI/TdIFO7kbfXI/AAAAAAAAA2w/MCNwgX5PpGo/s1600/Kor%25C3%25A1_maos.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-OV6SaJJj6mI/TdIFO7kbfXI/AAAAAAAAA2w/MCNwgX5PpGo/s200/Kor%25C3%25A1_maos.jpg" width="140" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large;"&gt;Ao som de um Korá, a "História das Mãos" revela uma sabedoria primorosa,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;click no link abaixo:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span data-jsid="text" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://videos.sapo.pt/Z6huMoJAEn5eo7OjzV0S"&gt;http://videos.sapo.pt/Z6huMoJAEn5eo7OjzV0S&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-1427893831907565229?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/1427893831907565229/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=1427893831907565229' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/1427893831907565229'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/1427893831907565229'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2011/05/historia-das-maos.html' title='História das Mãos'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-OV6SaJJj6mI/TdIFO7kbfXI/AAAAAAAAA2w/MCNwgX5PpGo/s72-c/Kor%25C3%25A1_maos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-5088203970496154798</id><published>2011-05-13T20:55:00.002-03:00</published><updated>2011-05-13T20:55:58.895-03:00</updated><title type='text'>SARAU – CONTOS E CANTOS</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Os contistas Marçal Aquino e o músico Léo Nascimento batem um papo sobre o gênero contos na Literatura e as narrativas na música. O público é convidado para participar com seus contos favoritos ou de própria autoria. Salão 1. Retirada de Ingressos pelo Sistema INGRESSOSESC a partir do dia 19/05&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Dia 26/05 &lt;br /&gt;Quinta-feira, às 19h&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span class="local"&gt;SESC Carmo - &lt;/span&gt;Rua do Carmo, 147&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;- SP - Centro&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-5088203970496154798?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/5088203970496154798/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=5088203970496154798' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/5088203970496154798'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/5088203970496154798'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2011/05/sarau-contos-e-cantos.html' title='SARAU – CONTOS E CANTOS'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-1245857073120554250</id><published>2011-05-10T11:54:00.000-03:00</published><updated>2011-05-10T11:54:35.629-03:00</updated><title type='text'>UMOJA PROMOVE ENCONTRO DE TAMBORES</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-KzXcfTthWpE/TclRjaNRD9I/AAAAAAAAA2o/gPHbUp1wNfw/s1600/UMOJA.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-KzXcfTthWpE/TclRjaNRD9I/AAAAAAAAA2o/gPHbUp1wNfw/s320/UMOJA.jpg" width="226" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;Mostra de música popular reunirá de tambores africanos a japoneses&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="margin: 1em 0px; text-align: justify;"&gt;A Casa de Cultura do M’Boi Mirim, um dos primeiros  pólo cultural da região, localizada na Zona Sul de São Paulo,  sediará na noite  do 13 de maio, a partir das 19h, o evento &lt;em&gt;Noite dos Tambores,&lt;/em&gt; realizado  pelo grupo Umoja e o Sesc Santo Amaro. Esta atividade consiste em reunir grupos  que promovem a musicalidade percussiva  presente em diversas culturas.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin: 1em 0px; text-align: justify;"&gt;Esta mostra de música popular promoverá um  intercâmbio e uma interação entre os grupos convidados e o público. Por meio de  uma programação bem diferenciada, que iniciará com a palestra &lt;em&gt;A presença do  tambor nas culturas brasileiras, &lt;/em&gt;ministrada pelo Profº Drº Salloma Salomão  e também por uma exposição de fotos idealizada pelo Instituto Tambor em parceria  como fotógrafo Guma.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin: 1em 0px; text-align: justify;"&gt;A diversidade da musica percussiva estará presente no  evento que começará com os tambores do candomblé - &lt;em&gt;Oya Aguerê&lt;/em&gt;, depois  tambores árabes – &lt;em&gt;Trio do Oriente&lt;/em&gt;, tambores do maracatu – &lt;em&gt;Ilê  Alafia e Umoja, &lt;/em&gt;tambores japoneses – &lt;em&gt;Taikô Kôdaiko,&lt;/em&gt;tambores do  maculelê – &lt;em&gt;Espírito de Zumbi, &lt;/em&gt;tambores africanos – &lt;em&gt;Ballet Afro  Koteban,&lt;/em&gt;tambores do Maranhão – &lt;em&gt;Tambor de Crioula Juçaral dos  Pretos&lt;/em&gt; e a finalização com o Jongo do Tamandaré, tambores do jongo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-1245857073120554250?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/1245857073120554250/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=1245857073120554250' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/1245857073120554250'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/1245857073120554250'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2011/05/umoja-promove-encontro-de-tambores.html' title='UMOJA PROMOVE ENCONTRO DE TAMBORES'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-KzXcfTthWpE/TclRjaNRD9I/AAAAAAAAA2o/gPHbUp1wNfw/s72-c/UMOJA.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-2669298416620794790</id><published>2011-04-28T09:42:00.000-03:00</published><updated>2011-04-28T09:42:59.172-03:00</updated><title type='text'>Raízes Africanas</title><content type='html'>28/04/2011&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-q3WopSrkdDA/TblgufE1xiI/AAAAAAAAA2k/6VJ8Qp8Q5mo/s1600/foto_dentro13792_1Africa.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="146" src="http://3.bp.blogspot.com/-q3WopSrkdDA/TblgufE1xiI/AAAAAAAAA2k/6VJ8Qp8Q5mo/s200/foto_dentro13792_1Africa.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;Informações sobre as histórias de africanos transportados à força em navios negreiros – ou tumbeiros, como eram chamadas essas embarcações – pelo Atlântico estão reunidas em um novo site na internet.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Trata-se do projeto African Origins, que utiliza como base informações de 9.453 africanos libertados pelas Comissões Mistas (sistema de tribunais internacionais criado na época para julgar os navios acusados de envolvimento no tráfico de escravos) para fornecer dados sobre quase 70 mil pessoas durante a supressão do comércio transatlântico de escravos no século 19.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pelo site é possível conferir o resultado de uma série de contribuições linguísticas e culturais do registro de um nome. Durante a busca, o usuário tem acesso a informações como o lugar de origem, o ano de partida e o nome do navio em que estava a pessoa desejada, além de traçar os padrões migratórios de africanos carregados do interior da África para portos no litoral do continente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Os registros disponíveis até o momento são de escravos libertados em Havana, na capital cubana. Cada registro é analisado detalhadamente antes de ser incluído”, disse Domingos Dellamonica Jr., programador no projeto que conta com o apoio do Fundo Nacional para as Humanidades, da Universidade Emory e do Instituto W.E.B. DuBois (Universidade Harvard), todos dos Estados Unidos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Formado em Ciências da Computação pela Universidade de São Paulo, Dellamonica teve mestrado apoiado por Bolsa da FAPESP e concluído em 2007 na mesma universidade. Atualmente, cursa o doutorado na Emory.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;African Origins: &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.african-origins.org/"&gt;&lt;span style="color: #6c8dbe;"&gt;www.african-origins.org&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:Agência FAPESP&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-2669298416620794790?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/2669298416620794790/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=2669298416620794790' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/2669298416620794790'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/2669298416620794790'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2011/04/raizes-africanas.html' title='Raízes Africanas'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-q3WopSrkdDA/TblgufE1xiI/AAAAAAAAA2k/6VJ8Qp8Q5mo/s72-c/foto_dentro13792_1Africa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-1669613183296355435</id><published>2011-04-27T21:38:00.000-03:00</published><updated>2011-04-27T21:38:13.303-03:00</updated><title type='text'>Heloisa Prieto fala sobre como contar uma história, em chat para participantes do Causos do Eca</title><content type='html'>Os Participantes do 7o. concurso&lt;a href="http://www.promenino.org.br/CausosdoECA/7%C2%BAConcursoCausosdoECA/tabid/253/Default.aspx" target="_blank"&gt; Causos do Eca &lt;/a&gt; poderão trocar experiências e receber auxílio para escrever uma boa história sobre crianças e adolescentes com a escritora Heloisa Prieto. Heliosa é uma das principais autoras de livros infantojuvenis do país.O encontro será via &lt;em&gt;chat&lt;/em&gt; nesta quinta (28) a partir das 14:00. O &lt;em&gt;link&lt;/em&gt; de acesso à sala estará disponível no portal &lt;a href="http://www.promenino.org.br/Home/tabid/37/Default.aspx" target="_blank"&gt;Pró-Menino.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prieto já publicou cerca de 40 livros cujo destaques são: "De Primeira Viagem", "Vida Crônica", "O Jogo da Parlenda", "A Vida é um Palco" e a "Panela da Paz". Além de escrever e pesquisar literatura, ela coordena coleções e antologias como uma tentativa de compor livros que apresentem sensibilidades diferentes.&lt;br /&gt;O chat é para as pessoas que quiserem conversar sobre seus causos para o concurso, mas pode ser interessante para qualquer um que queira ouvir como se conta uma boa história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Causos do Eca&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Patrocinado pela Fundação Telefônica, o concurso Causos do Eca procura demonstrar através de relatos, as aplicações do Estatuto da criança e adolescente – o ECA – que contribuíram positivamente na formação de jovens e crianças. As&lt;a href="http://www.promenino.org.br/Ferramentas/DireitosdasCriancaseAdolescentes/tabid/77/ConteudoId/15967252-a458-4574-b5ee-c87977454d89/Default.aspx" target="_blank"&gt; inscrições&lt;/a&gt; vão até 6 de junho e são feitas pelo portal do Pró-Menino.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.promenino.org.br/Ferramentas/DireitosdasCriancaseAdolescentes/tabid/77/ConteudoId/15967252-a458-4574-b5ee-c87977454d89/Default.aspx"&gt;http://www.promenino.org.br/Ferramentas/DireitosdasCriancaseAdolescentes/tabid/77/ConteudoId/15967252-a458-4574-b5ee-c87977454d89/Default.aspx&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-1669613183296355435?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/1669613183296355435/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=1669613183296355435' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/1669613183296355435'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/1669613183296355435'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2011/04/heloisa-prieto-fala-sobre-como-contar.html' title='Heloisa Prieto fala sobre como contar uma história, em chat para participantes do Causos do Eca'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-7408802320298792672</id><published>2011-04-27T11:16:00.001-03:00</published><updated>2011-04-27T11:19:02.846-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura Africana'/><title type='text'>Griots, os guardiões da história oral</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-9w8f2mGweeM/TbglAEe_UEI/AAAAAAAAA2g/xRey3i16CFU/s1600/Grios.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="257" src="http://3.bp.blogspot.com/-9w8f2mGweeM/TbglAEe_UEI/AAAAAAAAA2g/xRey3i16CFU/s320/Grios.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 8.5pt;"&gt;&lt;em&gt;Na tradição africana, são os griots, não os livros, que transmitem a história de um povo ao longo dos tempos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;  &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background: white;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;Igor Ojeda&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background: white;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 8.5pt;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;de Ndièyenne Sirakh (Senegal)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background: white;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #0b5394; font-family: Arial; font-size: 8.5pt;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Alguns anos atrás&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 8.5pt;"&gt; Então, a avó de Mandiaye decidiu se casar com uma árvore.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 8.5pt;"&gt;Em idade avançada, tinha acabado de ficar viúva, e a tradição islâmica, religião do esposo recém-falecido, determinava que contraísse matrimônio outra vez. Mas ela, animista, não queria outro homem. Após receber a permissão por um sonho que tivera, mandou plantar uma muda de baobá no quintal de casa. O baobá que seria seu futuro marido.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background: white;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 8.5pt;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Um sábado de fevereiro de 2011&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 8.5pt;"&gt; Sob uma tenda de madeira e palha, Mandiaye Ndiaye explica as bases do animismo, a religião de 1% dos senegaleses e presente em muitos países africanos e ao redor do mundo. É um sábado de sol e estamos na vila de Diol Kadd, uma das 32 da Comunidade Rural Ndièyenne Sirakh, na província de Khombolé, no interior do Senegal. A tenda de madeira e palha é o local onde os sábios animistas se reúnem. Logo ao lado, está a mesquita da vila, de tijolo, mas sem telhado. O islamismo e o animismo convivendo no mesmo espaço.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 8.5pt;"&gt;Nas últimas décadas, a animismo foi perdendo força no Senegal, embora tanto o islamismo (professado por cerca de 90% da população) quanto o cristianismo (algo em torno de 9%) incorporaram alguns de seus elementos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 8.5pt;"&gt;Mandiaye conta que o animismo não é uma religião dogmática. Cada seguidor acredita em seu deus, professa sua fé a sua maneira. Os deuses podem ser qualquer coisa, concreta ou abstrata. Uma pessoa, um animal, uma árvore. Uma pedra. O sonho. O da família de Mandiaye era justamente o sonho. E quem os interpretava em Diol Kadd era a avó de Mandiaye.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background: white;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 8.5pt;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Algumas horas mais cedo&lt;/span&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 8.5pt;"&gt;É por volta das sete e meia da manhã que se inicia o dia na vila de Diol Kadd. Estamos no inverno do hemisfério norte, e o sol acaba de sair. Não há luz elétrica; os 500 habitantes locais dormem logo que anoitece e despertam assim que amanhece. Entre as ruas de areia da vila, começam a aparecer pouco a pouco as pessoas. Uma vendinha abre suas portas. Uma menina compra uma baguete para o café da manhã. Dois homens tocam cabras nos arredores. Um senhor observa a movimentação sentado em uma raiz de árvore. Uma mulher passa com seu filho pendurado nas costas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background: white;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 8.5pt;"&gt;A população de Diol Kadd vive basicamente da agricultura e do pastoreio, assim como mais de 60% dos senegaleses. Planta amendoim, sêmola, uma espécie de feijão e uma erva local. Cria vaca e cabra. Uma parte da produção é para consumo local, a outra é vendida. O Senegal é um grande exportador de amendoim. E o cuscuz, feito da sêmola, é um dos pratos nacionais. Com a erva, fazem chá.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background: white;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 8.5pt;"&gt;Mas, segundo a organização Social Watch Senegal, o país é o que mais tem problemas de soberania alimentar da África Ocidental, situação que vem sendo agravada pelo aumento dos preços do petróleo – que faz crescer os custos de produção – e das superfícies de terra destinadas para a produção de agrocombustíveis, por exemplo. Hoje, ainda segundo a Social Watch Senegal, o país do oeste africano importa de &lt;st1:metricconverter productid="70 a" w:st="on"&gt;70  a&lt;/st1:metricconverter&gt; 80% do arroz que consome, 100% do trigo e 50% dos demais cereais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background: white;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 8.5pt;"&gt;Desde os anos 1990, o Senegal vem sendo um dos melhores “alunos” de instituições como FMI e Banco Mundial. Assim, no período, o governo pôs em marcha uma série de privatizações, destacando-se a das empresas públicas de água, telecomunicações e energia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background: white;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 8.5pt;"&gt;Na área alimentar, o Executivo senegalês extinguiu a Sonagraines, a empresa responsável pela comercialização do amendoim, e estruturou uma rede de 400 comercializadores privados do produto, deixando seus cultivadores à mercê desse setor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background: white;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 8.5pt;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Durante o café da manhã&lt;/span&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 8.5pt;"&gt;Mandiaye conta que a vila de Diol Kadd está dividida entre progressistas e tradicionalistas. Literalmente: uma rua separa as casas dos dois lados. Os desentendimentos se dão, principalmente, na forma de se cultivar os alimentos. Segundo Mandiaye, há alguns anos houve um grande debate na aldeia sobre o melhor momento para se fazer o semeio. Começava a época de chuvas na região e, por isso, os progressistas queriam começar a plantar imediatamente. Já os tradicionalistas defendiam que era preciso se observar o comportamento dos insetos. Eles “diriam” qual a hora mais adequada para semear.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background: white;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 8.5pt;"&gt;Não houve acordo. Então, cada grupo seguiu seu rumo. Os progressistas plantaram por aqueles dias, enquanto os tradicionalistas esperaram por mais duas semanas. Mandiaye conta que, na hora da colheita, nenhum dos lados se deu bem. Chuvas torrenciais inundaram a plantação dos primeiros, enquanto uma forte seca arruinou o cultivo dos segundos. “Foi uma lição para mostrar que não se deve ser radical em suas posições e pensamentos. Deve-se encontrar sempre um meio termo”, sentencia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background: white;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: Arial; font-size: 8.5pt;"&gt;Ano de 2002, na Itália.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 8.5pt;"&gt; Contar uma história é mais do que uma ação ordinária para Mandiaye. É seu dom. Sua missão na Terra. Mandiaye é um griot, aquele que na tradição do oeste africano é o escolhido para transmitir oralmente a cultura e a história de seu povo. Ele explica que na cultura ocidental, é preciso ver para crer. “Se não está escrito, não é nada.” Já o animismo é a invisibilidade, o inexplicável. “Manter o invisível é manter viva a fé”, diz.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background: white;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 8.5pt;"&gt;Segundo Mandiaye, antigamente, durante os impérios da África Ocidental, os griots, além de terem a missão de manterem a história da família, exerciam funções como a de conselheiros do rei ou mensageiros. Eram eles que sabiam como usar a palavra adequadamente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background: white;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 8.5pt;"&gt;Mas não é apenas por meio da fala que um griot faz seu trabalho. Ele pode escolher se passará a mensagem através do canto ou da dança, por exemplo. Mandiaye escolheu o teatro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background: white;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 8.5pt;"&gt;“O teatro é uma maneira de revelar muitos segredos”, diz. Em 2002, ele vivia já há muitos anos na Itália, onde exercia a profissão que elegera, quando recebeu a notícia da morte do seu pai. Foi um sinal do destino. Ele precisava manter a ligação com seus antepassados e estabelecer uma conexão entre seus dois países: Senegal e Itália. Decidiu voltar para Diol Kadd, onde iniciou um projeto de teatro popular com os habitantes locais. Uma das primeiras apresentações, realizada em wolof, a língua falada pela imensa maioria dos senegaleses, foi uma peça inspirada em uma história do dramaturgo grego Aristófanes. “O personagem principal da história questionava o tempo todo: ‘por que uns são cada vez mais ricos e outros cada vez mais pobres?’”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background: white;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 8.5pt;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Na hora do almoço&lt;/span&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 8.5pt;"&gt;Mandiaye nos mostra um núcleo familiar típico de Diol Kadd. Estamos no lado tradicionalista da vila. Um corredor serve de entrada para um terreno central. Em volta desse “quintal”, estão as casas de todos as famílias que integram o tal núcleo. A do pai e suas esposas (o homem pode ter várias esposas) e de dois dos filhos com suas esposas e descendentes. Em um canto do terreno, uma tenda de palha serve de cozinha: um buraco no chão com uma espécie de grelha em cima. Ao lado, o banheiro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background: white;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 8.5pt;"&gt;Todos na vila são primos entre si. Descendem de um só homem, aquele que fundou a comunidade, há muitos anos. “Diol”, em wolof, quer dizer “planície”. Kadd é o nome de uma árvore muito comum na região. No período chuvoso, embora pareça praticamente morta, absorve a água. Na época de seca, enquanto as demais árvores perdem suas folhas, exibe seus galhos frondosos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background: white;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 8.5pt;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Trinta e cinco anos atrás.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 8.5pt;"&gt;Por sua capacidade de florescer na época de seca, o kadd é o deus de algumas famílias da vila que seguem a religião animista. Se alguém está mal, seja fisicamente ou moralmente, pergunta-se à árvore sobre o que fazer. Mandiaye explica que há mais de três décadas a região onde está Diol Kadd era cheia de árvores e animais. Com o tempo, o clima desértico vindo da Mauritânia, ao norte, foi avançando sobre o centro senegalês. Hoje, o cenário natural da comunidade de èyenne Sirakh – incluindo Diol Kadd – é semelhante ao de uma típica savana africana. Altas árvores dispersas e pequenos arbustos e pastos em volta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background: white;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 8.5pt;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Na tarde do mesmo sábado de fevereiro&lt;/span&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 8.5pt;"&gt;Mandiaye nos leva para uma conversa com o Conselho dos Anciãos da Comunidade Rural de Ndièyenne Sirakh. Antes, somos recebidos por Amadou Falilou Fall, presidente do Conselho Rural da comunidade, em sua casa. No lado de fora, suas três mulheres, filhos, cunhadas e sobrinhos descascam amendoim.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background: white;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 8.5pt;"&gt;Amadou explica que desde 1972, quando da promulgação de uma lei nacional, o problema da terra não existe no Senegal. “A terra é de todos os senegaleses. O poder da terra é da comunidade”. Segundo ele, não existe latifúndio no país. Quando uma propriedade é improdutiva, o governo a desapropria e a distribui.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background: white;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 8.5pt;"&gt;Mas nem tudo é uma maravilha. Na sede da Associação dos Pescadores, Camponeses e Pastores de Ndièyenne Sirakh, os membros do Conselho dos Anciãos elencam as principais dificuldades para a agricultura local: escassez de água e a falta de recursos financeiros para a compra de equipamentos agrícolas. “Há água potável para beber, mas não sobra para as plantações. Às vezes, usamos nossas próprias mãos para cavar canais de irrigação”, explica um deles.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background: white;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: Arial; font-size: 8.5pt;"&gt;Muitos anos atrás.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 8.5pt;"&gt; Ser um griot também é ser um guardião dos segredos da vida. Sua obrigação é revelar alguns e manter os demais ocultos para sempre. A sabedoria reside em escolher quais estão no primeiro ou no segundo grupo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background: white;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 8.5pt;"&gt;Quando ainda estava viva, a avó de Mandiaye era a griot da família e uma espécie de sacerdotiza de Diol Kadd. Era ela quem traduzia os sonhos da população local. E eram eles que determinavam como a pessoa deveria se comportar naquele dia: que cor de roupa vestir, o que comer, o que fazer… qual seu animal, sua planta etc. Segundo Mandiaye, os habitantes da vila faziam de tudo para conseguir sonhar. Do contrário, se passavam muitos dias sem ter sucesso, uma grande desgraça poderia acontecer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background: white;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 8.5pt;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Anos mais tarde&lt;/span&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 8.5pt;"&gt;Quando a avó de Mandiaye sentiu que estava para morrer, deu ordens de cortarem o baobá, seu marido. Determinou que um pedaço dele fosse enterrado junto a ela, enquanto a outra parte seria mantida com um guardião; todo novo descendente, ao atingir certa idade, deveria cortar um pedaço da madeira e levá-lo consigo por toda a vida, como um amuleto. Antes de sua morte, a avó de Mandiaye ainda nomeou qual seria o próximo griot da família, aquele que seguiria a tradição e seria o novo custodiador dos segredos: o escolhido foi o pai de Mandiaye. Quando este faleceu, quem assumiu o posto, dentre os 22 filhos de duas mães diferentes, foi justamente Mandiaye.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background: white;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 8.5pt;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Ao entardecer daquele sábado.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 8.5pt;"&gt;De repente, ao fim da reunião com o Conselho dos Anciãos, ouve-se um batuque ao longe. Alguns metros de caminhada pelas ruas de areia da vila de Ndièyenne Sirakh (espécie de capital da comunidade rural homônima) e a visão que surge entre as casas rústicas locais é surpreendente. Uma enorme família – homens, mulheres, jovens, idosos, crianças – entretida em tocar, dançar e cantar. O ritmo é o de uma típica percussão africana… e brasileira. Os visitantes vindos do lado esquerdo do Atlântico são convidados a entrar na roda de dança. A integração é total, e vem acompanhada de muitos gritos e gargalhadas de aprovação. O momento é catártico. Os membros da família que tocam, dançam e cantam com os brasileiros são os griots da vila de Ndièyenne Sirakh. São os guardiões e transmissores da história local. E escolheram cumprir tal missão através da música. Talvez a manifestação artística africana por excelência.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background: white;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 8.5pt;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.brasildefato.com.br/"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;http://www.brasildefato.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-7408802320298792672?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/7408802320298792672/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=7408802320298792672' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/7408802320298792672'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/7408802320298792672'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2011/04/griots-os-guardioes-da-historia-oral.html' title='Griots, os guardiões da história oral'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-9w8f2mGweeM/TbglAEe_UEI/AAAAAAAAA2g/xRey3i16CFU/s72-c/Grios.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-1852565044357568773</id><published>2011-04-19T08:57:00.002-03:00</published><updated>2011-04-19T08:59:27.035-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura Africana'/><title type='text'>Griot Hassane Kouyaté no SESC Ipiranga em maio</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-rdC2siGX__o/Ta14Up-nbyI/AAAAAAAAA2c/uHzuDVB0x9s/s1600/hassane-kouyate-topo.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="237" src="http://3.bp.blogspot.com/-rdC2siGX__o/Ta14Up-nbyI/AAAAAAAAA2c/uHzuDVB0x9s/s320/hassane-kouyate-topo.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;De 17 a 22 de maio, o  contador de histórias, ator, músico, dançarino e diretor de teatro Hassane  Kouyaté, filho do &lt;i&gt;griot&lt;/i&gt; e ator Sotigui Kouyaté, compartilha sua  experiência com grupo de atores selecionados e também com o público no palco do  SESC Ipiranga.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nascido no Burkina Faso, na África,  Hassane Kassi Kouyaté teve sua aprendizagem dentro de uma família de  &lt;i&gt;griots&lt;/i&gt;, sendo estes os "senhores da palavra" e responsáveis por  transmitirem a genealogia do continente africano para o povo. Ainda hoje eles  atuam no equilíbrio da sociedade, são mediadores entre famílias e casais e com a  palavra vivem de louvores que endereçam aos poderosos, das narrações históricas  que declamam nas festas, dos contos morais que contam ou cantam por ocasião das  cerimônias em que participam ou dos serviços que oferecem quando intervêm em  conflitos. &lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Hassane atuou em várias  companhias africanas e tem atuado em vários teatros europeus, como diretor de  companhias e ator de seus projetos e como convidado. Atualmente é diretor  artístico da companhia Dois Tempos Três Movimentos, em Paris.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Do dia 17 a 21 de maio,  Hassane conduz oficina no SESC Ipiranga explorando práticas coletivas e  individuais em trabalho com o texto &lt;i&gt;Rei Lear&lt;/i&gt;, de Shakespeare. Nos  encontros, o &lt;i&gt;griot&lt;/i&gt; lida com a arte de narrar e com o aprofundamento da  escuta, das relações entre tempo, ritmo e palavra, corpo e palavra, cena e  público. Destinada a atores com experiência comprovada, &lt;a href="http://www.sescsp.org.br/sesc/conferencias_new/subindex.cfm?Referencia=7047&amp;amp;ParamEnd=8" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;b&gt;as inscrições estão abertas até  1º/5&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Para quem quer tomar contato  com a arte de Hassane Kouyaté, no dia 18 de maio acontece o &lt;a href="http://www.sescsp.org.br/sesc/programa_new/mostra_detalhe.cfm?programacao_id=194346" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;Encontro com o &lt;i&gt;griot&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;,  com abordagem sobre tradição e a vida em Paris e em bobo Dioulasso, no Burkina  Faso – onde dirige a Casa da Palavra, Centro Regional das Artes da Narrativa e  da Literatura Oral. No dia 22 de maio é a vez do griot demonstrar a arte da &lt;a href="http://www.sescsp.org.br/sesc/programa_new/mostra_detalhe.cfm?programacao_id=194348" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;narrativa em espetáculos&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;. Os  encontros, com tradução consecutiva, são gratuitos com retirada de ingressos até  o dia 10/5.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;a href="http://www.sescsp.org.br/sesc/busca/index.cfm?UnidadesDirector=53&amp;amp;inslog=128" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;SESC Ipiranga&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; | R. Bom  Pastor, 822- tel.: 3340-2000&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Grátis - livre para todos os  públicos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;Para saber mais: &lt;a href="http://www.sescsp.org.br/sesc/revistas/subindex.cfm?Paramend=1&amp;amp;IDCategoria=7053"&gt;http://www.sescsp.org.br/sesc/revistas/subindex.cfm?Paramend=1&amp;amp;IDCategoria=7053&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-1852565044357568773?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/1852565044357568773/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=1852565044357568773' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/1852565044357568773'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/1852565044357568773'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2011/04/griot-hassane-kouyate-no-sesc-ipiranga.html' title='Griot Hassane Kouyaté no SESC Ipiranga em maio'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-rdC2siGX__o/Ta14Up-nbyI/AAAAAAAAA2c/uHzuDVB0x9s/s72-c/hassane-kouyate-topo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-3969424770869649588</id><published>2011-03-26T13:01:00.002-03:00</published><updated>2011-03-26T13:04:29.475-03:00</updated><title type='text'>Festival de contação de histórias e recitações na Bibliaspa dia 27/03/11</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-T2dMoveiE3A/TY4OJrxI8PI/AAAAAAAAA2Y/hxEEwIOj8Cs/s1600/FEST2_Capa_SITE.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" r6="true" src="https://lh5.googleusercontent.com/-T2dMoveiE3A/TY4OJrxI8PI/AAAAAAAAA2Y/hxEEwIOj8Cs/s1600/FEST2_Capa_SITE.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Com Elizandra Souza (MJIBA) – "Fragmentos do livro Zenzele – uma carta para a minha filha", da autora zimbabuense J. Nozipo, Rosita Flores e Giba Santana com &amp;nbsp;"O Balaio colorido de histórias" e Dora Bueno Estevez "A canção de Yunnus, O Sonho de Ismar",&amp;nbsp; entre outros e&amp;nbsp;outras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;O que:&lt;/strong&gt; Festival de Contação de Histórias, às 16h30&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Onde&lt;/strong&gt;: &lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Espaço BiliASPA - Rua Baronesa de Itu, 639 - Santa Cecília&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial Narrow;"&gt;Gratuito&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="color: #0e774a; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;www.&lt;b&gt;festivaldaculturaarabe&lt;/b&gt;.org&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-3969424770869649588?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/3969424770869649588/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=3969424770869649588' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/3969424770869649588'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/3969424770869649588'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2011/03/festival-de-contacao-de-historias-e.html' title='Festival de contação de histórias e recitações na Bibliaspa dia 27/03/11'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh5.googleusercontent.com/-T2dMoveiE3A/TY4OJrxI8PI/AAAAAAAAA2Y/hxEEwIOj8Cs/s72-c/FEST2_Capa_SITE.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-7289278984469134826</id><published>2011-03-22T07:54:00.001-03:00</published><updated>2011-03-22T08:00:41.295-03:00</updated><title type='text'>Revoluções e Direitos Humanos: Educação revoluções e seus direitos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O curso Revoluções e Direitos Humanos: Educação revoluções e seus direitos pretende abordar temas cruciais da chamada "crise da modernidade". Entre eles, os meios para assegurar os direitos humanos num ambiente em que as decisões são cada vez mais influenciadas por interesses particularistas e imediatos, em detrimento de valores universais de proteção do ser humano. Pretende também levantar críticas à necessidade de controle dos Estados sobre a vida dos cidadãos; o esvaziamento da democracia e, ao mesmo tempo, a possibilidade de reinventá-la.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Seu eixo serão as exposições do Prof. Costas Douzinas, diretor de humanidades do Birkbeck College – Universidade de Londres – e autor de livros provocativos como O Fim dos Direitos Humanos. Para cada um dos dias do curso serão convidados, para aprofundar o debate, intelectuais e ativistas especializados no assunto, como o Prof. Alysson Mascaro, a Profa. Olgária Matos, o Prof. José Sérgio Carvalho; o Dep. Federal Paulo Teixeira, entre outros.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os temas estão organizados em quatro encontros, de forma a explorar o debate entre perspectivas educacionais, jurídicas, culturais, filosóficas, políticas e históricas. Tarefa importante, já que as demandas da atualidade sobre os direitos humanos não exigem apenas uma aplicação de seus princípios, mas uma reelaboração de seus significados num mundo em que questões ecológicas, científicas econômicas desafiam a configuração deste instrumento político.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;De 5 a 8/4, SESC Pinheiros &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.revolucoes.org.br/inscricoes-curso"&gt;http://www.revolucoes.org.br/inscricoes-curso&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-7289278984469134826?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/7289278984469134826/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=7289278984469134826' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/7289278984469134826'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/7289278984469134826'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2011/03/revolucoes-e-direitos-humanos-educacao.html' title='Revoluções e Direitos Humanos: Educação revoluções e seus direitos'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-4069835681151893519</id><published>2011-03-20T03:07:00.002-03:00</published><updated>2011-03-20T03:09:15.833-03:00</updated><title type='text'>II Festival Sul-Americano de Cultura Árabe</title><content type='html'>&lt;em&gt;O evento acontece de 18 e 31/março e terá expressões diversificadas que ocorrerão em espaços como BibliASPA, CCBB, Centro Instituto Cervantes, entre outros. Uma rica programação que será ofertada GRATUITAMENTE, em SP&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realizado pela BibliASPA – Biblioteca e Centro de Pesquisa América do Sul-Países Árabes, o Festival Sul-Americano da Cultura Árabe tem como objetivo refletir sobre as manifestações culturais árabes e as contribuições dos imigrantes. A intenção é fortalecer o vínculo entre a América do Sul e os Países Árabes com base no respeito à diversidade cultural e nos laços históricos, além de promover a cultura da paz por meio da aproximação dos povos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A programação deste II Festival conta com apresentações de vários segmentos artísticos, entre os quais caligrafia árabe, cinema, literatura, teatro, música, dança, artes plásticas (mais de dez exposições), contação de histórias, arqueologia, fotografia, street art, palestras, debates, colóquios, mesa-redonda, mediação de leitura, publicações e intervenções diversas. Entre os convidados que participarão de debates e palestras encontra-se o Ministro de Estado das Relações Exteriores, Embaixador Antonio de Aguiar Patriota, o escritor Milton Hatoum, cuja obra será tema de um colóquio durante o evento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O evento ocorre em espaços símbolos de São Paulo, incluindo centros culturais e de pesquisa, clubes, associações, escolas, universidades e cineclubes, oferecendo um amplo acesso à população por meio de ações descentralizadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também haverá apresentações no Espaço BibliASPA - Centro de Cultura e Pesquisa Árabe e Sul-Americana -, que possui salas de aulas, biblioteca com acervo bibliográfico e multimídia, centro de documentação, editora, museu, sala de restauro, espaço para projeção de filmes, exposições e realização de outras propostas. No local e em outros espaços, a BibliASPA - Biblioteca e Centro de Pesquisa América do Sul- Países Árabes promove cursos de língua, caligrafia, literatura, história, cultura, contação de histórias, arqueologia, artes plásticas, música e dança, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais de 12 milhões de árabes e descendentes vivem no Brasil e contribuem cultural, econômica e politicamente para as sociedades locais; apenas em São Paulo, são ao menos 2,5 milhões de pessoas. Em toda a América do Sul, a presença árabe é expressiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O festival ocorre anualmente de 18 a 31 de março, em função de o dia 25 de março ter sido instituído como o Dia Nacional da Comunidade Árabe por lei federal. Não por acaso, a data foi criada por decreto municipal, em 1859. A Rua 25 de março tornou-se uma espécie de República Árabe em São Paulo, que abriga sírios, libaneses, palestinos, iraquianos, egípcios e jordanianos. Povos de língua árabe que aqui aprenderam o português e, em ambas as línguas, expressaram seu afeto pela pátria de origem e pela de adoção: o Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Serviço:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O que: II Festival Sul-Americano de Cultura Árabe&lt;br /&gt;Quando: de 18 a 31 de março de 2011, em SP&lt;br /&gt;Onde: vários lugares: Espaço BibliASPA, CCBB, Instituto Cervantes, entre outros.&lt;br /&gt;Realização: BibliASPA – Biblioteca e Centro de Pesquisa América do Sul-Países Árabes &lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:comunicacaobibliaspa@gmail.com"&gt;comunicacaobibliaspa@gmail.com&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.festivaldaculturaarabe.org/"&gt;http://www.festivaldaculturaarabe.org/&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.bibliaspa.com.br/"&gt;http://www.bibliaspa.com.br/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-4069835681151893519?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/4069835681151893519/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=4069835681151893519' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/4069835681151893519'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/4069835681151893519'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2011/03/ii-festival-sul-americano-de-cultura.html' title='II Festival Sul-Americano de Cultura Árabe'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-1768259874518048551</id><published>2011-03-06T12:05:00.000-03:00</published><updated>2011-03-06T12:05:27.508-03:00</updated><title type='text'>Aspectos das Culturas, História e Direitos Indígenas</title><content type='html'>Curso&amp;nbsp;oferecido pela &amp;nbsp;USP, de &amp;nbsp;28/3 a 11/7, abordará Aspectos das Culturas, História e Direitos Indígenas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em um percurso multidisciplinar entre Antropologia, Etnologia Ameríndia, Arqueologia, História e Direito, o roteiro das aulas procura fornecer aos alunos elementos para a compreensão dos principais aspectos históricos, culturais e jurídicos relacionados às populações ameríndias no Brasil, de modo a situá-las em um panorama latino-americano. Concebe-se uma oportunidade de aprofundamento e desdobramento do conteúdo apresentado no curso "Introdução à Questão Indígena no Brasil", oferecido em anos anteriores na FFLCH pelos pesquisadores do Núcleo de História Indígena e do Indigenismo (NHII/USP), através de um estudo mais pormenorizado dos diferentes tópicos abordados pela Antropologia em relação aos povos ameríndios, da leitura de etnografias e de um alargamento das perspectivas históricas a respeito dessas populações, com a colaboração de pesquisadores do Centro de Estudos Mesoamericanos e Andinos (CEMA).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Veja o programa e outras informações em: &lt;a href="http://sce.fflch.usp.br/node/279"&gt;http://sce.fflch.usp.br/node/279&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-1768259874518048551?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/1768259874518048551/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=1768259874518048551' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/1768259874518048551'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/1768259874518048551'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2011/03/aspectos-das-culturas-historia-e.html' title='Aspectos das Culturas, História e Direitos Indígenas'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-2637475127718999814</id><published>2011-02-15T07:52:00.000-02:00</published><updated>2011-02-15T07:52:48.620-02:00</updated><title type='text'>Bordar, Criar e Compartilhar</title><content type='html'>Apresentação do projeto, numa roda com os participantes e a curadora  Beth Ziani, seguida da contação de histórias com o Grupo Era Uma vez.  Acesso livre até o limite de vagas. Sala de Oficinas 1, 2º andar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="local"&gt;SESC Pinheiros - SP&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="data"&gt;Dia(s)  18/02                    &lt;br /&gt;Sexta, às 19h. &lt;/span&gt;&lt;span class="local"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-2637475127718999814?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/2637475127718999814/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=2637475127718999814' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/2637475127718999814'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/2637475127718999814'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2011/02/bordar-criar-e-compartilhar.html' title='Bordar, Criar e Compartilhar'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-2258842282449305954</id><published>2011-02-12T17:31:00.001-02:00</published><updated>2011-02-12T17:33:01.028-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura Africana'/><title type='text'>Lugares, margens e relações: raça, cor e mestiçagem na experiência afro-americana</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O seminário internacional “Lugares, margens e relações: raça, cor e mestiçagem na experiência afro-americana” será realizado nos dias 24 e 25 de fevereiro na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, na capital paulista.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O objetivo é reunir pesquisadores do Brasil e dos Estados Unidos para estabelecer uma rede internacional para estudar a diversidade da experiência afro-americana, compreendida no cruzamento de disciplinas e épocas variadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O seminário é organizado pelo professor Antonio Sérgio A. Guimarães, do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da USP, pela professora Lilia Schwarcz, do Programa de Pós-Graduação em Antropologia da USP, e pelo professor Pedro Meira Monteiro, da Universidade Princeton.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O evento tem apoio dos programas de pós-graduação em Sociologia e em Antropologia da USP, da Universidade Princeton e do Centro de Estudos da Metrópole, um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepid) da FAPESP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Silvia Lara (Unicamp), Bruno Carvalho (Princeton), Edward Telles (Princeton), Nadya Araujo Guimarães (USP), André Botelho (UFRJ), Elide Rugai Bastos (Unicamp), Arcadio Díaz-Quiñones (Princeton), Vagner Gonçalves da Silva (USP), Ângela Alonso (USP), Tera Hunter (Princeton) e Wlamira Albuquerque (UFBA) serão alguns dos pesquisadores que farão apresentações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nao há necessidade de se fazer inscrições. Informações adicionais podem ser obtidas com a Secretaria da Pós-Graduação em Sociologia da USP: &lt;a href="mailto:sociousp@usp.br"&gt;sociousp@usp.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Tel: (11) 3091-3724.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-2258842282449305954?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/2258842282449305954/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=2258842282449305954' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/2258842282449305954'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/2258842282449305954'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2011/02/lugares-margens-e-relacoes-raca-cor-e.html' title='Lugares, margens e relações: raça, cor e mestiçagem na experiência afro-americana'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-6008468640247475153</id><published>2011-02-07T08:41:00.002-02:00</published><updated>2011-02-07T08:44:04.664-02:00</updated><title type='text'>Retorno às origens</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TU_Ln3UFIlI/AAAAAAAAA2U/5tgNzcb9VkI/s1600/pankadanca.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" h5="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TU_Ln3UFIlI/AAAAAAAAA2U/5tgNzcb9VkI/s1600/pankadanca.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;Por Elton Alisson&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tal como ocorre em muitas escolas do ensino fundamental e médio no Brasil, às vésperas do Dia do Índio – celebrado em 19 de abril – os alunos de um colégio público situado na favela Real Parque, no bairro do Morumbi, zona sul de São Paulo, costumam preparar cartazes alusivos à data comemorativa que são espalhados pelas salas de aula.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Mas, ao observar os desenhos e imagens que ilustram os trabalhos escolares durante seu trabalho de mestrado, defendido em agosto de 2010 na Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), a psicanalista Maíra Soares Ferreira não encontrou nenhuma referência à etnia afro-indígena Pankararu, originária do sertão pernambucano, da qual muitos dos estudantes no colégio são descendentes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;“Apesar de a história da comunidade na qual a escola está situada ser conhecida, ela não estava integrada à cultura escolar. Havia uma tendência de negar as heranças afro-indígenas e nordestinas dos alunos”, disse Maíra à Agência FAPESP.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Na tentativa de estabelecer um diálogo entre o passado e o presente dos estudantes e de integrar sua cultura com a da escola, Maíra iniciou em 2007 uma pesquisa e intervenção com uma turma de 30 alunos da sétima série do colégio público paulista.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;O estudo resultou em um método de ensino da cultura e história afro-indígena que pode auxiliar os educadores a abordar esse assunto em sala de aula, conforme determina uma nova lei.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Sancionada em março de 2008, a Lei nº 11.465/08 tornou obrigatório o ensino sobre a história e a cultura afro-indígena em todos os estabelecimentos de ensino fundamental e médio, das redes pública e particular, no país. Mas deixou a cargo dos educadores desenvolverem suas próprias metodologias de ensino para isso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;“A lei é muito importante. Porém, é preciso utilizar métodos didáticos que partam da própria história da comunidade onde a escola está inserida para ensinar a história e a cultura afro-indígena. Afinal, toda escola pública no Brasil tem sua comunidade afro-indígena”, disse Maíra.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;Retorno às origens&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Sabendo das origens dos estudantes da escola da favela Real Parque, a psicanalista viajou para a região do Brejo dos Padres, em Pernambuco, onde está localizada a aldeia indígena Pankararu, e de onde grande parte das famílias dos estudantes partiu no início da década de 1950 rumo a São Paulo para trabalhar em obras como a construção do estádio do Morumbi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No sertão nordestino, além das tradições dos Pankararu, Maíra deparou com diversas manifestações da cultura popular, como o cordel, a cantoria de viola e o coco de embolada, que registrou em vídeo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na volta da viagem, Maíra apresentou os vídeos aos estudantes e chamou a atenção deles para as semelhanças entre as rimas, improvisos e a poesia do cordel e dos repentes nordestinos com um gênero musical que a maioria deles apreciava: o rap.&lt;br /&gt;“Eu percebi que nos intervalos e nas aulas vagas eles se reuniam em grupos e ficavam escutando rap, desenhando ou fazendo letras de música”, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com base nisso, ela encontrou um canal para que os professores pudessem discutir de uma maneira didática com os estudantes questões como a migração, o sertão, a urbanização, a escravidão e a formação de favelas nas grandes metrópoles brasileiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Eles passaram a criar letras de rap, cordel e até mesmo improvisar poesias na métrica dos repentes, além da cantoria de viola e do coco de embolada sobre o preconceito e a discriminação que sofriam por morar em um comunidade carente localizada ao lado de condomínios de luxo”, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Maíra, as criações poéticas e musicais representaram o esforço dos estudantes de resistir à negação de origens e identidades e um meio de recombinar suas histórias e expressões culturais. E, com isso, se afirmarem política, social e etnicamente.&lt;br /&gt;O trabalho, que contou com apoio da FAPESP, foi distinguido na categoria de pesquisa no Prêmio Mais Cultura de Literatura de Cordel 2010 – Edição Patativa do Assaré, lançado pelo Ministério da Cultura (Minc) em março de 2010 para incentivar a realização de trabalhos relacionados à literatura de cordel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como prêmio, a pesquisadora recebeu um auxílio para publicação da dissertação na forma de um livro. A publicação será lançada até o fim de 2011 em São Paulo e nos demais lugares onde a pesquisa foi realizada, como Recife, São José do Egito e outros locais do Nordeste brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo está disponível no Banco de Teses da USP, em &lt;a href="http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/48/48134/tde-30082010-102212/pt-br.php"&gt;www.teses.usp.br/teses/disponiveis/48/48134/tde-30082010-102212/pt-br.php&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.bv.fapesp.br/pesquisa/?q=Ma%EDra%20Soares%20Ferreira&amp;amp;lang=pt"&gt;http://www.bv.fapesp.br/pesquisa/?q=Ma%EDra%20Soares%20Ferreira&amp;amp;lang=pt&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-6008468640247475153?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/6008468640247475153/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=6008468640247475153' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/6008468640247475153'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/6008468640247475153'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2011/02/retorno-as-origens.html' title='Retorno às origens'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TU_Ln3UFIlI/AAAAAAAAA2U/5tgNzcb9VkI/s72-c/pankadanca.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-8978835650104930814</id><published>2011-01-31T11:12:00.002-02:00</published><updated>2011-01-31T11:17:09.591-02:00</updated><title type='text'>Oficina “Valores da Cultura Indígena”</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;UMAPAZ (Universidade Aberta do Meio Ambiente e Cultura de Paz) promove nos dias 10, 17 e 24 de fevereiro; 03, 17, 24 e 31 de março e 07 de abril (às quintas-feiras), das 9h às 12h, a Oficina "Valores da Cultura Indígena", aberto a todos os interessados. As aulas serão ministradas por Samuel Souza de Paula.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;A oficina, com carga horária total de 24 horas, tem por objetivo estimular práticas ancestrais e modernas de integração harmoniosa com o meio ambiente, além de propagar a cultura de paz por meio de mitos, símbolos, ritos transculturais e suas correspondências atuais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;O professor Samuel Souza de Paula é estudioso do comportamento humano, desenvolve trabalhos de integração do corpo, mente e espírito. Possui formação Master em PNL - Programação Neurolinguística. É coordenador do Ciclo de Estudos Xamânicos "Espírito de Gaia", participante de Danças Nativas pela Paz e Danças Circulares Sagradas. Membro do programa "Gente que Faz a Paz" - Unesco (Programa Pedagógico "Educação para Paz nas Escolas").&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Conteúdo Programático&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;· Dia 10/02/11 - O Poder do Mito: introdução à sabedoria dos povos&lt;br /&gt;· Dia 17/02/11 - Consciência da Canção Pessoal: sensibilização, sons e cantos nativos&lt;br /&gt;· Dia 24/02/11 – Fundamentos da Natureza: conexões com o ser&lt;br /&gt;· Dia 03/03/11 - Mitologia Pessoal e os Valores da Cultura Indígena&lt;br /&gt;· Dia 17/03/11 – Visão Sistêmica: interdependência e berçário de vida &lt;br /&gt;· Dia 24/03/11 - Ritos de Passagem: arquétipos da mudança no cotidiano&lt;br /&gt;· Dia 31/03/11 - Os seis pilares da paz e as sementes da educação pacífica&lt;br /&gt;· Dia 07/04/11 - Dinâmicas Integrativas: danças, histórias, sons e silêncio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bibliografia&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;· ARRIEN, Angeles - O Caminho Quádruplo: Trilhando os caminhos do guerreiro, do mestre, do curador e do visionário. São Paulo, Ed. Ágora, 1997.&lt;br /&gt;· CAMPBELL, Joseph - O Poder do Mito. São Paulo, Ed. Palas Athena, 1990.&lt;br /&gt;· STEIN, Murray - Jung: O Mapa da Alma. São Paulo, Ed. Cultrix, 2004. &lt;br /&gt;· JARES, Xesús R. - Educar em Tempos Difíceis. São Paulo, Ed. Palas Athena, 2007.&lt;br /&gt;· HANK, Thich Nhât - Para Viver em Paz: O milagre da mente alerta. Petrópolis, Editora Vozes, 1986.&lt;br /&gt;· DISKIN, Lia - Paz, como se faz?: Semeando cultura de paz nas escolas. Brasília: UNESCO, Ed. Palas Athena, 2007. &lt;br /&gt;· WEIL, Pierre - A Arte de Viver em Paz. São Paulo: Ed. Gente, 1990.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Serviço: Oficina Valores da Cultura Indígena&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Coordenação: Angélica Berenice de Almeida e Thereza Christina Rosa&lt;br /&gt;Oficineiro: Samuel Souza de Paula&lt;br /&gt;Público focalizado: professor, educador ambiental, arte educador e estudantes de áreas afins.&lt;br /&gt;Dias e Horário: 10, 17 e 24/02; 03, 17, 24 e 31/03 e 07/04 (quintas-feiras), das 9h às 12h&lt;br /&gt;Carga horária total: 24 horas&lt;br /&gt;Vagas: 40 - HAVERÁ SELEÇÃO de acordo com público focalizado, entre os 100 primeiros inscritos.&lt;br /&gt;Local: UMAPAZ – Universidade Aberta do Meio Ambiente e Cultura de Paz&lt;br /&gt;End.: Avenida IV Centenário, 1268 Portão 7-A - Parque Ibirapuera&lt;br /&gt;Inscrições: pelo e-mail: inscricoesumapaz@prefeitura.sp.gov.br &lt;br /&gt;RESULTADO DA SELEÇÃO: 08 de fevereiro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-8978835650104930814?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/8978835650104930814/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=8978835650104930814' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/8978835650104930814'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/8978835650104930814'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2011/01/oficina-valores-da-cultura-indigena.html' title='Oficina “Valores da Cultura Indígena”'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-205293947697780696</id><published>2011-01-27T02:03:00.002-02:00</published><updated>2011-01-27T02:03:57.030-02:00</updated><title type='text'>Leitura Viva - Machado de Assis</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TUDum4lipfI/AAAAAAAAA2M/IVKy8AszZp8/s1600/Contos+de+Machado.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" s5="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TUDum4lipfI/AAAAAAAAA2M/IVKy8AszZp8/s640/Contos+de+Machado.jpg" width="329" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-205293947697780696?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/205293947697780696/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=205293947697780696' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/205293947697780696'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/205293947697780696'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2011/01/leitura-viva-machado-de-assis.html' title='Leitura Viva - Machado de Assis'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TUDum4lipfI/AAAAAAAAA2M/IVKy8AszZp8/s72-c/Contos+de+Machado.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-7955635855983604177</id><published>2011-01-26T13:31:00.001-02:00</published><updated>2011-01-26T13:32:19.587-02:00</updated><title type='text'>A fascinação de saber contar bem uma história</title><content type='html'>&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TUA99sSXnAI/AAAAAAAAA2I/CbUjxm-PvOA/s1600/contador+de+hist%25C3%25B3rias.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="107" s5="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TUA99sSXnAI/AAAAAAAAA2I/CbUjxm-PvOA/s200/contador+de+hist%25C3%25B3rias.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;Uma viagem de trem numa tarde quente é o ponto de partida para uma história que mostra como o fascínio de uma narrativa não está apenas naquilo que ela diz, mas na forma de contar os fatos. Esse é o grande ensinamento de O contador de histórias, de Saki, lançamento de Edições SM. O livro faz uma deliciosa sátira aos valores e preceitos da moral vitoriana na Inglaterra do final do século XIX, cujos efeitos se fazem sentir ainda hoje.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Três crianças, a tia delas e um solteirão são os personagens que trocam suas experiências durante essa jornada. A qualidade e a delicadeza das ilustrações de Alba Marina Rivera auxiliam a estabelecer um clima fantástico, pleno de sonho, em que o grande desafio está em manter as crianças do vagão atentas à história contada.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Saki sabe como estabelecer um clima irônico, sinalizando, por exemplo, logo no começo da história, que a maior parte das falas da tia começa com “não” e a das crianças com “por quê?”. Enquanto isso, o homem desacompanhado tudo observa em silêncio, até o momento em que começa sua narrativa surpreendente: uma história nada exemplar, que encanta a jovem plateia e “coloca em risco” anos de esmerada educação.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O livro recebeu o Prêmio Bologna Ragazzi 2009, na categoria New Horizons Ilustração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sobre o autor - Hector Hugh Munro (Saki) nasceu na Birmânia, hoje Mianmar, em 1870 e faleceu em 1916, lutando no exército inglês como soldado raso no norte da França. Publicou em vida três coletâneas de contos e dois romances. Houve ainda a edição de mais dois livros póstumos de contos. Seu pseudônimo homenageia o rapaz que servia vinho no célebre Rubaiyát, do poeta persa Omar Kháyyám (1043-1123).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Sobre a ilustradora - Alba Marina Rivera nasceu na Rússia, em 1974, filha de mãe russa e pai cubano. Estudou artes plásticas em Havana e se formou em Biologia. Posteriormente, mudou-se para Barcelona, Espanha, onde estudou ilustração na Escola Massana. Trabalha hoje como diretora de arte de uma série de tevê para a emissora Barcelona Televisión.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Título: O contador de histórias&lt;br /&gt;Autor: Saki&lt;br /&gt;Ilustrações: Alba Marina Rivera&lt;br /&gt;Tradução: Marcos Bagno&lt;br /&gt;Número de páginas: 40&lt;br /&gt;Formato: 16,5 x 31 cm&lt;br /&gt;Preço: R$ 31&lt;br /&gt;ISBN: 978-85-7675-458-9&lt;br /&gt;Coleção: Álbum&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-7955635855983604177?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/7955635855983604177/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=7955635855983604177' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/7955635855983604177'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/7955635855983604177'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2011/01/fascinacao-de-saber-contar-bem-uma.html' title='A fascinação de saber contar bem uma história'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TUA99sSXnAI/AAAAAAAAA2I/CbUjxm-PvOA/s72-c/contador+de+hist%25C3%25B3rias.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-2002906002117508192</id><published>2011-01-21T02:12:00.001-02:00</published><updated>2011-01-21T02:13:14.985-02:00</updated><title type='text'>Características da música árabe</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O poder da música árabe e o como as pessoas respondem a ela com o corpo e a mente compõem as abordagens da palestra com a professora Márcia Dib, autora do livro “Música Árabe: expressividade e sutileza”, de sua autoria e editado pela BibliASPA em 2010.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além disso, Márcia versará sobre a importância da memória e da palavra além de apresentar e exemplificar instrumentos musicais típicos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;O curso também aprofundará outros aspectos da música árabe com painéis artísticos, culturais e técnicos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Serviço&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O que: Curso “As Características da música árabe”&lt;br /&gt;Quando: 29 de janeiro e 05 de fevereiro, sábados, das 14h às 18h&lt;br /&gt;Investimento: R$ 240 por pessoa. &lt;br /&gt;Ofereceremos certificado&lt;br /&gt;Local: BibliASPA&lt;br /&gt;Endereço: Rua Baronesa de Itu, 639, Santa Cecília – SP (Metrô Marechal Deodoro)&lt;br /&gt;Tel. (11) 3661-0904&lt;br /&gt;Inscrições: &lt;a href="mailto:bibliaspa@gmail.com"&gt;bibliaspa@gmail.com&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.bibliaspa.com.br/"&gt;http://www.bibliaspa.com.br/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-2002906002117508192?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/2002906002117508192/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=2002906002117508192' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/2002906002117508192'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/2002906002117508192'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2011/01/caracteristicas-da-musica-arabe.html' title='Características da música árabe'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-8560752118566904960</id><published>2011-01-15T01:17:00.001-02:00</published><updated>2011-01-15T01:20:14.814-02:00</updated><title type='text'>Curso de Introdução a História Pública</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fazer “história pública” significa difundir o conhecimento histórico para amplas audiências, acreditando-se que a história não é aprendida apenas em sala de aula – mas de diversas formas e em muitos momentos. Através de um sem-número de recursos, o profissional da área pode levar história e memória ao público atuando em arquivos, centros de memória, museus, televisões, rádios, editoras, jornais, revistas, organizações governamentais e não-governamentais, consultoria, entre outros espaços.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Trabalhar dessa maneira – para e com o público – exige uma série de habilidades, métodos e especializações capazes de garantir que a preservação, a interpretação e a difusão do conhecimento histórico sejam feitos de maneira responsável e integrada. O Curso de Introdução à História Pública, em uma semana de atividades, oferece pistas de como fazer isso, por meio de um conjunto de atividades coordenadas por profissionais renomados de dentro e de fora da academia.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A face acadêmica da história pública, a face pública da academia &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Existem dezenas de programas de pós-graduação em história pública abertos nos Estados Unidos e tantos outros na Europa e na América Latina, com suas mais diversas especificidades. No Brasil, tanto a expressão "história pública" como sua prática são novidades bem-vindas em um contexto que quer ampliar os diálogos da universidade com a sociedade. Mais do que "difundir" e "divulgar", a história pública trabalha a partir de demandas e gerando demandas, tendo como sua matéria-prima a memória e a história.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Curso de Introdução à História Pública, que se realizará no mês de fevereiro de 2011, é a primeira iniciativa desse teor no âmbito da Universidade de São Paulo e certamente uma das primeiras do país. Pretende, assim, criar um fórum de exposição e debate de ideias, práticas, metodologias e procedimentos, fomentando o intercâmbio intelectual criativo entre os praticantes.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #0b5394;"&gt;Alguns setores de aplicação e campos correlatos ao da história pública&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Arquivística&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Estudos de manuscritos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Preservação histórica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Políticas públicas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Organizações não-governamentais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* História oral e memória&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Mercado editorial&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Conservação e restauração&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Cultura material&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Consultoria institucional&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Memória empresarial&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Audiovisual: Rádio, TV, vídeo, cinema&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Internet e recursos digitais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Museologia&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Como saber mais&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Curso de Introdução à História Pública, aberto para todos os interessados, pode ser o primeiro passo. Embora seja mais imediatamente dirigido a estudantes, historiadores, professores, pesquisadores e profissionais liberais da História e de outras áreas das Humanidades, está disponível para os interessados de todas as áreas do conhecimento, com ou sem experiência prévia na área. Inscreva-se! &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://histint.vitis.uspnet.usp.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=frontpage&amp;amp;Itemid=1"&gt;http://histint.vitis.uspnet.usp.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=frontpage&amp;amp;Itemid=1&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;strong&gt;Quando: &lt;span style="color: black;"&gt;de 14 a 17 de Fevereiro/2011 &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;strong&gt;Onde: &lt;span style="color: black;"&gt;USP&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-8560752118566904960?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/8560752118566904960/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=8560752118566904960' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/8560752118566904960'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/8560752118566904960'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2011/01/curso-de-introducao-historia-publica_15.html' title='Curso de Introdução a História Pública'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-654780708271310238</id><published>2011-01-07T10:32:00.000-02:00</published><updated>2011-01-07T10:32:54.777-02:00</updated><title type='text'>Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo apresenta a exposição “Islã: Arte e Civilização” a partir de 18 de janeiro</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TScHxqVndKI/AAAAAAAAA2E/PZwbaAWJV3c/s1600/Isl%25C3%25A3_imagem.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="109" n4="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TScHxqVndKI/AAAAAAAAA2E/PZwbaAWJV3c/s320/Isl%25C3%25A3_imagem.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Com curadoria do Prof. Dr. Paulo Daniel Farah e de Rodolfo de Athayde, a mostra reunirá mais de 300 obras do século VIII ao XXI, vindas dos principais museus da Síria e do Irã, além de obras fundamentais do Líbano, do Brasil e de países da África como Mauritânia, Marrocos, Líbia, Burkina Faso, Níger, Nigéria e Mali&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Serão expostas peças de ourivesaria, mobiliário, tapeçaria, vestuário, armas, armaduras, utensílios, mosaicos, cerâmicas, vidros, iluminuras, pinturas, caligrafia e instrumentos científicos e musicais&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo (CCBB – SP), em co-realização com a BibliASPA (Biblioteca e Centro de Pesquisa América do Sul-Países Árabes), apresenta, de 17 de janeiro a 27 de março de 2011, a exposição “Islã: Arte e Civilização”. A mostra - que já esteve em cartaz no CCBB do Rio de Janeiro - reunirá mais de 300 obras datadas do século VIII ao XXI, trazidas dos principais museus da Síria e do Irã: Museu Nacional de Damasco, Museu das Tradições Populares (Palácio Azem), Museu da Cidade de Aleppo, Museu Nacional do Irã, Museu Reza Abassi e Museu dos Tapetes, em Teerã. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Também estarão expostas obras fundamentais vindas de países da África, como Mauritânia, Marrocos, Líbia e Burkina Faso, além do Líbano e do Brasil (manuscritos produzidos por muçulmanos, escravos ou libertos no Império do Brasil), pertencentes ao acervo da BibliASPA (Biblioteca e Centro de Pesquisa América do Sul-Países Árabes). Além de obras de Nigéria, Mali e da cultura Tuaregue (povos nômades do Saara e do Sahel), do acervo Casa das Áfricas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ocupando todo o espaço expositivo do CCBB – SP, “Islã” terá peças de ourivesaria, mobiliário, tapeçaria, vestuário, armas, armaduras, utensílios, mosaicos, cerâmicas, objetos de vidro, iluminuras, pinturas, caligrafia e instrumentos científicos e musicais. Trata-se de um acervo pouco visto internacionalmente e inédito no Brasil.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;HISTÓRIA DA CULTURA ISLÂMICA&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A mostra será organizada por salas temáticas. A idéia é proporcionar um passeio por séculos de história da cultura islâmica, que nasce na Península Arábica e se expande com velocidade, absorvendo e sincretizando culturas diversas. As salas terão a paleta típica da arte do Islã, nas cores verde e azul (no mesmo tom que originou os azulejos portugueses). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na cenografia, estarão presentes padrões copiados do nicho direito da Grande Mesquita de Damasco, marco da primeira etapa da arte islâmica, construída entre 706 e 715 e decorada sob influência bizantina. Será criado um ambiente interno com motivos islâmicos, onde se verá um chafariz árabe original.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um portão cenográfico da arquitetura muçulmana receberá o público na entrada da exposição. Diferentes mapas e uma linha do tempo contarão os períodos de expansão territorial do Islã, destacando os mais importantes acontecimentos vinculados aos territórios islâmicos. Na sequência, serão mostradas plantas arquitetônicas das principais mesquitas, como a Mesquita dos Omíadas, em Damasco, a Mesquita da Rocha, em Jerusalém, e a Mesquita Azul em Istambul com projeção em 360° graus.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um dos grandes destaques de “Islã: Arte e Civilização” são os fragmentos originais do Palacio Al Hair Al Gharbi, na Síria, com peças que revelam a influência greco-latina e vitrines com objetos de cerâmica e vidro, de períodos do séculos VII ao XIII, como lâmpadas de azeite em cerâmica azul esmaltada. O fundo da sala é dominado por uma peça de madeira maciça com inscrições, usada como parte de uma barreira no século XI. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A viagem ao interior do Islã segue com a Miniatura de Shahnameh e outros desenhos similares, cuidadosamente ilustrados com textos que narram histórias do século XV, que pertenceram à livraria Real de Teerã, e uma série de objetos científicos, como o astrolábio plano do Palácio Golestan, em Teerã, e o curioso astrolábio esférico de Isfahan, do século XI, que representa um globo celeste. Estas peças se relacionam com um painel sobre o saber no mundo islâmico: as inovações da Casa da Sabedoria, criada em Bagdá no século IX, os feitos do filósofo e médico Avicena, o resgate de Aristóteles pelo filósofo andaluz Averroes, entre outras mentes brilhantes que fizeram florescer essa civilização. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um cofre guardará os tesouros da ourivesaria, com jóias da Síria do século XI, como brincos de ouro em forma de pássaros, pratas dos Tuaregues e uma exclusiva coleção de moedas antigas de várias épocas. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois surge a palavra e a escrita. Nesta sala, estará uma coleção de manuscritos e livros que mostram a arte da caligrafia na sua complexidade e riqueza. Um antigo exemplar do século IX de uma página do Alcorão em letras cúficas, escrito sobre pele de gazela, divide a atenção com as páginas douradas de outro Alcorão do século XVII, e um tecido bordado em ouro, que repete o padrão de uma “Sura” (versículo do Alcorão), vindo do Irã do século XVII. Há ainda uma pedra de basalto com inscrições em árabe, talvez um dos mais antigos testemunhos da língua árabe, datada do século VIII, e tábuas de escritura africanas, utilizadas na alfabetização e no aprendizado geral, e objetos para talhar e escrever. “Na caligrafia árabe, as letras adquirem formas distintas conforme sua posição na palavra, o que permite uma flexibilidade ilimitada. A caligrafia representa uma arte extremamente refinada à qual se agregam os arabescos, entre o geométrico e o vegetal. Essa arte alcançou um equilíbrio harmonioso entre as diferentes letras e os padrões decorativos, em todos os seus estilos, desde as linhas retas, angulares, da escrita cúfica (originária de Kufa, no Iraque) à elegância cursiva da thuluth e às curvas proeminentes do estilo diwani”, explica o Prof. Farah, que divide a curadoria da mostra com Rodolfo de Athayde.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os famosos tapetes persas, arte popular levada ao máximo requinte, que sobrevive intacto em cidades como Tabriz e Isfahan, são exibidos na sequência, ao lado de trabalhos em metal e um nicho dominado por uma armadura de cota de malha de ferro do século XII, usada na época dos Cruzados. Uma vitrine central é dedicada à típica cerâmica azul, comum em todo o mundo islâmico. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por último, somos levados ao interior do Palácio Azem, residência do Paxá, governador da Síria durante o período Otomano, último dos grandes impérios muçulmanos. Destaque para o mobiliário de poltronas e o baú crivados de madrepérolas, que são acompanhados por peças de artesanato, roupas e instrumentos musicais feitos pelo mais famoso luthier da Síria na época, Ahmad al-Hariri.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“É possível admirar o refinamento e os conceitos estéticos aplicados pelos artistas-artesãos em sua maioria anônima”, explica Athayde, que divide a curadoria da mostra com o Prof. Dr. Paulo Daniel Farah, diretor da BibliASPA.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;EXPOSIÇÃO ISLÃ: ARTE E CIVILIZAÇÃO &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Local: Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo&lt;br /&gt;Rua Álvares Penteado, 112, Centro - Tel: (11) 3113.3651&lt;br /&gt;Abertura: 17 de janeiro (convidados) - Exposição: 18 de janeiro a 27 de março&lt;br /&gt;Idealização e Curadoria: Prof. Dr. Paulo Daniel Farah e Rodolfo de Athayde&lt;br /&gt;Co-realização e Coordenação: Biblioteca e Centro de Pesquisa América do Sul-Países Árabes (BibliASPA)&lt;br /&gt;Produção: Arte A Produções&lt;br /&gt;Horários: terça a domingo das 10h às 20h - Entrada franca&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-654780708271310238?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/654780708271310238/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=654780708271310238' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/654780708271310238'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/654780708271310238'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2011/01/centro-cultural-banco-do-brasil-sao.html' title='Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo apresenta a exposição “Islã: Arte e Civilização” a partir de 18 de janeiro'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TScHxqVndKI/AAAAAAAAA2E/PZwbaAWJV3c/s72-c/Isl%25C3%25A3_imagem.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-5588494081813165750</id><published>2011-01-05T10:30:00.005-02:00</published><updated>2011-01-05T10:36:17.594-02:00</updated><title type='text'>Curso de Introdução à História Pública</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TSRljt7EgDI/AAAAAAAAA10/GFsfPtwhVkU/s1600/-congresso-nacional-_-rubio-marra800.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" n4="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TSRljt7EgDI/AAAAAAAAA10/GFsfPtwhVkU/s320/-congresso-nacional-_-rubio-marra800.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Núcleo de Estudos em História da Cultura Intelectual, ligado à Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, realizará, entre os dias 14 a 17 de fevereiro, o Curso de Introdução à História Pública.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O objetivo é capacitar profissionais para levar história e memória ao público em geral por meio de arquivos públicos, centros de memória, museus, mídias, organizações governamentais e não-governamentais, entre outros canais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O curso é destinado a estudantes, historiadores, professores, pesquisadores, profissionais liberais e demais interessados de todas as áreas do conhecimento, com ou sem experiência prévia na área.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;A programação será composta por palestras, minicursos, oficinas e uma visita guiada ao Museu de Arte Contemporânea (MAC) da USP.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“História e visualidades, fotografia e vídeo” e “Jornalismo e divulgação científica em história e ciências humanas” são os temas de alguns minicursos que serão realizados durante o evento.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;O curso será ministrado no Prédio de Geografia e História da FFLCH, localizado na Av. Lineu Prestes, nº 338, na Cidade Universitária, na capital paulista.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;As inscrições já estão abertas e podem ser realizadas em &lt;a href="http://histint.vitis.uspnet.usp.br/"&gt;http://histint.vitis.uspnet.usp.br/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-5588494081813165750?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/5588494081813165750/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=5588494081813165750' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/5588494081813165750'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/5588494081813165750'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2011/01/curso-de-introducao-historia-publica.html' title='Curso de Introdução à História Pública'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TSRljt7EgDI/AAAAAAAAA10/GFsfPtwhVkU/s72-c/-congresso-nacional-_-rubio-marra800.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-7385817450284302728</id><published>2010-12-30T10:25:00.000-02:00</published><updated>2010-12-30T10:25:20.155-02:00</updated><title type='text'>Oi gente, Feliz Ano Novo</title><content type='html'>&lt;em&gt;Ter alimento é sinônimo de muita prosperidade. Então &lt;/em&gt;que o ano novo seja próspero, no sentido amplo, para todos nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Arroz libanês&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adaptado de um clássico da culinária árabe, este prato é uma refeição completa e contém uma série de nutrientes que auxiliam no combate à TPM.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Ingredientes&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;1 xícara (chá) de arroz integral &lt;br /&gt;1 cebola picada&lt;br /&gt;1 peito de frango com osso&lt;br /&gt;250 g de carne moída (patinho, alcatra ou coxão mole)&lt;br /&gt;3 colheres (sopa) de manteiga &lt;br /&gt;2 colheres (sopa) de farinha de linhaça torrada&lt;br /&gt;2 colheres (sopa) de amêndoas torradas sem pele&lt;br /&gt;2 1/2 colheres (sopa) de sal &lt;br /&gt;2 colheres (chá) de pimenta-síria &lt;br /&gt;1 colher (chá) de canela em pó&lt;br /&gt;óleo de girassol &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Modo de Preparo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1. Numa panela média, coloque 3 xícaras (chá) de água fria, metade da cebola picada, 1 colher (chá) de sal e o frango. Leve ao fogo alto. Quando ferver, abaixe o fogo. Deixe cozinhar por 15 minutos com a panela parcialmente tampada. Retire o frango, deixe esfriar e desfie em pedaços grandes. Reserve o caldo, que será usado para cozinhar o arroz. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2. Em outra panela, acrescente o óleo e leve ao fogo alto. Quando estiver bem quente, junte a carne moída e mexa bem até perder o aspecto de crua. Abaixe o fogo, tempere com 1 colher (chá) de sal, 1 colher (chá) de pimenta-síria e a canela. Misture bem e acrescente o arroz integral. Junte o caldo do cozimento do frango e 1 colher (sopa) de manteiga. Deixe cozinhar em fogo baixo, com a tampa entreaberta, por cerca de 1 hora até que o arroz esteja cozido (sem água no fundo da panela). Junte a farinha de linhaça e mexa bem. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;3. Tempere os pedaços de frango com 1/2 colher (chá) de sal e 1 colher (chá) de pimenta-síria. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;4. Leve uma frigideira grande com as 2 colheres (sopa) de manteiga restantes ao fogo médio. Junte os pedaços de frango e deixe dourar por 10 minutos, virando os pedaços de vez em quando. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;5. Para servir, disponha o arroz no centro de uma travessa, os pedaços de frango em volta e salpique tudo com as amêndoas torradas inteiras ou cortadas em lâminas. Sirva imediatamente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://panelinha.ig.com.br/site_novo/receita/receita.php?id=1605"&gt;http://panelinha.ig.com.br/site_novo/receita/receita.php?id=1605&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-7385817450284302728?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/7385817450284302728/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=7385817450284302728' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/7385817450284302728'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/7385817450284302728'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2010/12/oi-gente-feliz-ano-novo.html' title='Oi gente, Feliz Ano Novo'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-8328649088707832620</id><published>2010-12-12T08:39:00.000-02:00</published><updated>2010-12-12T08:39:52.479-02:00</updated><title type='text'>Novo olhar sobre a África é revelado para a sociedade brasileira em coleção de história</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TQSmVgADH8I/AAAAAAAAA1s/z3onPdGBJKo/s1600/H+Arfricacc2976a10c.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" n4="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TQSmVgADH8I/AAAAAAAAA1s/z3onPdGBJKo/s1600/H+Arfricacc2976a10c.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há pelo menos três milhões de anos, a África vem contribuindo com culturas, conhecimento, técnicas e tecnologias para o mundo. Tudo isso repassado ao longo do tempo não por tribos, como frequentemente se pensa a respeito dos povos africanos, mas por sociedades constituídas e organizadas. Para disseminar entre a população brasileira e entre os países de língua portuguesa essa visão diferenciada sobre o continente africano, a UNESCO no Brasil, o Ministério da Educação, por intermédio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad), e a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), lançam no dia 9/12, em Brasília, a edição em português da Coleção História Geral da África. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A obra contribui para a disseminação da história e da cultura africana na educação, e também para a transformação das relações étnico-raciais no país. A intenção é fazer com que professores e estudantes lancem um novo olhar sobre o continente africano e entendam sua contribuição para a formação da sociedade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Considerada o principal material de referência sobre o assunto, a coleção completa foi editada em inglês, francês e árabe e, pela primeira vez, tem seus oito volumes disponibilizados em português.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Conteúdo&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A coleção conta a história da África a partir de uma visão de dentro do continente, usando uma metodologia interdisciplinar que envolve especialistas de áreas como história, antropologia, arqueologia, linguística, botânica, física, entre outros. Seu conteúdo permite novas perspectivas para os estudos e pesquisas a respeito da África e também para a disseminação das relações étnico-raciais no sistema de ensino brasileiro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os oito volumes que integram a coleção abordam o continente desde a pré-história até a década de 1980, passando pelo Egito Antigo, por diversas civilizações e dinastias, pelo tráfico de escravos, pela colonização europeia e pela independência dos diversos países. A África é destacada como berço da humanidade e de contribuição fundamental para a cultura e a produção do conhecimento científico mundial. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além de apresentar uma história desconhecida da maior parte da população brasileira, a obra refuta ideias preconcebidas, como a que afirma que o deserto do Saara isolou norte e sul do continente. A partir do trabalho de pesquisa realizado para a elaboração da coleção, provou-se que, ao contrário, o deserto funcionava como espaço de intercâmbios, integrando o Antigo Egito à dinâmica do continente. Mostra, também, que a África manteve contatos permanentes com a Ásia, o Oriente Médio, a Europa e as Américas. Além disso, rompe com a ideia tradicional segundo a qual o continente africano era formado por tribos e não por uma sociedade organizada. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por ter um importante papel na diáspora africana – sendo o país que conta com a maior população originária da África – o Brasil integra alguns capítulos da coleção, que abordam a influência africana na cultura brasileira. Mas, dentro da perspectiva inovadora que a obra propõe, o outro lado também é mostrado: os negros que retornaram ao continente após o período da abolição e levaram a cultura brasileira para países como Guiné, Nigéria, Benin e Togo, como pode ser observado na técnica de arquitetura de construções. Além disso, eles tiveram uma influência social, política, econômica e de desenvolvimento nessas regiões. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Base para a transformação &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Coleção é base para pesquisas de especialistas e profissionais de todo o mundo que de alguma forma lidam com a história do continente, bem como subsidia a formação de professores de diversas áreas do conhecimento. Além disso, é fonte para a produção de material pedagógico voltado para as escolas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A iniciativa contribui para a implementação da lei 10.639/2003 (Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Coleção da História Geral da África em língua portuguesa será distribuída pelo Ministério da Educação e estará à disposições dos interessados em todas as bibliotecas públicas municipais, estaduais e distritais; nas bibliotecas das Instituições de Ensino Superior, dos Polos da Universidade Aberta do Brasil, dos Núcleos de Estudos Afro-Brasileiros, dos Conselhos Estaduais ou Distrital de Educação. Os oito volumes estarão disponíveis para download nos sites da UNESCO (www.unesco.org/brasilia/publicacoes) e do Ministério da Educação (www.mec.gov.br/publicacoes) . &lt;/div&gt;Mais informações em &lt;a href="http://www.unesco.org.br/"&gt;http://www.unesco.org.br/&lt;/a&gt; &amp;nbsp;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-8328649088707832620?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/8328649088707832620/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=8328649088707832620' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/8328649088707832620'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/8328649088707832620'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2010/12/novo-olhar-sobre-africa-e-revelado-para.html' title='Novo olhar sobre a África é revelado para a sociedade brasileira em coleção de história'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TQSmVgADH8I/AAAAAAAAA1s/z3onPdGBJKo/s72-c/H+Arfricacc2976a10c.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-5642745191818294964</id><published>2010-11-30T11:06:00.000-02:00</published><updated>2010-11-30T11:06:28.579-02:00</updated><title type='text'>III FESTIVAL MUNDIAL DAS ARTES NEGRAS</title><content type='html'>&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TPT2C5bDOrI/AAAAAAAAA1o/dCa2z5uWT4A/s1600/carlinos.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="400" ox="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TPT2C5bDOrI/AAAAAAAAA1o/dCa2z5uWT4A/s400/carlinos.jpg" width="267" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Carlinhos Brown é um dos artistas que participarão do &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III Festival Mundial das Artes Negras&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;em&gt;Por Joceline Gomes &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Faltam poucos dias para o início da grande celebração internacional à cultura negra. O III Festival Mundial das Artes Negras apresentará a visão de uma África livre, criativa e otimista, em contraponto à versão sombria veiculada nas mídias em geral. O Brasil é o convidado de honra desta edição, e o Ministério da Cultura, por intermédio da Fundação Cultural Palmares, ficou encarregado de organizar a delegação que irá ao continente africano. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Símbolo do diálogo entre os povos e as culturas da Diáspora Africana, o III Festival Mundial das Artes Negras acontecerá de 10 a 31 de dezembro próximo no Senegal. A primeira edição, realizada em 1966 em Dakar, capital senegalesa, deu grande visibilidade aos anos de reconquista da dignidade dos povos negros em terras africanas, devolvidas há pouco tempo aos habitantes do continente. A segunda edição, realizada em 1977, foi organizada pela Nigéria. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;DELEGAÇÃO BRASILEIRA - O Brasil é a nação com o maior número de negros ou mestiços do mundo, perdendo apenas para a Nigéria. São cerca de 90 milhões de habitantes negros ou afrodescendentes, o que transforma o território nacional em um grande símbolo da diversidade cultural. O País terá uma noite dedicada à exibição de suas riquezas musicais e outras manifestações artísticas. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As atrações envolvem grandes artistas e grupos, como Carlinhos Brown, Chico César, Margareth Menezes e a escola de samba Império Serrano. Espetáculos de dança e paradas populares inspiradas nos tradicionais festivais brasileiros farão vibrar as ruas senegalesas. E, para que a festa seja total, os sabores brasileiros não serão esquecidos. Restaurantes irão sugerir diversos pratos e especialidades brasileiras. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;INTELECTUAIS - Além das manifestações artístico-culturais, o III Festival Mundial das Artes Negras incluiu na programação um fórum com intelectuais dos países envolvidos, que debaterão temáticas relacionadas à Renascença Africana. Idealizado e coordenado pelo escritor e vice-presidente da Assembléia Nacional do Senegal, Iba der Thiam, o encontro será encerrado pelo presidente do país, Abdoulaye Wade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.palmares.gov.br/"&gt;http://www.palmares.gov.br/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-5642745191818294964?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/5642745191818294964/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=5642745191818294964' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/5642745191818294964'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/5642745191818294964'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2010/11/iii-festival-mundial-das-artes-negras.html' title='III FESTIVAL MUNDIAL DAS ARTES NEGRAS'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TPT2C5bDOrI/AAAAAAAAA1o/dCa2z5uWT4A/s72-c/carlinos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-3774662810379989634</id><published>2010-11-25T18:23:00.002-02:00</published><updated>2010-11-25T18:23:54.462-02:00</updated><title type='text'>“Programa de Índio – Cultura e Identidade Indígenas nas Cidades”</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TO7Fxov7HJI/AAAAAAAAA1k/iHrxETXbmqc/s1600/Foro+Permanente+de+Reflexao+AL+Encontro+4+convite.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" ox="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TO7Fxov7HJI/AAAAAAAAA1k/iHrxETXbmqc/s400/Foro+Permanente+de+Reflexao+AL+Encontro+4+convite.JPG" width="257" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-3774662810379989634?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/3774662810379989634/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=3774662810379989634' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/3774662810379989634'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/3774662810379989634'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2010/11/programa-de-indio-cultura-e-identidade.html' title='“Programa de Índio – Cultura e Identidade Indígenas nas Cidades”'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TO7Fxov7HJI/AAAAAAAAA1k/iHrxETXbmqc/s72-c/Foro+Permanente+de+Reflexao+AL+Encontro+4+convite.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-528008434126952402</id><published>2010-11-23T09:04:00.000-02:00</published><updated>2010-11-23T09:04:16.326-02:00</updated><title type='text'>1º Seminário de História Oral e Saúde</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) realizará, no dia 25 de novembro, o 1º Seminário de História Oral e Saúde, em São Paulo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O evento é direcionado a pesquisadores, professores, estudantes e interessados em ciências da saúde, história oral, métodos qualitativos de pesquisa e áreas afins.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O seminário será constituído de conferências e mesas-redondas. “Narrativas em medicina e história oral”, “História oral, humanização e políticas públicas em saúde” e “Tratando a história: história oral e cuidados médicos” serão alguns dos assuntos do encontro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As inscrições são gratuitas e o evento será realizado no Anfiteatro Jandira Masur da Unifesp, localizado na Rua Botucatu, 862, 1º andar, na capital paulista.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Informações: &lt;a href="http://proex.epm.br/eventos10/cehfi/index.htm"&gt;http://proex.epm.br/eventos10/cehfi/index.htm&lt;/a&gt; &amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-528008434126952402?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/528008434126952402/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=528008434126952402' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/528008434126952402'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/528008434126952402'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2010/11/1-seminario-de-historia-oral-e-saude.html' title='1º Seminário de História Oral e Saúde'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-8403852885614548030</id><published>2010-11-20T02:26:00.001-02:00</published><updated>2010-11-20T02:44:37.537-02:00</updated><title type='text'>Capazes</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;Lima Barreto &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Carolina Maria de Jesus&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Machado de Assis&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Gilberto Gil&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Milton Nascimento&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Naná Vasconcellos&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Nilo Peçanha &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;Teodoro Sampaio &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;Elbert R. Robinson&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;Frederick Jones&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;Alice Parker&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;John Standard&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;João Cândido &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;Jan E. Matzelinger&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;Madame C. J. Walker&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;André Rebouças &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;Wole Soyinka&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;Toni Morrison&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;Wangari Maathai &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;... continue, a lista de talentos é infinita !&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-8403852885614548030?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/8403852885614548030/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=8403852885614548030' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/8403852885614548030'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/8403852885614548030'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2010/11/e-todos-os-negrosrememoramos.html' title='Capazes'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-1272640855181554245</id><published>2010-11-19T16:36:00.000-02:00</published><updated>2010-11-19T16:36:37.061-02:00</updated><title type='text'>NESTE DOMINGO 21/11 - SARAU DA ADEMAR - 15H - CONSCI ÊNCIA NEGRA</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TObDnBZceWI/AAAAAAAAA1g/qlSHI8VxYPw/s1600/Sarau+Ademar.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" ox="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TObDnBZceWI/AAAAAAAAA1g/qlSHI8VxYPw/s400/Sarau+Ademar.jpg" width="282" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-1272640855181554245?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/1272640855181554245/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=1272640855181554245' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/1272640855181554245'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/1272640855181554245'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2010/11/neste-domingo-2111-sarau-da-ademar-15h.html' title='NESTE DOMINGO 21/11 - SARAU DA ADEMAR - 15H - CONSCI ÊNCIA NEGRA'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TObDnBZceWI/AAAAAAAAA1g/qlSHI8VxYPw/s72-c/Sarau+Ademar.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-7055994838229815490</id><published>2010-11-18T15:54:00.000-02:00</published><updated>2010-11-18T15:54:06.592-02:00</updated><title type='text'>Comida de Santo</title><content type='html'>“O branco europeu chegou aqui fazendo jejum na Semana Santa. Nós colocamos comida e muito tempero nessa semana e Semana Santa no Brasil é um momento de muita comida e celebração”, fala Vilma Reis, professora da UNEB e membro do SEAFRO.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://g1.globo.com/acao/noticia/2010/11/africa-influencia-na-culinaria-e-religiao-do-estado.html"&gt;http://g1.globo.com/acao/noticia/2010/11/africa-influencia-na-culinaria-e-religiao-do-estado.html&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-7055994838229815490?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/7055994838229815490/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=7055994838229815490' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/7055994838229815490'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/7055994838229815490'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2010/11/comida-de-santo.html' title='Comida de Santo'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-8652545885669180838</id><published>2010-11-17T23:34:00.001-02:00</published><updated>2010-11-17T23:35:56.279-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura Africana'/><title type='text'>DIA 20 DE NOVEMBRO: GRUPOS DE MARACATU DO ESTADO DE SÃO PAULO REALIZAM ENCONTRO NO MUSEU AFRO BRASIL</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Oito grupos tradicionais se encontram no Dia da Consciência Negra. Haverá apresentações e Debates. Grátis &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;Nos dias 20 e 21 de Novembro, a partir das 13 horas, o Museu Afro Brasil- Organização Social de Cultura e a Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo promovem o Encontro dos Maracatus de Baque Virado de São Paulo com diversas apresentações e debates. Estão confirmadas as presenças dos grupos Cangarussu, Rochedo de Ouro, Bloco de Pedra, Ilê Alafia, Baque Sinhá, Mucambos de Raiz Nagô, Baque do Vale, Arrastão do Beco e Caracaxá. O evento faz parte das comemorações do Dia da Consciência Negra, que marca o relançamento do Livro “A Mão Afro Brasileira – Significado da Contribuição Artística e Histórica” organizado pelo artista plástico, Emanoel Araújo, Diretor-Curador do Museu Afro Brasil, com edição da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo e patrocínio da empresa de energia EDP. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Original do Estado de Pernambuco, a cultura do Maracatu de Baque Virado foi introduzida em São Paulo a partir da década de 60, com o trabalho do poeta-ator-folclorista, Solano Trindade, na cidade de Embu das Artes. A partir de 1997, com o trabalho semeado pelo percussionista Éder Rocha e acompanhado por diversos mestres de Maracatu de Pernambuco, como Walter de França e Shacon Vianna, essa tradição da cultura popular ganha visibilidade no Estado. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Na última década surgiram muitos grupos de Maracatu e ações da sociedade civil relacionadas diretamente aos aspectos culturais do Maracatu de Baque Virado, espalhando-se por São Paulo, Osasco, Santos, Sorocaba, Rosana, Iguape, São Carlos, Rio Claro, Campinas e Embu das Artes. &lt;/div&gt;&lt;strong&gt;Programação&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;Sábado (apresentações de 45 min. Com 10 min de intervalo):&lt;br /&gt;13h – Preparação&lt;br /&gt;13h45 – Cangarussu&lt;br /&gt;14h40 – Rochedo de Ouro&lt;br /&gt;15h35- Bloco de Pedra&lt;br /&gt;16h30 – Ilê Alafia&lt;br /&gt;Domingo (apresentações de 30 min. Sem intervalo):&lt;br /&gt;13h – Preparação&lt;br /&gt;13h30 – Baque Sinhá&lt;br /&gt;14h – Mucambos de Raiz Nagô&lt;br /&gt;14h30 – Baque do Vale&lt;br /&gt;15h – Arrastão do Beco&lt;br /&gt;15h30 – Caracaxá&lt;br /&gt;16h às 18h – Debates:&lt;br /&gt;1. Raquel Trindade e Família apresentam a história de seu Maracatu e do Teatro Popular Solano Trindade;&lt;br /&gt;2. Apresentação Geral da Trajetória dos Grupos;&lt;br /&gt;3. Organização para o Encontro de 2011;&lt;br /&gt;4. Proposição de Agenda de interesses comuns (Artística e Cultural);&lt;br /&gt;5. Apresentação de iniciativas da Rede: Maracatu.org.br, Encontro Europeu de Maracatus e Associação de Maracatus de Baque Virado de Pernambuco.&lt;br /&gt;Serviço:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Encontro dos Maracatus de baque Virado de São Paulo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Sáb. e Dom. - 20 e 21/11 - das 13h às 18h . Grátis&lt;br /&gt;Museu Afro Brasil - Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº - Pavilhão Padre Manoel da Nóbrega&lt;br /&gt;Parque Ibirapuera - Portão 10 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sobre os Grupos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Cangarussu - &lt;a href="http://grupocangarussu.blogspot.com/"&gt;http://grupocangarussu.blogspot.com/&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;Rochedo de Ouro - &lt;a href="http://rochedodeouro.maracatu.org.br/"&gt;http://rochedodeouro.maracatu.org.br/&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O &lt;strong&gt;Rochedo de Ouro&lt;/strong&gt; é um grupo artístico que vivência a cultura do Maracatu de Baque Virado através de sua música e dança. Um trabalho que valoriza a cultura tradicional, atuando na cidade de São Carlos desde 2002, realizando arrastões pelas ruas de diversos bairros, bem como apresentações em eventos e comemorações. No âmbito da tradição, este trabalho tem como sua principal fonte e estrela guia o Maracatu Nação Estrela Brilhante do Recife. Entendendo a importância da transmissão deste conhecimento tradicional, com seus princípios e particularidades, o grupo Rochedo de Ouro, já organizou seis vivências abertas entre os anos de 2003 e 2009, contando com a vinda de integrantes desse Maracatu para São Carlos – mestre da percussão Walter de França e mestre da dança Maurício Soares – e Eder Rocha quando realizaram cursos, oficinas de música e dança e palestras sobre o tema. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bloco de Pedra&lt;/strong&gt; – &lt;a href="http://blocodepedra.com.br/"&gt;http://blocodepedra.com.br/&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fundado na cidade de São Paulo no ano de 2005, o Grupo Maracatu Bloco de Pedra é formado por cerca de 150 pessoas de todas as idades. O grupo trabalha especificamente com a cultura do Maracatu de Baque Virado, uma manifestação secular da cultura popular e tradicional do Brasil.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ilê Alafia&lt;/strong&gt; - &lt;a href="http://www.maracatuilealafia.com.br/"&gt;http://www.maracatuilealafia.com.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Baque Sinhá - O Baque Sinhá é um grupo feminino, que propõe uma releitura do maracatu de baque virado, de origem pernambucana, bem como sua dança e canto. O grupo se uniu, primeiramente com o objetivo de fazer apenas um evento em homenagem ao dia da mulher, e com o passar do tempo vimos que era muito maior que isso, a nossa união e força nos encorajaram a fundar um grupo de maracatu, que em 21 de Fevereiro de 2010 se consolidou. Hoje estamos com aproximadamente 15 integrantes oriundas de outros grupos de maracatu do estado de São Paulo. Só mulheres tocam no Baque Sinhá, mas temos o auxílio dos entitulados “Cavaleiros” , que nos dão apoio nas apresentações, como fotógrafos, dançarinos e amigos. &lt;/div&gt;Baque do Vale - &lt;a href="http://baquedovale.com.br/"&gt;http://baquedovale.com.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Arrastão do Beco&lt;/strong&gt; - &lt;a href="http://arrastaodobeco.blogspot.com/"&gt;http://arrastaodobeco.blogspot.com/&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Arrastão do Beco é um grupo brincante de música percussiva da zona Sul de SP fundado em 2007, que trabalha com diversas linguagens dos folguedos populares. Dissemina através dos toques, cantos e danças a cultura das manifestações afro-brasileiras baseadas nas congadas, nos cocos de roda, nas cirandas, nos candomblés das nações de Angola e Kêtu, e principalmente nos maracatus de baque virado, sendo esta última manifestação a sua identidade principal. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Caracaxá - &lt;a href="http://ciacaracaxa.maracatu.org.br/"&gt;http://ciacaracaxa.maracatu.org.br/&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral, s/ nº&lt;br /&gt;Parque Ibirapuera- Portão 10&lt;br /&gt;São Paulo- SP - Brasil&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.museuafrobrasil.org.br/"&gt;http://www.museuafrobrasil.org.br/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-8652545885669180838?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/8652545885669180838/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=8652545885669180838' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/8652545885669180838'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/8652545885669180838'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2010/11/dia-20-de-novembro-grupos-de-maracatu.html' title='DIA 20 DE NOVEMBRO: GRUPOS DE MARACATU DO ESTADO DE SÃO PAULO REALIZAM ENCONTRO NO MUSEU AFRO BRASIL'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-2242768365482207952</id><published>2010-11-10T14:56:00.000-02:00</published><updated>2010-11-10T14:56:13.450-02:00</updated><title type='text'>CICLO DE PALESTRAS LITERATURAS AFRICANAS, COM PEPETELA E OUTROS AUTORES</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TNrOmQBTP-I/AAAAAAAAA1c/VxkHIiSoME4/s1600/CONVITE+LITERATURAS+AFRICANAS+PEPETELA%255B1%255D.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="484" px="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TNrOmQBTP-I/AAAAAAAAA1c/VxkHIiSoME4/s640/CONVITE+LITERATURAS+AFRICANAS+PEPETELA%255B1%255D.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-2242768365482207952?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/2242768365482207952/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=2242768365482207952' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/2242768365482207952'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/2242768365482207952'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2010/11/ciclo-de-palestras-literaturas.html' title='CICLO DE PALESTRAS LITERATURAS AFRICANAS, COM PEPETELA E OUTROS AUTORES'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TNrOmQBTP-I/AAAAAAAAA1c/VxkHIiSoME4/s72-c/CONVITE+LITERATURAS+AFRICANAS+PEPETELA%255B1%255D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-8784454801305685721</id><published>2010-11-09T18:37:00.000-02:00</published><updated>2010-11-09T18:37:18.530-02:00</updated><title type='text'>Projeto "Que país é este?" enfoca Moçambique</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A República de Moçambique e a sua contribuição para a formação da cultural brasileira são os temas do projeto ''Que país é este?'' do mês de novembro. As atividades programadas vão propiciar um mergulho nas tradições e riquezas deste país africano.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para o professor-doutor Carlos Subuhana, convidado pelo Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso para ser o curador, deste mês, do projeto Que País É Este?, que enfoca a República de Moçambique, a contribuição dos africanos na cultura nacional tem sido um elemento fundamental na formação da identidade do povo brasileiro. “É impossível pensar o Brasil nos mais diversos aspectos, como cultura e religião, sem levar em conta essa importante influência, que se estende ao longo dos últimos quatro séculos”, afirma o curador.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com o objetivo de proporcionar um mergulho na riqueza das tradições socioculturais, da literatura e história, o evento promove atividades como palestras, encontros, oficinas e sarau, que mostram parte da diversidade e da complexidade presente no continente africano.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Entre os convidados está Ungulani Ba Ka Khosa, considerado um dos 100 melhores escritores africanos do século XX. O autor conversa com o público, e seu livro Ualalapi (1987) serve como base para que a doutoranda em Letras, Luana Antunes, comente alguns recursos estético-discursivos utilizados por ele. Dividida em seis episódios, a obra, ganhadora do grande prêmio de ficção moçambicana em 1990, conta a história de um guerreiro destinado a matar um rei (“hoi”, em idioma Tsonga). Com a morte deste, o irmão assume seu lugar. Khosa publicou também obras como Orgia dos loucos (1990), No reino dos Abutres (2001) e Choriro (2009).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Entre os temas abordados em outras palestras do evento estão Moçambique, história e cultura, com o pesquisador Rafael Chivuri, e A Mulher moçambicana, com Lidia Justino Mondlane, fundadora da Associação Nacional dos Enfermeiros de Moçambique. Em Tecidos e identidades africanas, a antropóloga Luciane Silva fala sobre o significado das túnicas africanas conhecidas como capulanas, e as mensagens sociais que os diferentes tecidos empregados em suas confecções transmitem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Haverá, ainda, uma oficina em que as moçambicanas Leonilda Muatiacale e Bernadete João ensinam como fazer as tranças que enfeitam as cabeças de homens e mulheres; um sarau com danças, músicas e contos do país; e um encontro com o objetivo de estreitar laços entre o Brasil e Moçambique.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O evento ocorre entre os dias 14 e 17 de novembro e, para participar, é necessário fazer inscrição.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Confira a Programação: &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;QUE PAÍS É ESTE?: “MOÇAMBIQUE”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso. Zona Norte. Grátis&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Curadoria: Carlos Subuhana (moçambicano com pós-doutorado em Antropologia pela Universidade de São Paulo).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Inscrições na recepção do CCJ. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;CAFÉ CULTURAL: “UNGULANI BA KA KHOSA E A CIRANDA DAS VOZES”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com Luana Antunes Costa (doutoranda em Letras pela USP e autora do livro Pelas águas mestiças da história: uma leitura de “O outro pé da sereia” de Mia Couto).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A partir de leitura da obra Ualalapi, de Ungulani Ba Ka Khosa, a pesquisadora apresenta alguns dos recursos estético-discursivos que são pilares da escrita do autor moçambicano. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;50 vagas. Espaço Sarau. Dia 14, das 14h às 16h&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;DIÁLOGOS: “UNGULANI BA KA KHOSA”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Parceria: Sistema Municipal de Bibliotecas e Biblioteca São Paulo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pela segunda vez no Brasil, o escritor moçambicano, autor dos livros Ualalapi, vencedor do grande prêmio de ficção moçambicana em 1990, Orgia dos loucos e outros, conversa com o público sobre a produção literária em seu país e sobre sua trajetória como escritor. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;50 vagas. Espaço Sarau. Dia 14, das 16h às 18h&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;MOÇAMBIQUE – HISTÓRIA E CULTURA&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com Rafae Chivure (mestrando em Relações Internacionais pela Universidade Estadual Paulista).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O pesquisador apresenta um panorama sobre a evolução histórica e a diversidade cultural de Moçambique. O documentário Moçambique, produzido pela produtora Videografia em parceria com a TVE Brasil, é exibido antes da palestra. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;50 vagas. Espaço Sarau. Dia 21, das 14h30 às 17h&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;TECIDOS E IDENTIDADES AFRICANAS&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com Luciane Silva (professora e antropóloga com especialização em diáspora africana pela Universidade de Maryland, EUA).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na África, os diferentes tecidos servem como articuladores das percepções de gênero, geração, etnicidade, filiações política e nacional entre os povos. No vestuário, o pano é também palavra, portador de mensagens sociais. Neste encontro, a antropóloga mostra as produções têxteis industriais do continente, com recorte específico nas capulanas de Moçambique e seus significados. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;50 vagas. Espaço Sarau. Dia 21, das 17h às 18h30&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;INTERCONEXÕES HUMANAS&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Realização: Instituto Voz, Liga dos Direitos Humanos (LDH) e Centro Cultural Brasil Moçambique (CCBM).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Encontro com o objetivo de estreitar laços entre Brasil e Moçambique em produção colaborativa audiovisual, difundir a produção, fomentar e promover trocas na perspectiva de envolver outros protagonistas e construir políticas públicas entre a Comunidade dos Países da Língua Portuguesa (CPLP). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;50 vagas. Espaço Sarau. Dia 27, das 10h às 14h&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;OFICINA: “TRANÇAS MOÇAMBICANAS – ALIANDO ESTILO, MODA E BELEZA”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Coord.: Leonilda Muatiacale (moçambicana de Tete e doutoranda em Comunicação e Semiótica) e Bernardete João (moçambicana da Zambézia e licenciada em Pedagogia).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desde pequenas, as meninas moçambicanas aprendem a fazer tranças em casa como brincadeira. Depois, compreendem que, aliadas às vestimentas e adornos, as tranças são uma verdadeira arte na cabeça de mulheres e homens que primam pela beleza, moda e pelo estilo próprio de acordo com a sua personalidade. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;20 vagas. Mirante. Dia 27, das 11h às 13h&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A MULHER MOÇAMBICANA &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com Lidia Justino Mondlane (mestra em Ciências de Educação e fundadora da Associação Nacional dos Enfermeiros de Moçambique).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A pesquisadora fala sobre a mulher moçambicana no campo, no mercado de trabalho e na política e apresenta sua transição e presença na construção do país. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;50 vagas. Espaço Sarau. Dia 27, das 14h30 às 16h&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;COISAS DE MOÇAMBIQUE&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Produção: Tânia Piffer e Sandra Lessa (Senhora Cia. de Arte).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sarau que apresenta a cultura tradicional moçambicana por meio de contos, músicas e danças. No final do encontro, ocorre um desfile de capulanas com Julieta e Delicia Catarina.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;100 vagas. Espaço Sarau. Dia 27, das 17h às 19h&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Serviço&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Que País É Este?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Data: 14 e 17 de novembro&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Local: Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso. Endereço: Av. Deputado Emílio Carlos, 3.641, Vila Nova Cachoeirinha - São Paulo - Brasil&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Telefone: 3984-2466&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Grátis&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-8784454801305685721?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/8784454801305685721/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=8784454801305685721' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/8784454801305685721'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/8784454801305685721'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2010/11/projeto-que-pais-e-este-enfoca.html' title='Projeto &quot;Que país é este?&quot; enfoca Moçambique'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-8878102409568254463</id><published>2010-11-09T17:52:00.002-02:00</published><updated>2010-11-09T17:52:54.156-02:00</updated><title type='text'>XII Festa do Livro da USP</title><content type='html'>Para quem estiver em SP, vale conferir a XII Festa do Livro da USP, que se realizará de 24 a 26 de novembro das 9h às 21h, no saguão do prédio da Geografia e História, sito à Av. Lineu Prestes, 338, Cidade Universitária, São Paulo, SP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oportunidade para adquirir com descontos muito bons, às vezes com 50% ou mais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-8878102409568254463?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/8878102409568254463/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=8878102409568254463' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/8878102409568254463'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/8878102409568254463'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2010/11/xii-festa-do-livro-da-usp.html' title='XII Festa do Livro da USP'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-3565225901127282099</id><published>2010-11-09T13:55:00.000-02:00</published><updated>2010-11-09T13:55:26.125-02:00</updated><title type='text'>Memória da educação paulista</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TNluLVVMb7I/AAAAAAAAA1Y/l5jYPpzKlMA/s1600/Mem%25C3%25B3ria+da+educa%25C3%25A7%25C3%25A3o+paulista.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="145" px="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TNluLVVMb7I/AAAAAAAAA1Y/l5jYPpzKlMA/s200/Mem%25C3%25B3ria+da+educa%25C3%25A7%25C3%25A3o+paulista.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Arquivo Público do Estado de São Paulo acaba de lançar o Memória da Educação, um novo site temático sobre a educação paulista que abriga documentos raros dos séculos 19 e 20.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O site é direcionado a pesquisadores e interessados em história da educação. São disponibilizados relatórios, dados estatísticos, instruções pedagógicas, revistas, trabalhos escolares, além de imagens e outros documentos raros.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cada documento traz um pouco da história da educação no campo, na cidade e no litoral, contada por alunos, professores, inspetores, diretores.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A partir deles, é possível conhecer melhor os métodos pedagógicos, as modificações na estrutura física e patrimonial da educação pública e diversos aspectos da vida cotidiana da sociedade, por meio de suas relações com o meio escolar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fatos históricos marcantes – como a utilização dos prédios de vários grupos escolares e escolas como quartéis nas Revoluções de 1930 e 1932 – são destacados.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O site traz também curiosidades da época, como uma prova realizada pela aluna Maria Carolina Marins, matriculada em 1896 no 4º ano do Grupo Escolar Antonio Padilha, em Sorocaba, interior de São Paulo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na prova da aluna são apresentados os conhecimentos adquiridos pela aluna no decorrer do ano letivo. A prova dissertativa, aplicada ao fim de cada ano, baseava-se em teste escrito sobre disciplinas escolares como física, botânica, mineralogia, língua estrangeira, língua portuguesa e música, entre outras áreas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo o Arquivo Público, novos documentos serão acrescentados gradativamente, cobrindo outros períodos e níveis de ensino.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mais informações: &lt;a href="http://www.arquivoestado.sp.gov.br/educacao"&gt;www.arquivoestado.sp.gov.br/educacao&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: Agência Fapesp&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-3565225901127282099?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/3565225901127282099/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=3565225901127282099' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/3565225901127282099'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/3565225901127282099'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2010/11/memoria-da-educacao-paulista.html' title='Memória da educação paulista'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TNluLVVMb7I/AAAAAAAAA1Y/l5jYPpzKlMA/s72-c/Mem%25C3%25B3ria+da+educa%25C3%25A7%25C3%25A3o+paulista.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-6637561381418820062</id><published>2010-11-04T01:13:00.000-02:00</published><updated>2010-11-04T01:13:43.563-02:00</updated><title type='text'>Contadores de Estórias Miguilim de Cordisburgo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;Miguilins: muita estória para contar&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Carlos Jáuregui e Flávia Ayer&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Miguilim, personagem de Guimarães Rosa, transpôs as barreiras da ficção e ganhou as ruas da pequena Cordisburgo, terra natal do escritor. Em 1995, foi fundado o Grupo de Contadores de Estórias Miguilim, que narra contos da obra de Guimarães Rosa. “O nosso objetivo é facilitar Guimarães Rosa, é mostrar para as pessoas que ele pode ser lido”, afirma Fábio Barbosa, de 25 anos, integrante da primeira turma de Miguilins.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, o Grupo possui cerca de 40 integrantes, entre 11 e 25 anos. A preparação para contar estórias inclui o estudo da biografia e obra de Guimarães Rosa, a aprendizagem da técnica de “contação” de estórias, além de regras de comportamento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fundadora do Grupo Miguilim, Calina Guimarães, prima de Guimarães Rosa, afirma que “o trabalho com a contação de estórias dá aos Miguilins muita firmeza e responsabilidade na profissão. Eles se dedicam mesmo”. Calina completa: ”sem eles eu não vivo não”, emocionada após mais uma apresentação do Grupo, durante a Semana Roseana, que aconteceu de 4 a 10 de julho, em Cordisburgo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.manuelzao.ufmg.br/festivelhas1/salaimprensa/miguilim.htm"&gt;http://www.manuelzao.ufmg.br/festivelhas1/salaimprensa/miguilim.htm&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-6637561381418820062?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/6637561381418820062/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=6637561381418820062' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/6637561381418820062'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/6637561381418820062'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2010/11/contadores-de-estorias-miguilim-de.html' title='Contadores de Estórias Miguilim de Cordisburgo'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-3260166318198642211</id><published>2010-11-03T18:02:00.001-02:00</published><updated>2010-11-03T18:02:52.124-02:00</updated><title type='text'>Balada Literária acontece de 18 a 21 de novembro</title><content type='html'>&lt;em&gt;Entre os dias 18 e 21 de novembro acontece a Balada Literária, em diversos pontos da Vila Madalena, na Zona Oeste.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A BALADA LITERÁRIA completa cinco anos. E se consolida como um dos mais importantes e descontraídos eventos literários do país. É quase uma centena de artistas, nacionais e internacionais, em mesa de debate, em mesa de bar, no palco, trocando ideias, festejando lançamentos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A homenageada desta edição é a escritora paulistana LYGIA FAGUNDES TELLES, que tem toda a sua obra relançada pela Companhia das Letras - como o romance As Meninas e o livro de contos Antes do Baile Verde. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Desde o ano passado anunciamos esta celebração à grande Lygia. Ela aceitou com alegria o brinde que, agora, vamos levantar para ela", diz o escritor pernambucano Marcelino Freire, criador e organizador do evento, ao lado da Livraria da Vila e da Ato Cidadão e com o apoio da Biblioteca Alceu Amoroso Lima, Centro Cultural b_arco, Edith, Itaú Cultural, Goethe-Institut, SESC Pinheiros, Teatro Brincante, Teatro da Vila e do bar Mercearia São Pedro.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desde 2006 a BALADA LITERÁRIA já reuniu, entre outros, Adélia Prado, Angeli, Chico César, Cristovão Tezza, David Toscana, Efraim Medina Reyes, Francisco Alvim, João Gilberto Noll, João Ubaldo Ribeiro, José Luandino Vieira, José Luís Peixoto, Luis Fernando Verissimo, Laerte, Márcio Souza, Mario Bellatin, Mário Prata, Paulo Lins e Tony Belotto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desta vez, de 18 a 21 de novembro, estarão na Vila Madalena Alberto Manguel, Antonio Nóbrega, Alice Ruiz, Augusto de Campos, Beth Goulart, Botika, Cid Campos, Emicida, Eunice Arruda, Jorge Furtado, José Castello, Luiz Antonio de Assis Brasil (que também coordenará uma oficina de criação), Marcelo Rubens Paiva, Siba e Vitor Ramil, etc.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De novidades para esta edição, Freire destaca a homenagem que será feita ao editor Massao Ohno, ao poeta Roberto Piva e ao escritor e ator Alberto Guzik, mortos este ano. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Também merecem destaque a apresentação da peça "Los Críticos También Lloran", baseada na obra do chileno Roberto Bolaño e encenada por um grupo que reúne autores/atores espanhóis e venezuelanos, e a presença do escritor alemão Ulrich Peltzer, que inaugurará a parceria da BALADA LITERÁRIA com o Goethe-Institut.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Ver programação&amp;nbsp; &lt;a href="http://baladaliteraria.zip.net/"&gt;http://baladaliteraria.zip.net/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;﻿&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-3260166318198642211?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/3260166318198642211/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=3260166318198642211' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/3260166318198642211'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/3260166318198642211'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2010/11/balada-literaria-acontece-de-18-21-de.html' title='Balada Literária acontece de 18 a 21 de novembro'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-3196939205854828365</id><published>2010-11-03T09:42:00.000-02:00</published><updated>2010-11-03T09:42:26.476-02:00</updated><title type='text'>Portinari na internet e para todos</title><content type='html'>&lt;em&gt;Por Fábio de Castro&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TNFJa1bVQiI/AAAAAAAAA1U/v5eE5cbCezo/s1600/retirantes.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="261" px="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TNFJa1bVQiI/AAAAAAAAA1U/v5eE5cbCezo/s320/retirantes.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pesquisador das áreas de engenharia de telecomunicações e de matemática, João Candido Portinari deixou a carreira acadêmica de lado há 35 anos, quando decidiu se dedicar integralmente a um projeto grandioso: localizar, digitalizar e catalogar as mais de 5 mil obras de seu pai, Candido Portinari (1903-1962), um dos principais artistas brasileiros.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Projeto Portinari conseguiu disponibilizar em forma digital praticamente toda a obra do artista. De acordo com João Candido, a iniciativa é uma forma de corrigir uma consequência perversa da importância e do reconhecimento da obra de seu pai: com a maior parte de seus quadros dispersa em coleções privadas de todo o mundo, o pintor que dedicou sua vida a retratar o povo tem sua obra inacessível ao público geral.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois de 20 anos de pesquisas, qualificadas por João Candido como “um verdadeiro trabalho de detetive”, toda a obra foi catalogada. Nos últimos 13 anos, o Projeto Portinari tem divulgado a obra do pintor por todo o Brasil, realizando exposições itinerantes em comunidades afastadas, com foco especial nas crianças.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O próximo passo do projeto será grandioso: trazer de volta ao Brasil, temporariamente, a obra Guerra e Paz: dois painéis de 14 metros de altura que foram concebidos especialmente para a sede das Nações Unidas, em Nova York.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com a sede passando por uma grande reforma, o Projeto Portinari conseguiu a guarda dos dois painéis até 2013. A obra, concluída em 1956, foi a última de Portinari e causou sua morte. Durante os cinco anos em que trabalhou nos painéis de 140 metros quadrados, o pintor já estava intoxicado pelo chumbo das tintas a óleo. Ele morreria no início de 1962 em decorrência do envenenamento.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Considerada pelo próprio Portinari como sua melhor obra, os painéis de Guerra e Paz serão apresentados em dezembro, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, cidade onde foram apresentadas ao público brasileiro por uma única vez antes de serem embarcados para os Estados Unidos, há 53 anos. Em seguida, serão submetidos a uma restauração que poderá ser acompanhada pelo público, em processo que levará alguns meses. Após o restauro, passarão por diversas cidades, acompanhados de 120 estudos preparatórios executados por Portinari entre 1952 e 1956.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No dia 21 de outubro uma exposição com as 25 obras de Portinari que ilustram o Relatório de Atividades FAPESP 2009 foi inaugurada na sede da Fundação, em São Paulo. Na ocasião, João Candido concedeu à Agência FAPESP a seguinte entrevista: &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Agência FAPESP – O Projeto Portinari fez a digitalização de praticamente todas as obras de seu pai. Quais foram as dificuldades encontradas para realizar o levantamento de uma obra tão extensa?&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;João Candido Portinari – De fato é uma obra extensa. Conseguimos catalogar mais de 5 mil obras. Esse número correspondia à estimativa que tínhamos, antes de iniciar o trabalho, de que ele teria produzido um trabalho a cada três dias, em média, durante cerca de 40 anos, incluindo os grandes painéis e murais que levavam vários meses ou anos para ser realizados. Quando começamos o levantamento, a situação era dramática, pois o paradeiro da maioria das obras era desconhecido, não havia nenhum museu, nenhum catálogo e os livros sobre sua vida e obra estavam esgotados.. Foi um trabalho de detetive que consumiu muitos anos, porque se trata de uma obra dispersa não só em coleções privadas do Brasil, mas em vários países. Encontramos obras nas Américas, na Finlândia, na antiga Tchecoslováquia, no Canadá, na África do Sul, em Israel, no Haiti e em muitos outros países.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Agência FAPESP – Quanto tempo levou esse processo?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;João Candido– Essa fase de atividade de rastreamento, localização, catalogação e digitalização consumiu inteiramente os primeiros 20 anos do projeto. Foi uma aventura que só teve sucesso graças à solidariedade da sociedade brasileira. Esse trabalho imenso não se restringiu apenas ao levantamento das obras, conseguimos também reunir mais de 30 mil documentos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Agência FAPESP – Qual é a natureza dessa documentação? &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;João Candido – Todo tipo de documento, incluindo 9 mil cartas que Portinari trocou com intelectuais e artistas de sua época, como Mario de Andrade, Manuel Bandeira, Graciliano Ramos, José Lins do Rego, Luís Carlos Prestes, Heitor Villa-Lobos, Cecília Meirelles, Jorge Amado, Carlos Drummond de Andrade e muitos outros. É um tesouro extraordinário. Além disso, temos 12 mil recortes de periódicos que vão de 1920 até os dias de hoje. Além de compilar esse material, também produzimos novos documentos. Fizemos um programa de história oral que, ao longo de anos, entrevistou 74 contemporâneos de Portinari. Disso resultaram 130 horas gravadas em vídeo, que não se restringem a comentar sobre Portinari ou arte, mas também abordam preocupações estéticas, culturais, sociais e políticas daquela geração. Tudo isso está consubstanciado em um site, onde qualquer um pode encontrar toda a documentação.&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;Agência FAPESP – O Projeto Portinari tem uma sede física ou se concentra no universo virtual?&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;João Candido– Nossa sede fica na PUC-RJ, no Rio de Janeiro, mas você tem razão em dizer que se trata de algo primordialmente virtual. O projeto poderia estar em qualquer lugar, pois não temos nenhuma obra original, apenas reunimos os conteúdos e a pesquisa sobre o artista. Projetamos criar, no futuro, um Museu Portinari, no qual o público pudesse ter contato, em um só lugar, com toda a obra do artista. Faríamos isso com reproduções impressas em alta definição. Avaliamos que reunir reproduções de alta qualidade das 5 mil obras sairia mais barato do que fazer um museu com apenas dez obras originais. Foi o que a FAPESP fez com a exposição de reproduções atualmente em sua sede.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Agência FAPESP – Podemos dizer que, em relação ao tamanho de sua obra, Portinari é pouco conhecido?&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;João Candido – Sim, essa foi uma das principais motivações para o projeto e é também o que nos inspira o sonho de um dia ter um Museu Portinari. Meu pai dizia que sua obra era dedicada ao povo, mas o destino dela foi vítima de uma ironia perversa: hoje, o povo não tem acesso à sua obra, que está dispersa em coleções privadas e museus em várias partes do planeta. Isso motivou o questionamento de Antonio Callado: "segregado em coleções particulares, em salas de bancos, Candinho vai se tornando invisível. Vai continuar desmembrado o nosso maior pintor, como o Tiradentes que pintou?".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Agência FAPESP – Com a conclusão da catalogação e digitalização das obras, o Projeto Portinari cumpriu sua missão?&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;João Candido – Não, pelo contrário, consideramos que o verdadeiro trabalho começou a partir do momento em que tivemos todos os conteúdos levantados, catalogados, cruzados entre si e pesquisados minuciosamente. Desde então, passamos a desenvolver uma série de ações. A mais importante delas é o trabalho com crianças, realizado nos últimos 13 anos: o Brasil de Portinari.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Agência FAPESP – Como é desenvolvido esse trabalho?&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;João Candido– Percorremos escolas, centros culturais e prefeituras em todos os estados brasileiros. Visitamos também hospitais, populações ribeirinhas e presídios. Mas a prioridade é apresentar o trabalho às crianças. Realizamos, por exemplo, uma excursão no Pantanal recebendo crianças para uma exposição em um barco. Em 2009, fizemos uma parceria com a Marinha e percorremos o Amazonas e seus afluentes, ficando 19 dias no rio Purus. Nos navios, moradores de povoados muito precários têm contato com a obra de Portinari e recebem assistência médica e odontológica, tiram documentos, entre outras atividades.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Agência FAPESP – Como é a reação das crianças&lt;/strong&gt;? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;João Candido – Às vezes as crianças têm uma percepção visual bem mais aguçada que a dos adultos. Eles se envolvem muito e entendem imediatamente o que diz o pintor. O resultado tem sido de um sucesso extraordinário. Procuramos incentivar a criança a uma reflexão crítica sobre a realidade do mundo. A ideia é colocá-los em contato com a obra de Portinari e sua poderosa mensagem de não-violência, de fraternidade, de solidariedade, de compaixão e de respeito pelo sagrado da vida. Nada disso seria possível com uma obra que não tivesse a força do trabalho de Portinari.&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;Agência FAPESP – Podemos dizer que a força do trabalho de Portinari vem da preocupação com a questão social?&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Candido – Sim e isso é muito interessante. O trabalho do meu pai foi caracterizado por um experimentalismo incessante – a ponto de críticos dizerem que em sua obra há uma dezena de pintores diferentes. Mas a temática é sempre a mesma: a profunda preocupação social. Ele foi mudando o estilo e a forma de expressão. Dava importância à técnica, dizia que sem ela é impossível expressar o que vai na alma, mas destacava que seu tema era o homem. Está presente invariavelmente em sua obra esse desejo profundo de solidariedade e de compaixão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Agência FAPESP – O excluído é o personagem central da obra do pintor? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;João Candido – O excluído é um personagem absolutamente central. Ele vivia em uma região cafeeira do interior paulista que era passagem de retirantes que vinham do Nordeste. Isso impressionou de forma indelével as retinas daquele menino que presenciou a tragédia das famílias que viajavam em condições desumanas. Essa experiência despertou nele, de forma muito precoce, um sentimento de solidariedade incondicional com o excluído. Eu diria que esse sentimento solidário – e de revolta e denúncia contra a violência e as injustiças – é uma das características mais fundamentais para compreender Portinari. Esse foco na exclusão encontraria sua síntese máxima em sua última obra, os monumentais painéis Guerra e Paz. Ali, o excluído é a espécie humana inteira, submetida ao flagelo da guerra e excluída da paz.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Agência FAPESP – Quais são os outros temas importantes em Portinari&lt;/strong&gt;? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;João Candido – A partir desse eixo da preocupação com a exclusão social, a temática dele é muito abrangente, abordando questões universais e trazendo também um grande retrato do Brasil. Algo que pouca gente sabe, por exemplo, é que Portinari foi um dos maiores pintores sacros do mundo. É extraordinário como pintou tantas vezes o Cristo e as cenas bíblicas. Uma produção sacra que levou Alceu Amoroso Lima – grande pensador católico – a levantar um intrigante paradoxo: como um pintor comunista como Portinari fazia a pintura sacra com tanto fervor.&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;Agência FAPESP – Trata-se de fato de um paradoxo&lt;/strong&gt;? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;João Candido – O próprio Amoroso Lima concluiu que não havia paradoxo quando foi a Brodowsky, cidade natal de Portinari, visitar sua casa. Conhecendo a mãe, a avó e as tias do pintor, compreendeu que se tratava de uma típica família matriarcal italiana, de católicas fervorosas. E percebeu que não havia contradição: Portinari era um homem de um misticismo ancestral e nunca abandonou isso. Ele se recusou a seguir as diretivas do Partido Comunista Russo, de que os pintores socialistas deviam seguir os cânones do realismo socialista. Luis Carlos Prestes, que era seu amigo, teve a grandeza de perceber essa dimensão e não fazer qualquer restrição ao meu pai no Partido Comunista.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Agência FAPESP – Além da temática religiosa, o que é mais presente em sua obra?&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;João Candido – Por tomar para si o partido do desfavorecido, Portinari se tornou um dos maiores pintores de negros das Américas. Isso foi dito por Assis Chateaubriand, que escreveu um texto sobre a presença da África na obra de meu pai: "Portinari é o maior e mais fantástico pintor de negros que ainda viu a espécie humana. Ele sente a África com sua magia, os seus mistérios, a sua volúpia, como nenhum outro artista do pincel". A infância também é um tema recorrente. A infância está em sua obra poética, lírica. Porque é uma infância do interior do Brasil, que, apesar de ser pobre é passada sob as estrelas, no mato, brincando na rua, com animais. Isso está na obra dele de forma riquíssima, impregnada de poesia. Outro elemento é o trabalho. O trabalhador é um tema que percorre toda a sua trajetória. Tudo isso foi abordado de uma forma que apresenta sempre uma dialética entre o drama e a poesia, entre a fúria e a ternura e entre o trágico e o lírico. Em qualquer ponto da trajetória de Portinari veremos essa dialética.&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;Agência FAPESP – O senhor é pesquisador do ramo de engenharia de telecomunicações. Como foi sua carreira acadêmica? Ainda atua na área&lt;/strong&gt;? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;João Candido – Estudei matemática na França e lá prestei concurso para escolas de engenharia e me formei em telecomunicações. Fiz o doutoramento no Instituto de Tecnologia de Massachussetts (MIT), ainda na área de engenharia elétrica, mas já com meu interesse todo voltado, novamente, para matemática. Terminando o doutoramento, depois de dez anos fora do Brasil, em 1966 fui convidado pela PUC do Rio de Janeiro para ajudar a criar seu Departamento de Matemática. Eu tinha 28 anos. No ano seguinte fui diretor do departamento e fiquei 13 anos totalmente absorvido na pesquisa, ensino e administração. Em 1979 concebemos o Projeto Portinari. Rapidamente vi que seria impossível conciliar as duas atividades, porque o projeto ia se desdobrando e, infelizmente, tive que abrir mão da matemática. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-3196939205854828365?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/3196939205854828365/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=3196939205854828365' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/3196939205854828365'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/3196939205854828365'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2010/11/portinari-na-internet-e-para-todos.html' title='Portinari na internet e para todos'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TNFJa1bVQiI/AAAAAAAAA1U/v5eE5cbCezo/s72-c/retirantes.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-6832343912424744004</id><published>2010-10-28T11:01:00.001-02:00</published><updated>2010-10-28T11:02:20.119-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura Africana'/><title type='text'>CONTOS COMPLETOS DE LIMA BARRETO</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TMlzh0vKwwI/AAAAAAAAA1Q/pKPlPxzX9-M/s1600/Lima+12781_gg.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" nx="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TMlzh0vKwwI/AAAAAAAAA1Q/pKPlPxzX9-M/s320/Lima+12781_gg.jpg" width="222" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A importância de Lima Barreto (1881-1922) na literatura brasileira tem sido objeto de sucessivas reavaliações. A oralidade despojada de seus textos e o tom memorialista e de crônica jornalística foram duramente criticados por contemporâneos como José Verissimo e, ao mesmo tempo, serviram de atrativo para as vanguardas modernistas. Embora tenha morrido cedo, aos 41 anos, Lima Barreto deixou uma importante produção de romances, crônicas e contos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com organização, introdução e notas de Lilia Moritz Schwarcz, esta edição reúne os 149 contos do autor, resgatados por meio de pesquisas em manuscritos, edições originais, jornais e revistas da época. Tanto os contos menos conhecidos quanto alguns mais famosos, como “A Nova Califórnia” e “O homem que sabia javanês”, ressaltam o aspecto autobiográfico que, segundo a organizadora, perpassa toda a carreira de Lima Barreto. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Testemunha ocular das convulsões políticas e sociais da República Velha, Lima Barreto foi um dos primeiros escritores a assumir sua negritude no Brasil. Ativista simpático ao anarquismo, descendente de escravos e protegido do Visconde de Ouro Preto, inseriu-se no mundo intelectual mas foi considerado um escritor de segunda categoria. Análises posteriores, como a do professor Antonio Candido, diriam que Lima Barreto é um autor “vivo e penetrante”. E sua inclusão tardia no cânone dos grandes ficcionistas da língua portuguesa seria apenas uma das muitas contradições que caracterizaram sua vida e obra.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao rever sua produção literária cem anos depois da publicação de Recordações do escrivão Isaías Caminha, seu primeiro romance, o que vemos é o gênio rebelde eternizado pela fúria quixotesca de Policarpo Quaresma e nas manifestações mais livres e reveladoras de seus contos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="livro_busca_titulo"&gt;&lt;strong&gt;CONTOS COMPLETOS DE LIMA BARRETO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;Organização: Lilia Moritz Schwarcz&lt;br /&gt;Páginas: 720&lt;br /&gt;R$ 48,00&lt;br /&gt;&lt;span class="fichatec_2"&gt;Companhia das Letras&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=12781"&gt;http://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=12781&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-6832343912424744004?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/6832343912424744004/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=6832343912424744004' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/6832343912424744004'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/6832343912424744004'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2010/10/contos-completos-de-lima-barreto.html' title='CONTOS COMPLETOS DE LIMA BARRETO'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TMlzh0vKwwI/AAAAAAAAA1Q/pKPlPxzX9-M/s72-c/Lima+12781_gg.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-7213470466621384756</id><published>2010-10-27T21:28:00.003-02:00</published><updated>2010-10-27T21:29:23.743-02:00</updated><title type='text'>Lançamento do livro: Jogos e Brincadeiras na Cultura Kalapalo - 03/11 - SESC Pinheiros - SP</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TMi1ocGRqlI/AAAAAAAAA1M/Cl4pQwrHJkI/s1600/kalapalo.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" nx="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TMi1ocGRqlI/AAAAAAAAA1M/Cl4pQwrHJkI/s400/kalapalo.jpg" width="358" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-7213470466621384756?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/7213470466621384756/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=7213470466621384756' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/7213470466621384756'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/7213470466621384756'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2010/10/lancamento-do-livro-jogos-e.html' title='Lançamento do livro: Jogos e Brincadeiras na Cultura Kalapalo - 03/11 - SESC Pinheiros - SP'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TMi1ocGRqlI/AAAAAAAAA1M/Cl4pQwrHJkI/s72-c/kalapalo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-2894484079150082532</id><published>2010-10-20T17:17:00.000-02:00</published><updated>2010-10-20T17:17:03.856-02:00</updated><title type='text'>MUSEU AFRO BRASIL COMEMORA 6 ANOS COM FESTA POPULAR</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TL9AIr5lhPI/AAAAAAAAA1I/jU73u8EWwh0/s1600/museuafro.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ex="true" height="400" src="http://2.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TL9AIr5lhPI/AAAAAAAAA1I/jU73u8EWwh0/s400/museuafro.jpg" width="307" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-2894484079150082532?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/2894484079150082532/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=2894484079150082532' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/2894484079150082532'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/2894484079150082532'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2010/10/museu-afro-brasil-comemora-6-anos-com.html' title='MUSEU AFRO BRASIL COMEMORA 6 ANOS COM FESTA POPULAR'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TL9AIr5lhPI/AAAAAAAAA1I/jU73u8EWwh0/s72-c/museuafro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-6652667980998235864</id><published>2010-10-19T11:27:00.002-02:00</published><updated>2010-10-19T11:27:48.851-02:00</updated><title type='text'>Palestra A Arte de Contar histórias - Gratuita</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TL2cwDLwNHI/AAAAAAAAA1E/kp2YeP7HyiE/s1600/flyer(2)Faz+de+contas.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ex="true" height="400" src="http://4.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TL2cwDLwNHI/AAAAAAAAA1E/kp2YeP7HyiE/s400/flyer(2)Faz+de+contas.jpg" width="293" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-6652667980998235864?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/6652667980998235864/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=6652667980998235864' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/6652667980998235864'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/6652667980998235864'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2010/10/palestra-arte-de-contar-historias.html' title='Palestra A Arte de Contar histórias - Gratuita'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TL2cwDLwNHI/AAAAAAAAA1E/kp2YeP7HyiE/s72-c/flyer(2)Faz+de+contas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-8667852920995085364</id><published>2010-10-18T16:25:00.001-02:00</published><updated>2010-10-18T16:26:36.744-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura Africana'/><title type='text'>África e Brasil em língua, literatura oral e música:da voz às imagens</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Helvetica; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="font-family: Helvetica; font-size: medium;"&gt;&lt;em&gt;Curso de Difusão Cultural, gratuito&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Responsável: Profa. Dra. Marta Heloisa Leuba Salum&lt;br /&gt;Ministrante: Dr. André Paula Bueno&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local:&amp;nbsp; &lt;span style="font-family: TTE16F90B0t00;"&gt;&lt;span style="font-family: TTE16F90B0t00;"&gt;Museu de Arqueologia e Etnologia - SP&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Período do curso: de 03/11 a 24/11/2010&lt;br /&gt;Às quartas-feiras das 14h00 às 17h00 – Sala de Atividades do MAE&lt;br /&gt;30 vagas (IMPORTANTE: As vagas serão preenchidas por ordem de chegada)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrições na Seção Acadêmica do MAE de 15/10/2010 a 29/10/2010 (Horário: Das 9h às 12h e das 14h às 17h)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Documentos exigidos: cópias frente e verso, legíveis, do RG, CPF (não aceitamos Carteira de Habilitação) e preenchimento da ficha de inscrição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Serão aceitas inscrições por procuração simples.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MUSEU DE ARQUEOLOGIA E ETNOLOGIA - USP&lt;br /&gt;Av. Prof. Almeida Prado, 1466 – Cidade Universitária – São Paulo, CEP.05508-070&lt;br /&gt;Informações: (11) 3091-4906 ou &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:sacadmae@usp.br"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;sacadmae@usp.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-8667852920995085364?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/8667852920995085364/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=8667852920995085364' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/8667852920995085364'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/8667852920995085364'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2010/10/africa-e-brasil-em-lingua-literatura.html' title='África e Brasil em língua, literatura oral e música:da voz às imagens'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-187668354098735539</id><published>2010-10-14T15:30:00.000-03:00</published><updated>2010-10-14T15:30:21.784-03:00</updated><title type='text'>Brasil lança pitching para 2ª temporada do programa “Nova África”</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;O objetivo é divulgar a realidade africana, buscando aproximar o Brasil e os brasileiros dos povos africanos&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A EBC – Empresa Brasil de Comunicação/TV Brasil lança, hoje (13/10), o seu quinto edital para a seleção de programas através de concursos públicos, os pitchings. Desta vez, para a produção da segunda temporada da revista semanal jornalística sobre o continente africano, intitulada “Nova África”. O objetivo principal do concurso, destinado aos produtores independentes, é divulgar a realidade africana, buscando aproximar o Brasil e os brasileiros dos povos africanos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A primeira temporada do programa Nova África, composta por 30 episódios, foi produzida pela produtora Baboon, vencedora de uma licitação técnica e preço. Já foi exibida pela TV Brasil e está sendo reprisada. A nova temporada terá 26 episódios de 26 minutos de duração cada um. Para a sua produção, a EBC-TV Brasil dispõe-se a pagar ao vencedor o custo total de R$ 2.392.000,00, correspondendo a um valor de R$92.000,00 por episódio. Os programas deverão ser realizados em, pelo menos, 30 dos 52 países africanos, com preferência para os países que adotam a língua portuguesa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pelas regras estabelecidas, o vencedor firmará um contrato de co-produção com a EBC. Não podem participar do concurso as empresas que se encontrem sob falência, concordata, concurso de credores, que tenham sido declaradas inidôneas ou que estiverem respondendo a processo por infração à legislação das licitações públicas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A série vencedora deve se dirigir ao público em geral, com classificação etária livre, conforme os critérios estabelecidos na Portaria nº 1.220, de 11 de julho de 2007, elaborada e publicada pelo Ministério da Justiça.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A EBC/TV Brasil já realizou outros concursos para a seleção de programas produzidos pelo setor audiovisual do país. O primeiro pitching escolheu o programa “Sustentáculos“, que já está sendo exibido toda segunda-feira na TV Brasil. Outros concursos selecionaram séries que vão abordar os temas “Sábados Azuis: Histórias de um Brasil que dá certo” e “Mulher: Questões de Gênero e Assuntos Contemporâneos”, que estão em fase de produção. Mais informações sobre o pitching da segunda temporada da série Nova África podem ser obtidas em http://www.tvbrasil.org.br ou http://www.ebc.com.br&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Edital - &lt;a href="http://www.tvbrasil.org.br/novidades/wp-content/uploads/2010/10/3-pitching-nova-africa.pdf"&gt;http://www.tvbrasil.org.br/novidades/wp-content/uploads/2010/10/3-pitching-nova-africa.pdf&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.tvbrasil.org.br/novidades/?p=5581"&gt;http://www.tvbrasil.org.br/novidades/?p=5581&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-187668354098735539?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/187668354098735539/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=187668354098735539' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/187668354098735539'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/187668354098735539'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2010/10/brasil-lanca-pitching-para-2-temporada.html' title='Brasil lança pitching para 2ª temporada do programa “Nova África”'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-3440496139931887170</id><published>2010-10-13T23:26:00.000-03:00</published><updated>2010-10-13T23:26:39.851-03:00</updated><title type='text'>COMIDAS, PALAVRAS E PRAZERES - FORMAS DE COMER NO BRASIL DE ANTIGAMENTE</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TLZqTlYHw2I/AAAAAAAAA1A/i2VWzHFbKKQ/s1600/comidas.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ex="true" height="400" src="http://3.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TLZqTlYHw2I/AAAAAAAAA1A/i2VWzHFbKKQ/s400/comidas.jpg" width="303" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-3440496139931887170?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/3440496139931887170/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=3440496139931887170' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/3440496139931887170'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/3440496139931887170'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2010/10/comidas-palavras-e-prazeres-formas-de.html' title='COMIDAS, PALAVRAS E PRAZERES - FORMAS DE COMER NO BRASIL DE ANTIGAMENTE'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TLZqTlYHw2I/AAAAAAAAA1A/i2VWzHFbKKQ/s72-c/comidas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-9110406957445373659</id><published>2010-10-10T00:41:00.009-03:00</published><updated>2010-10-10T00:58:24.312-03:00</updated><title type='text'>Curso gratuito de Artes Visuais</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TLE4p7pAHlI/AAAAAAAAA08/dMnXfMSFvpw/s1600/pintura.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ex="true" height="166" src="http://2.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TLE4p7pAHlI/AAAAAAAAA08/dMnXfMSFvpw/s200/pintura.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Por meio &amp;nbsp;de aulas práticas e teóricas, visitas,&amp;nbsp;exposições, os &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;alunos terão orientação em pintura, desenho, fotografia, vídeo, &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;performance. Não há necessidade de conhecimento prévio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Professora: Talita Caselato&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Todas as&amp;nbsp;5as. feiras, a partir de 14/out até 25 de nov/2010.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Horário das aulas: 15hs às 18hs. Inscrição por telefone (11) 2295 3447, ou pessoalmente na biblioteca.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Gratuito.Somente 20 vagas.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;-Acima de 14 anos&lt;br /&gt;-Não há necessidade de conhecimento&lt;br /&gt;-turmas as quintas-feiras 15h ás 18h &lt;br /&gt;-Inicio das aulas 14/10/2010&lt;br /&gt;-Término das aulas 25/11/2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BIBLIOTECA HANS CHRISTIAN ANDERSEN&lt;br /&gt;AV. Celso Garcia, 4142 Tatuapé&lt;br /&gt;Email: &lt;a href="mailto:bmhanscandersen@yahoo.com.br"&gt;bmhanscandersen@yahoo.com.br&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;BLOG: &lt;a href="http://bibliotecacontosdefadas.wordpress.com/"&gt;http://bibliotecacontosdefadas.wordpress.com/&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-9110406957445373659?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/9110406957445373659/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=9110406957445373659' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/9110406957445373659'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/9110406957445373659'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2010/10/curso-gratuito-de-artes-visuais.html' title='Curso gratuito de Artes Visuais'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TLE4p7pAHlI/AAAAAAAAA08/dMnXfMSFvpw/s72-c/pintura.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-2989665877340354929</id><published>2010-10-09T13:11:00.001-03:00</published><updated>2010-10-09T13:11:55.444-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura Africana'/><title type='text'>Arte Africana</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="background-color: white; color: blue;"&gt;Livros&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TLCTIr6dxgI/AAAAAAAAA00/qe6dVy3HAQY/s1600/arte+africana1.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ex="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TLCTIr6dxgI/AAAAAAAAA00/qe6dVy3HAQY/s1600/arte+africana1.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Neste livro, apresentamos a arte africana, termo que os estudiosos ocidentais encontraram para englobar toda a produção artística tradicional das centenas de povos que vivem nas dezenas de países da África Negra. Não teríamos como mostrar a arte de tantos povos, com culturas, línguas, dialetos e religiões diferentes em um só livro. Por isso, selecionamos alguns exemplos de arte que nos pareceram mais interessantes, mais bonitos, mais significativos em materiais tão diversos como argila, metal e madeira. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tìtulo: Arte Africana&lt;br /&gt;Autor: Hildegard Feist&lt;br /&gt;Editora: Moderna&lt;br /&gt;32 páginas&lt;br /&gt;20,50 X 20,50 cm&lt;br /&gt;ISBN: 9788516066925&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-2989665877340354929?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/2989665877340354929/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=2989665877340354929' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/2989665877340354929'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/2989665877340354929'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2010/10/arte-africana.html' title='Arte Africana'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TLCTIr6dxgI/AAAAAAAAA00/qe6dVy3HAQY/s72-c/arte+africana1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-567175276473841825</id><published>2010-10-08T16:15:00.001-03:00</published><updated>2010-10-08T16:15:59.618-03:00</updated><title type='text'>“Entre a diversidade e a identidade: Encontros com a Literatura Brasileira Contemporânea” – Literatura e Crítica – 3ª Etapa</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TK9twNAw1oI/AAAAAAAAA0w/wTOl5RDHzXM/s1600/Encontros+com+a+Literatura+BR+2010+3+encontro.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ex="true" height="365" src="http://4.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TK9twNAw1oI/AAAAAAAAA0w/wTOl5RDHzXM/s400/Encontros+com+a+Literatura+BR+2010+3+encontro.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-567175276473841825?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/567175276473841825/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=567175276473841825' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/567175276473841825'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/567175276473841825'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2010/10/entre-diversidade-e-identidade.html' title='“Entre a diversidade e a identidade: Encontros com a Literatura Brasileira Contemporânea” – Literatura e Crítica – 3ª Etapa'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TK9twNAw1oI/AAAAAAAAA0w/wTOl5RDHzXM/s72-c/Encontros+com+a+Literatura+BR+2010+3+encontro.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-5563015441561279370</id><published>2010-10-08T00:26:00.005-03:00</published><updated>2010-10-10T02:35:36.079-03:00</updated><title type='text'>CCBB/RJ e BibliASPA promovem a exposição “Islã” que abrange um período de 1500 anos, uma viagem que vai do séc. VII ao XXI.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TK6O99ASHvI/AAAAAAAAA0s/DGGRUTBk388/s1600/Isl%C3%A3.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ex="true" height="109" src="http://1.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TK6O99ASHvI/AAAAAAAAA0s/DGGRUTBk388/s320/Isl%C3%A3.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;É a primeira vez que uma exposição desse porte, com mais de 300 peças, acontece na América Latina. Oportunidade ímpar para conhecer uma cultura que tem relações históricas com o Brasil. Evento acontece de 12 ao dia 31 de outubro no RJ&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Há quatro anos a Biblioteca e Centro de Pesquisa América do Sul-Países Árabes – BibliASPA - vinha negociando uma exposição com Damasco, visando uma proposta de cooperação arqueológica que inclui missões arqueológicas brasileiras na Síria, publicação de artigos científicos e cursos de arqueologia a realizar-se na sede da instituição, em SP . Com o intuito de refletir a diversidade cultural islâmica, também estarão expostas obras do Irã, Arábia Saudita, Marrocos, Mali, Mauritânia, Líbia, Líbano, Burkina Faso, Níger, Nigéria e Brasil.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;Os muçulmanos interagiram com muitas culturas e populações de religiões distintas. Assim, as identidades islâmicas são múltiplas, pois foram incorporadas e reelaboradas tradições de regiões fundamentais como a África, os países árabes (tanto africanos quanto asiáticos) e a Ásia em geral. Do Atlântico ao Índico, a presença muçulmana envolve reflexões e percepções variadas que refletem essa diversidade cultural. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Mas o conceito de arte islâmica nesta exposição não se refere a uma arte necessariamente vinculada a questões religiosas. Ao contrário do que se imagina quando se pensa em arte “cristã” ou “budista”, a intenção não é mostrar apenas objetos ligados ao espaço do sagrado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Justamente por isso, quer-se observar como utensílios do cotidiano, obras em cerâmica, madeira, metal ou vidro, entre outros materiais, aliam a praticidade ao requinte formal. Mesmo em objetos do cotidiano, pode haver referências religiosas marcadas, como inscrições religiosas, alusões a ditos e ensinamentos islâmicos, entre outros, mas esse não foi um critério de seleção excludente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Há um dito muçulmano que anuncia: “Deus é belo e aprecia a beleza”. Isso demonstra que, sob o prisma islâmico, o belo deve ser admirado e almejado em diferentes contextos, não apenas quando retrata aspectos religiosos. No Islã, Deus é único, mas sua criação é múltipla. Tal multiplicidade, ordenada conforme leis que desvendam o Criador, reflete-se nos arabescos, nas composições geométricas e em sua miríade de formas. Trata-se da multiplicidade com base na unidade”, explica o Prof. Paulo Daniel Farah.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os padrões geométricos ou com motivos florais expressam uma percepção que mescla a idéia da unidade de Deus e da inexistência de intermediários na relação com o divino. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a curadoria do Prof. Paulo Daniel Farah e Rodolfo Athayde, a exposição “Islã” reúne mais de 300 obras trazidas de diversos acervos provenientes dos mais importantes museus da Síria e do Irã: Museu Nacional de Damasco, do Palácio Azem (Museu das Tradições Populares) e Museu da Cidade de Aleppo, na Síria; e Museu Nacional do Irã, Museu Reza Abassi e Museu dos Tapetes, em Teerã. Virão ainda peças que provém, sobretudo, da África pertencentes aos acervos da BibliASPA - - Biblioteca e Centro de Pesquisa América do Sul-Países Árabes – reunidas no Marrocos, Mauritânia, Líbia, Líbano, Burkina Faso, Arábia Saudita e Brasil e do Acervo Casa das Áfricas, trazidas do Mali, Níger, Nigéria. Duzentas destas peças, cedidas pela Síria, estão saindo do país pela primeira vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desse contexto, muitos desconhecem a presença de africanos mulçumanos na cultura anti-escravidão no Brasil. É fundamental recordar que muçulmanos organizaram o principal levante urbano contra a escravidão na América: a Revolta dos Malês, em 1835, em Salvador. Desde cedo, desenvolveram a noção de pertença à umma, a comunidade islâmica, como se verifica na narrativa de Abdurrahman Al-Baghdádi, o primeiro relato de um erudito muçulmano acerca do Brasil, analisado em Deleite do estrangeiro em tudo o que é espantoso e maravilhoso: estudo de um relato de viagem bagdali. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O visitante da exposição “Islã” poderá encontrar:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Islã” terá peças de ourivesaria, mobiliário, tapeçaria, vestuário, armas, armaduras, utensílios, mosaicos, cerâmicas, objetos de vidro, iluminuras, pinturas, caligrafia e instrumentos científicos e musicais. A exposição é comemorativa dos 21 anos de aniversário do CCBB – Centro Cultural Banco do Brasil -, e ocupará todo o espaço expositivo do primeiro andar, além da rotunda e dos foyers, no térreo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em destaque, entre outras, uma pedra de basalto na qual se entalhou um texto, no século VIII, em um dos principais vestígios da escrita árabe&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma parte da exposição é dedicada ao palácio do deserto Al Hayr Al Gharbi, (séc. VIII), do qual se expõem esculturas, estuques ornamentados, barreiras, adornos e outros objetos que permitem observar influências locais na arte islâmica e a percepção que mescla a crença na unidade de Deus e na inexistência de intermediários na relação com o divino. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As obras da sala dedicada à caligrafia, uma arte islâmica refinada, merecem observação cuidadosa. Em pedra, madeira, tecido, metal, papiro, pele de gazela, cerâmica e outros suportes, as obras caligráficas revelam uma diversidade notável de estilos. A adoção da caligrafia árabe em boa parte dos territórios entre o Atlântico e o Índico, suporte gráfico que também serviu como ornamento na arte, exerceu um fator de unificação no Dár al-Islám, as terras de presença islâmica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A exposição também apresenta instrumentos associados ao desenvolvimento científico, como astrolábios e quadrantes, que serviram, no contexto da astronomia islâmica, para corrigir tabelas astronômicas e de coordenadas geográficas e para calcular a obliquidade da eclíptica com uma precisão muito maior do que jamais se alcançara antes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Serviço:&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que: Exposição Islã&lt;br /&gt;Quando: 12 de outubr o a 26 de dezembro de 2010.&lt;br /&gt;Onde: CCBB Rio de Janeiro&lt;br /&gt;Rua Primeiro de Março, 66 – Centro&lt;br /&gt;Tel.: (021) 3808.2020&lt;br /&gt;De terça a domingo das 9h às 21h&lt;br /&gt;Do dia 12 ao dia 31 de outubro, em função do período comemorativo de aniversário, o CCBB estará aberto, excepcionalmente, das 9h às 22h &lt;br /&gt;Entrada franca&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realização: Centro Cultural Banco do Brasil&lt;br /&gt;Co-realização e Coordenação: Biblioteca e Centro de Pesquisa América do Sul-Países Árabes (BibliASPA)&lt;br /&gt;Curadoria: Prof. Dr. Paulo Daniel Farah e Rodolfo Athayde&lt;br /&gt;Apoio: Ministério das Relações Exteriores e Ministério da Cultura &lt;br /&gt;Observação importante: Depois do Rio, a mostra seguirá para os Centros Culturais Banco do Brasil de São Paulo e Brasília&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CCBB-RJ-&lt;a href="http://www.bb.com.br/portalbb/page511,128,10156,1,0,1,1.bb?codigoEvento=3667"&gt;http://www.bb.com.br/portalbb/page511,128,10156,1,0,1,1.bb?codigoEvento=3667&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;BibliASPA - Biblioteca e Centro de Pesquisa América do Sul-Países Árabes &lt;a href="http://www.bibliaspa.com.br/"&gt;http://www.bibliaspa.com.br/&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-5563015441561279370?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/5563015441561279370/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=5563015441561279370' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/5563015441561279370'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/5563015441561279370'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2010/10/ccbb-rio-de-janeiro-abre-exposicao-isla.html' title='CCBB/RJ e BibliASPA promovem a exposição “Islã” que abrange um período de 1500 anos, uma viagem que vai do séc. VII ao XXI.'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TK6O99ASHvI/AAAAAAAAA0s/DGGRUTBk388/s72-c/Isl%C3%A3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-114357268439993768</id><published>2010-10-07T11:07:00.000-03:00</published><updated>2010-10-07T11:07:08.782-03:00</updated><title type='text'>Formas de Comer no Brasil de Antigamente</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A antropóloga da alimentação brasileira Paula Pinto e Silva apresenta as principais características da culinária brasileira, como aspectos gerais da cozinha colonial e imperial. Paula Pinto e Silva é mestre e doutora em Antropologia Social pela USP e professora de Antropologia na ESPM-SP, nos cursos de Pós - Graduação em Ciências do Consumo e Gestão da Inovação. Duração: 1h30. Comedoria - Fogão Cultural. 50 vagas. Ingressos à venda pelo sistema INGRESSOSESC, a partir de 01/10. Livre. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Onde&lt;/strong&gt;: &lt;span class="local"&gt;SESC Pinheiros&lt;/span&gt; / São Paulo&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quando&lt;/strong&gt;: Dia(s) 16/10 - Sábado, às 18h. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Investimento&lt;/strong&gt;: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R$ 10,00 [inteira] &lt;br /&gt;R$ 5,00 [usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, professores da rede pública de ensino e estudantes com comprovante] &lt;br /&gt;R$ 2,50 [trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes]&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-114357268439993768?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/114357268439993768/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=114357268439993768' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/114357268439993768'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/114357268439993768'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2010/10/formas-de-comer-no-brasil-de.html' title='Formas de Comer no Brasil de Antigamente'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-8344061178388666115</id><published>2010-10-07T10:59:00.001-03:00</published><updated>2010-10-07T11:01:40.962-03:00</updated><title type='text'>Literatura Indígena. Com Daniel Munduruku.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TK3SGxH33CI/AAAAAAAAA0k/2i9Vax_SiWE/s1600/Daniel+Munduruku+2.bmp" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ex="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TK3SGxH33CI/AAAAAAAAA0k/2i9Vax_SiWE/s1600/Daniel+Munduruku+2.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Neste encontro, Daniel Munduruku aborda questões ligadas à literatura indígena, que estabelece o diálogo entre o saber e a cultura oral de diversos povos com a escrita, expressão mais corrente nas sociedades ocidentais capitalistas. Indígena da nação Munduruku, Daniel é formado em Filosofia, mestrando em Antropologia Social na Universidade de São Paulo, educador e autor de Meu avô Apolinário, Coisas de Índio, Histórias de Índio e O Banquete dos Deuses, entre outros (Editora Fundação Peirópolis). Sala de Múltiplo Uso. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Onde: &lt;span class="local"&gt;SESC Campinas&lt;/span&gt; - SP&lt;br /&gt;Quando:Dia(s) 20/10 &lt;br /&gt;Quarta, das 19h30 às 21h30. &lt;br /&gt;Gratuito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leitura complementar: &lt;a href="http://www.istoe.com.br/reportagens/18757_HISTORIAS+DO+MESTRE+MUNDURUKU"&gt;http://www.istoe.com.br/reportagens/18757_HISTORIAS+DO+MESTRE+MUNDURUKU&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-8344061178388666115?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/8344061178388666115/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=8344061178388666115' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/8344061178388666115'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/8344061178388666115'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2010/10/literatura-indigena-com-daniel.html' title='Literatura Indígena. Com Daniel Munduruku.'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TK3SGxH33CI/AAAAAAAAA0k/2i9Vax_SiWE/s72-c/Daniel+Munduruku+2.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-1427649896432457960</id><published>2010-10-04T11:22:00.001-03:00</published><updated>2010-10-04T11:25:25.179-03:00</updated><title type='text'>Buala.org reúne artigos sobre literatura, música e artes visuais</title><content type='html'>O &lt;a href="http://www.buala.org/"&gt;http://www.buala.org/&lt;/a&gt;,&amp;nbsp;blog sobre cultura contemporânea africana será lançado hoje na Bienal-SP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Batizado de Buala, termo no dialeto quimbundo que significa casa ou aldeia, o novo portal deve cobrir todos os tipos de manifestação cultural na África, de literatura e música às artes, com foco em países de língua portuguesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale conferir !&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-1427649896432457960?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/1427649896432457960/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=1427649896432457960' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/1427649896432457960'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/1427649896432457960'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2010/10/buala-todos-os-tipos-de-manifestacao.html' title='Buala.org reúne artigos sobre literatura, música e artes visuais'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-1868548001701954716</id><published>2010-10-01T11:34:00.001-03:00</published><updated>2010-10-01T13:51:39.886-03:00</updated><title type='text'>VI Festival "A arte de contar histórias"</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Iniciado em 2005 o Festival "A Arte de Contar Histórias" ocorre anualmente em outubro, em função do mês da criança. Consolidado no calendário de eventos da Coordenadoria de Bibliotecas, tornou-se um ponto de encontro e de trocas que movimenta interessados em toda a cidade, pois ocorre nas Bibliotecas da rede municipal de várias regiões com uma programação especial que se estende aos Bosques de Leitura nos Parques da Anhanguera, Carmo, Cidade de Toronto, Ibirapuera, Luz e Santo Dias e em alguns Pontos de Leitura. Oferece gratuitamente às pessoas de todas as faixas etárias um repertório de histórias diversificado e de qualidade e também uma programação de formação para contadores de histórias, pesquisadores e interessados em geral nos formatos de oficinas, palestras, debates e atividades de troca de experiência entre os profissionais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Programação:&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;16/outubro&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;10h00 - Abertura com roda de histórias&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;- Cortejo na praça, com paradas para quadrinhas, histórias, brincadeiras.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;strong&gt;20/outubro&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Mini curso com Simone Grande&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Eu conto, tu contas, ele conta, para Contadores de Histórias e Interessados.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Das 10hs às 12h30 e das 13h30 às 16hs.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;strong&gt;23/outubro&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;10h00 - Tapetes Contadores&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;15h30 - Mesa - Lançamento do livro "Histórias de quem conta histórias", com Lenice Gomes, Fabiano Moraes e Giba Pedroza na mediação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;17h30 - Roda de História com Lenice Gomes, Fabiano Moraes, Giba Pedrosa, Rosana Mont'Alverne e Alice Bandini.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;18h30 - Cocktail de encerramento.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;BIBLIOTECA HANS CHRISTIAN ANDERSEN&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Temática em Contos de Fadas&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Av. Celso Garcia, 4142 Tatuapé SP&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Telefone: 2295-3447&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Informações: &lt;a href="javascript:void(0);" onclick="showFloatDiv('http://bibliotecacontosdefadas.wordpress.com/','externalLink',this,event,'&amp;lt;a href=http://email.uol.com.br/ajuda/alerta-emails-falsos.jhtm target=_blank&amp;gt;Saiba mais&amp;lt;/a&amp;gt;')"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;http://bibliotecacontosdefadas.wordpress.com/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-1868548001701954716?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/1868548001701954716/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=1868548001701954716' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/1868548001701954716'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/1868548001701954716'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2010/10/vi-festival-arte-de-contar-historias.html' title='VI Festival &quot;A arte de contar histórias&quot;'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-5834937713883849236</id><published>2010-09-24T19:06:00.003-03:00</published><updated>2010-09-24T19:22:43.983-03:00</updated><title type='text'>Hakuna matata!</title><content type='html'>&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TJ0j_m35dUI/AAAAAAAAA0g/gylfQY4eZaI/s1600/Untitled-1.gif" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; height: 320px; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em; width: 242px;"&gt;&lt;img border="0" height="200" px="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TJ0j_m35dUI/AAAAAAAAA0g/gylfQY4eZaI/s200/Untitled-1.gif" width="167" /&gt;&lt;/a&gt;Começa no dia 07/10/09, o curso de "Introdução à Língua e Cultura Suaíli (Kiswahili)" - Língua veicular na maior parte da África do leste e região central com mais de 50 milhões de falantes - oferecido pelo Centro de Línguas da USP. As aulas serão às quintas-feiras, das 14h30 às 17h, &lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Matrículas no Centro de Línguas da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas – USP&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Av. Prof. Lineu Prestes, nº 159 (Prédio da Casa de Cultura Japonesa) - Sala 5 - Cidade Universitária – São Paulo-SP. &lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Telefone: (11) 3091-2416&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Informações, acesse: &lt;a href="http://www.fflch.usp.br/cl"&gt;www.fflch.usp.br/cl&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-5834937713883849236?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/5834937713883849236/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=5834937713883849236' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/5834937713883849236'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/5834937713883849236'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2010/09/hakuna-matata.html' title='Hakuna matata!'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TJ0j_m35dUI/AAAAAAAAA0g/gylfQY4eZaI/s72-c/Untitled-1.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-5023425247227446465</id><published>2010-09-23T19:40:00.001-03:00</published><updated>2010-09-23T19:44:33.749-03:00</updated><title type='text'>A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TJvXFK80StI/AAAAAAAAA0Y/tked9-aKu-k/s1600/trilogia.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="128" px="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TJvXFK80StI/AAAAAAAAA0Y/tked9-aKu-k/s200/trilogia.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Programação das Palestras Gartuitas&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;(Todos recebem uma apostila e um certificado de participação)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;CEU Hermes Ferreira de Souza - 05/10 às 10 horas&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Local:Av. Carlos Lacerda, 678 Jardim Pirajussara&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Inscrição: Fechada para convidados da instituição&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;TUCA - 07/10 às 20h&lt;/u&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Local: Rua Monte Alegre, 1024 Perdizes entrada pela Rua Bartira&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Inscrições:envie e-mail para tucacom@pucsp.br informando nome completo. www.teatrotuca.com.br. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;u&gt;&lt;strong&gt;Biblioteca Monteiro Lobato - 18/10 às 14:30 h&lt;/strong&gt; &lt;/u&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Local: Rua General Jardim, 485 Santa Cecília&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Inscrição: bcsp.mlobato@prefeitura.sp.gov.br &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cecília 3256.4122 &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Teatro Escola Célia Helena - 23/10 às 10h &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Local: Rua Barão de Iguape 113 Liberdade &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Inscrição: &lt;a href="mailto:lilian@celiahelena.com.br"&gt;lilian@celiahelena.com.br&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;u&gt;Centro de Direitos Humanos e Educação popular - 26/10 às 19 H&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Local: Rua Dr. Luis da Fonseca Galvão 180 - Capão Redondo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Inscrição: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Cleber (11) 5511 9762 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;EMEI LUCIA em Sumaré - 27/11 às 09h&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Local: Sumaré - SP&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Inscrição: Serão convidados professores e monitores da EMEI LUCIA, além de professores e monitores de creches próximas a Medley, voluntários e demais interessados &lt;br /&gt;e-mail: &lt;a href="mailto:producao@fazeconta.art.br"&gt;producao@fazeconta.art.br&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-5023425247227446465?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/5023425247227446465/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=5023425247227446465' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/5023425247227446465'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/5023425247227446465'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2010/09/arte-de-contar-historias.html' title='A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TJvXFK80StI/AAAAAAAAA0Y/tked9-aKu-k/s72-c/trilogia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-8037746523098981796</id><published>2010-09-20T20:39:00.000-03:00</published><updated>2010-09-20T20:39:15.428-03:00</updated><title type='text'>GUERRA E HISTÓRIA</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;E para compreendermos as literaturas é preciso observar o movimento da história humana....&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Simpósio Internacional&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;28 a 30 de setembro de 2010 - Departamento de História (USP)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;PROGRAMAÇÃO (AH: Anfiteatro de História – EAB: Espaço da Antiga Biblioteca)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;28 de setembro (terça feira)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;10 h. Conferência Inaugural: “GUERRA JUSTA” E CONSTITUCIONALISMO EUROPEU: Mario Fiorillo (Università di Teramo) (AH)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14 h. A SEGUNDA GUERRA MUNDIAL E A AMÉRICA LATINA: Roney Cytrynowicz, Maria Helena Capelato, Rodrigo Medina Zagni, Alfredo Salun, Francisco Alambert (AH)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14 h. PAZ E VIOLÊNCIA NA IDADE MÉDIA: Marcelo Cândido da Silva, Neri de Barros Almeida, Maria Cristina Pereira, André Pereira Miatello, Carlos R. F. Nogueira (EAB) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17 h. GUERRAS NA ERA MODERNA E ESPAÇO MUNDIAL: Henrique Carneiro, Rodrigo Ricupero, Pedro Puntoni, Marco Antonio Silveira (AH)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17 h. A GUERRA CIVIL AMERICANA E OS EUA DE HOJE: Leandro Karnal, Everaldo Andrade, Jorge Grespan, Maria Helena P. T. Machado (EAB)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19h30&amp;nbsp; GUERRAS PÓS-COLONIAIS NA ÁFRICA: Kabenguelé Munanga, Mustafá Yazbek, Marina Gusmão de Mendonça, Valério Arcary (AH)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19h30&amp;nbsp; GUERRA MUNDIAL E HOLOCAUSTO ATÔMICO NO JAPÃO: Takashi Morita [sobrevivente de Hiroshima], Marcia Yumi Takeuchi, Nadia Saito, Fernanda Torres Magalhães, Sedi Hirano (EAB) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;29 de setembro (quarta feira)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10 h. GUERRA FRIA E ECONOMIA ARMAMENTISTA: Gilson Dantas, Angelo Segrillo, Pablo Rieznik, Joaquim Racy (AH)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10 h. CAPITALISMO AMERICANO E ECONOMIA DE GUERRA: Vitor Schincariol, Osvaldo Coggiola, José Menezes Gomes, Eduardo Perillo, Luiz Eduardo Simões de Souza (EAB)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14 h. GUERRA, GEOGRAFIA, GEOPOLÍTICA: Leonel Itaussu A. Mello, Wanderley M. da Costa, André Martin, Antonio Carlos Robert de Moraes (AH)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14 h. PAZ E GUERRA NOS IMPÉRIOS IBÉRICOS: Ana Paula Torres Megiani, Márcia Berbel, Iris Kantor, Vera Ferlini (EAB)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17 h. GUERRAS MUNDIAIS E GENOCÍDIOS: Samuel Feldberg, Pietro Delallibera, Ania Cavalcante, Heitor Loureiro (AH)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17 h. A GUERRA DO PARAGUAI E OS ESTADOS SUL-AMERICANOS: André Toral, José Aparecido Rolón, Gilberto Maringoni (EAB)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17 h. A GUERRA NO MUNDO ANTIGO: Marlene Suano, Norberto Guarinello, Marcelo Rede (Sala Caio Prado Jr.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19:30 h. GUERRA DE GUERRILHAS E DITADURA MILITAR NO BRASIL: Ivan Seixas, Carlos Eugenio Clemente, Antonio Roberto Espinosa, Arthur Scavone, Wilson N. Barbosa (AH)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19h30&amp;nbsp; GUERRA E REVOLUÇÃO NA FRANÇA JACOBINA: Carlos Guilherme Mota, Priscila Correa, Miguel Nanni, Laurent de Saes (EAB)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;30 de setembro (quinta feira)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10 h. GUERRA E CINEMA: Marcos A. Silva, Wagner Pinheiro Pereira, Maurício Cardoso, Alexandre Hecker (AH)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10 h. A GUERRA CIVIL ESPANHOLA: CLASSES, POLÍTICA, LITERATURA: Francisco Palomanes, Valeria De Marco, Antonio Rago, Ana Lúcia Gomes Muniz (EAB)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14 h. GUERRAS DE LIBERTAÇÃO NACIONAL (África Portuguesa, Oriente Médio, África do Norte): Lincoln Secco, Arlene Clemesha, Nina Cerveira, Marcos Napolitano, José Arbex (AH)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14 h. GUERRA NOS BÁLCÃS E PARTIÇÃO DA IUGOSLÁVIA: Tibor Rabóczai, Zeljko Loparic, Aleksandar Jovanovic, João Zanetic (EAB)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17 h. GUERRA TENENTISTA E INSURREIÇÃO COMUNISTA NO BRASIL: Marly Gomes Vianna, Paulo Cunha, Yuri Costa, Pedro Pomar (AH)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17h. GUERRAS DE LIBERTAÇÃO NACIONAL (Vietnã e Indochina, China, Cuba): José R. Mao Jr, Sean Purdy, Antonio Gouvea, Silvia Miskulin (EAB)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17h. A REVOLUÇÃO INGLESA DO SÉCULO XVII E A NEW MODEL ARMY: Eunice Ostrensky, Javier Amadeo, Luis Fernando Franco, Flávio Rocha de Oliveira (Sala Caio Prado Jr.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19h30&amp;nbsp; GUERRAS DE HOJE, IMPERIALISMO, TERRORISMO: Jorge Altamira, Plínio de Arruda Sampaio Jr, Paulo Arantes, Peter Demant (AH)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19h30 . GUERRAS NA AMÉRICA DO SUL NO SÉCULO XIX: Manoel Fernandes Souza Neto, Airton Cavenaghi, Márcio Bobik Braga, Horacio Gutiérrez (EAB)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Comissão Organizadora: Osvaldo Coggiola, Vera Ferlini (Cátedra Jaime Cortesão), Maria Cristina Cacciamali (Prolam-USP), Jorge Grespan, Lincoln Secco, Rodrigo Ricupero. Inscrições: Cátedra Jaime Cortesão (30911511), Prolam-USP (30913589). Inscrições por e-mail: www.fflch.usp.br/dh/guerra. Serão fornecidos certificados de freqüência (30 horas). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;Entrada Franca.&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-8037746523098981796?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/8037746523098981796/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=8037746523098981796' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/8037746523098981796'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/8037746523098981796'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2010/09/guerra-e-historia.html' title='GUERRA E HISTÓRIA'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-5359480085586771405</id><published>2010-09-20T20:26:00.000-03:00</published><updated>2010-09-20T20:26:29.918-03:00</updated><title type='text'>GERERE</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TJftl-BD5VI/AAAAAAAAA0Q/mIaPd6902QQ/s1600/Gerere%5B1%5D-3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" qx="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TJftl-BD5VI/AAAAAAAAA0Q/mIaPd6902QQ/s640/Gerere%5B1%5D-3.jpg" width="452" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-5359480085586771405?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/5359480085586771405/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=5359480085586771405' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/5359480085586771405'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/5359480085586771405'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2010/09/gerere.html' title='GERERE'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TJftl-BD5VI/AAAAAAAAA0Q/mIaPd6902QQ/s72-c/Gerere%5B1%5D-3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-1570023907461033730</id><published>2010-09-20T10:22:00.000-03:00</published><updated>2010-09-20T10:22:15.421-03:00</updated><title type='text'>O UNIVERSO MACHADIANO NO CINEMA</title><content type='html'>O objetivo da palestra é traçar um panorama de como a obra de Machado de Assis chega ao cinema, que tipo de leitura os cineastas fazem de seus livros, abordando os aspectos essenciais na adaptação de uma obra literária para o cinema. Com o Prof. Ms. Cesar Zamberlan (mestre em Literatura Brasileira pela USP, pesquisador do GEIFEC e editor do site: cinequanon.art.br). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando: 22/9, 14h às 17h&lt;br /&gt;Onde: Faculdade de Educação &lt;br /&gt;Av. da Universidade, 308, sala 130, bloco B, Cidade Universitária&lt;br /&gt;Informações: (11) 3091-3574 &lt;br /&gt;ccexfe@usp.br &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.fe.usp.br/"&gt;http://www.fe.usp.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;USP realiza Semana de Arte e Cultura &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;A Universidade de São Paulo (USP) promoverá, até o dia 26 de setembro, a 15ª Semana de Arte e Cultura, que apresenta uma programação variada em seus campi espalhados em sete cidades paulistas: Bauru, Lorena, Piracicaba, Pirassununga, Ribeirão Preto, São Carlos e São Paulo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Entre as atrações estão a apresentação teatral Qorpo Santo, do grupo Caramujo, às 20h do dia 22, em Bauru; a palestra “O viés trágico de Machado de Assis”, do professor da Faculdade de Educação da USP, Rogério de Almeida, na Cidade Universitária, na capital paulista, às 14h do dia 20; e a Comédia da Vida a Dois, encenada no campus da USP-Leste, em São Paulo, às 18h do dia 22.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na Escola de Engenharia de Lorena (EEL), haverá a “Música na Tenda” uma série de apresentações musicais do dia 20 ao 24. No dia 21, às 20 horas, o campus de Pirassununga promoverá a apresentação teatral Cenas, com alunos do Núcleo de Experimentação e Apreciação Teatral, da Seção de Atividades e Culturais da Coordenadoria do Campus de Pirassununga e do Teatro da USP.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Haverá ainda palestras nos campi de Ribeirão Preto de São Carlos e uma exposição de artes plásticas em Piracicaba, entre várias outras atrações.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além de promover o trabalho artístico da comunidade acadêmica da universidade, o programa também procura revelar novos talentos artísticos de alunos, funcionários e professores da universidade que não trabalham diretamente com arte.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O evento é promovido pela pró-reitoria de Cultura e Extensão Universitária da USP e sua programação é gratuita e aberta ao público em geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Informações: &lt;a href="http://www.usp.br/prc/eventos/semana"&gt;www.usp.br/prc/eventos/semana&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-1570023907461033730?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/1570023907461033730/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=1570023907461033730' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/1570023907461033730'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/1570023907461033730'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2010/09/o-universo-machadiano-no-cinema.html' title='O UNIVERSO MACHADIANO NO CINEMA'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-8444078001193426480</id><published>2010-09-19T00:58:00.000-03:00</published><updated>2010-09-19T00:58:57.072-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Relatos e receitas'/><title type='text'>Em busca do tempo perdido</title><content type='html'>&lt;em&gt;Não é a literatura com a origem das nossas pesquisas, mas com uma sabedoria que enriquece nossas buscas....&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Mas, quando nada subsiste de um passado antigo, depois da morte dos seres, depois da destruição das coisas, sozinhos, mais frágeis, porém mais vivazes, mais imateriais, mais persistentes, mais fiéis, o aroma e o sabor permanecem ainda por muito tempo, como almas, chamando-se, ouvindo, esperando, sobre as ruínas de tudo o mais, levando sem se submeterem, sobre suas gotículas quase impalpáveis, o imenso edifício das recordações”. (PROUST, 1993. p.29)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;PROUST, Marcel. Em busca do tempo perdido. No caminho de Swan. Vol.I. Trad. Fernando Py. Rio de Janeiro: Ediouro, 1993.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-8444078001193426480?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/8444078001193426480/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=8444078001193426480' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/8444078001193426480'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/8444078001193426480'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2010/09/em-busca-do-tempo-perdido.html' title='Em busca do tempo perdido'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-1292762419310443370</id><published>2010-09-17T16:48:00.001-03:00</published><updated>2010-09-17T16:49:29.912-03:00</updated><title type='text'>Como os índios vêem o céu? Conhecendo um Planetário Indígena</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Planetário indígena integra programação especial da Semana de Arte e Cultura &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;na Estação Ciência&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O céu, o universo e seus elementos, como estrelas, constelações, galáxias, planetas, sempre aguçaram a curiosidade do ser humano desde os tempos mais remotos. Homens comuns, filósofos e cientistas de todos os tempos já tentaram desvendar os mistérios dessa imensidão azul e de seus pontinhos brilhantes, mesmo estando eles tão distantes de nós.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De 18 a 26 de setembro os visitantes da Estação Ciência poderão entender melhor como os povos indígenas, nativos de nossa terra, vêem o céu e interpretam seus elementos e como isso interfere na vida desse povo, em sua cultura, religião e atividades rotineiras como caça e agricultura.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O planetário da Estação Ciência, que faz parte de seu acervo permanente e tem apresentação própria, se “transformará” durante esses dias, através de apresentações especiais que mostrarão ao público a visão dos índios acerca dos mistérios do Universo. As sessões do planetário indígena acontecerão durante todo o horário de funcionamento da Estação Ciência.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As apresentações especiais acontecerão por conta da Semana de Arte e Cultura, promovida pela Universidade de São Paulo em diversos órgãos da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária. Outras atividades integram a programação e estão todas disponíveis no site &lt;a href="http://www.eciencia.usp.br/"&gt;http://www.eciencia.usp.br/&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Serviço:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;PLANETÁRIO INDÍGENA - Como os índios vêem as constelações.&lt;br /&gt;Data: 18 a 26/09&lt;br /&gt;Horário: das 8h às 17h (apresentações de hora em hora)&lt;br /&gt;Local: Estação Ciência – USP&lt;br /&gt;(R. Guaicurus, 1394 – Lapa, São Paulo)&lt;br /&gt;Ingressos: R$ 4 – inteira (incluindo todas as exposições da Estação Ciência)&lt;br /&gt;Mais informações: www.eciencia.usp.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-1292762419310443370?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/1292762419310443370/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=1292762419310443370' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/1292762419310443370'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/1292762419310443370'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2010/09/como-os-indios-veem-o-ceu-conhecendo-um.html' title='Como os índios vêem o céu? Conhecendo um Planetário Indígena'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-8760946047752137011</id><published>2010-09-16T22:51:00.003-03:00</published><updated>2010-09-16T22:54:54.932-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura Africana'/><title type='text'>Curso: Como ler Machado de Assis</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TJLJhcypZMI/AAAAAAAAA0I/vnp8AnQCAD0/s1600/topomachadodeassis.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="157" qx="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TJLJhcypZMI/AAAAAAAAA0I/vnp8AnQCAD0/s320/topomachadodeassis.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O curso abordará contos e trechos de romances do escritor e será dividido por temas. A finalidade é fazer com que o aluno encontre diálogo e coerência no modo de pensar do escritor e o localize como grande observador da sociedade, o que o torna extremamente atual. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Aula 1&lt;/strong&gt; - O tema do adultério &lt;br /&gt;Memórias póstumas de Brás Cubas, D. Casmurro e os contos: A cartomante, A senhora do galvão, Noite de almirante , Singular ocorrência...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Aula 2&lt;/strong&gt; – O tema do apadrinhamento e das oportunidades &lt;br /&gt;Memórias póstumas de Brás Cubas, D. Casmurro, Quincas Borba, conto: O caso da vara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Aula 3&lt;/strong&gt; - A maldade humana, a dissimulação, vaidade e a política :&lt;br /&gt;Quincas Borba e Contos: A igreja do Diabo, o Enfermeiro, Uma senhora...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Aula 4&lt;/strong&gt; -O amor e o ciúme&lt;br /&gt;D. Casmurro, Memórias Póstumas de Brás Cubas, Uns braços, Memorial de Aires... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada aula com duração de 2 encontros de 2hs. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Professora: Márcia Lygia Guidin&lt;br /&gt;Duração : 8 encontros &lt;br /&gt;Dias : quartas-feiras , das 18:30 às 20:30 horas&lt;br /&gt;Datas: 22,29 de Setembro 6, 13, 20, 27 de Outubro 3 e 10 de Novembro.&lt;br /&gt;Local : Fundação Ema Klabin - Rua Portugal 43, Jardim Europa&lt;br /&gt;Valor : R$ 280,00 na inscrição + uma parcela de R$ 280,00&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Marcia Ligia Guidin&lt;/strong&gt; - Mestre e Doutora em Letras (Literatura Brasileira) pela FFLCH da USP. Professora de Teoria literária, Literatura brasileira e Edição de texto. Editora externa e packager para Casas Editoriais em São Paulo. Palestrante para as áreas de Letras, Educação e Produção de textos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Observação&lt;/strong&gt;: Toda a obra completa de Machado de Assis está disponível na internet no site www. machado.mec.gov.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6706376707010456922-8760946047752137011?l=contosafricanosearabes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/feeds/8760946047752137011/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6706376707010456922&amp;postID=8760946047752137011' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/8760946047752137011'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6706376707010456922/posts/default/8760946047752137011'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosafricanosearabes.blogspot.com/2010/09/curso-como-ler-machado-de-assis.html' title='Curso: Como ler Machado de Assis'/><author><name>Contos Africanos e Arabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TJLJhcypZMI/AAAAAAAAA0I/vnp8AnQCAD0/s72-c/topomachadodeassis.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6706376707010456922.post-2918685211072865513</id><published>2010-09-15T20:22:00.001-03:00</published><updated>2010-09-15T20:24:08.186-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura Africana'/><title type='text'>Besouro Cordão-de-ouro</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TJFU9iKi3nI/AAAAAAAAA0A/s8L1DO4tlak/s1600/besouro376085_1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="139" qx="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_1Qc-GYPzLjM/TJFU9iKi3nI/AAAAAAAAA0A/s8L1DO4tlak/s200/besouro376085_1.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;O espetáculo tem o cuidado de humanizar a figura de Besouro, sem mitificá-lo; é o reconhecimento da cultura negra e o resgate de todas as etnias brasileiras&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Com entrada gratuita entre os dias 16 e 26 de setembro de 2010, de quinta-feira a sábado, às 19h, e domingo, às 18h, acontece no Grande Salão da Caixa Cultural SP (Sé) o espetáculo musical Besouro Cordão-de-Ouro. A apresentação patrocinada pela Caixa Econômica Federal é em homenagem ao capoeirista e herói popular Besouro, que viveu e construiu sua trajetória em terras baianas no final do século XIX e início do século XX. O evento mostra, de maneira lúdica, a trajetória, filosofia, prática e música do mestre - um personagem brasileiro, tão rico e pouco explorado - e conta um pouco da história do Brasil e da nossa formação, com suas ra
