O gato e o Escuro
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7/26/2009 09:48:00 AM
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Árabes somos nós
Carta do Editor - Nº 46
Luciano Figueiredo
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7/22/2009 09:53:00 AM
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Marcadores: Literatura Árabe
Instituto convida jovens para integrar projeto de música erudita
As inscrições são gratuitas e podem ser encaminhadas para o e-mail instituto@institutocallis.org.br, com as seguintes informações: nome completo; endereço completo; telefone e e-mail de contato; data de nascimento; instrumento que toca; escola de música que estuda; nome do professor de instrumento.
A audição ocorrerá no dia 2/8, a partir das 9 horas, na sede do Instituto Callis. Serão escolhidos 12 músicos, que ao integrar a Camerata Callis, receberão uma bolsa auxílio mensal. Os músicos deverão ter disponibilidade para ensaiar e /ou se apresentar duas vezes por semana, fora do horário escolar.
A Camerata é um dos projetos do Instituto Callis, que tem a missão de informar crianças e adolescentes por meio da cultura para a compreensão do mundo nas suas diversas linguagens. O projeto possui a finalidade de contribuir para o enriquecimento do ensino na escola pública levando a música erudita como forma de aproximação do aluno com a arte, além de apresentar os instrumentos musicais e gerar mais uma possibilidade de diversão e entretenimento.
O Instituto Callis iniciou suas atividades em janeiro de 2004, desenvolvendo projetos voltados à cultura e à educação, promovendo ações que contribuem para a inclusão social e para o desenvolvimento da cidadania. Os projetos do Instituto abrangem oficinas para crianças, jovens e educadores, apresentações de música, contações de história e publicações de livros.
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7/22/2009 09:30:00 AM
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Danças do Oriente
“Danças do Oriente”
com Cláudia Parolin, Cristina Antoniadis, Dúnia La Luna e Yasmin Nammu
Uma Noite Mágica e Surpreendente
Do Tradicional ao Moderno, do Clássico ao Folclore e incluindo as Fusões, o show aborda os diversos estilos existentes na Dança Oriental interpretados por bailarinas com diferentes históricos proporcionando uma apresentação rica e dinâmica. Através da dança, dos sons, dos sabores e do ambiente embarque nessa viagem a terras distantes que inundam nossa imaginação de beleza e magia.
Entrada R$15,00
Av. Miruna, 396 Moema
Reservas: 5041-9428/ 9399-0114
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7/21/2009 09:46:00 AM
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Marcadores: Diário de descobertas
WORKSHOP DE DANÇAS CIRCULARES GREGAS
CRISTINA ANTONIADIS
Direcionado a homens e mulheres visa dar um panorama geral das danças circulares gregas resgatando os folclóres das ilhas e continente da Grécia. Aborda também os principais ritmos e histórico das danças.
Destina-se aos interessados em geral, não é necessário possuir experiência em dança.
Programa:
Balo, Sirtos e variações;
Tsámiko;
Kalamatianos;
Rodidiko;
Hassápiko e Sirtaki.
Sábado, Dia 18/07, das 14h as 18h
Inscrições : Espaço Kirianna
Rua Dom Duarte Leopoldo, 302 Aclimação (trav. da Av. Lins de Vasconcelos)
Investimento: R$80,00 (inclui apostila, CD e certificado)
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7/17/2009 10:56:00 AM
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Espetáculo une história, teatro e dança na Casa da Dona Yayá
Mas não espere ficar sentado na frente de um palco, pois para saber mais sobre a vida de Sebastiana de Mello Freire, também conhecida como Dona Yayá, o público terá de se deslocar por todos os cômodos da casa em que ela viveu, onde os artistas contarão sua história.
O espetáculo teatro-dança acontecerá na Casa da Dona Yayá, um antigo casarão no bairro do Bixiga transformado em espaço cultural e sede do Centro de Preservação Cultural (CPC), órgão ligado à Universidade de São Paulo (USP).
Considerada incapaz de gerir sua fortuna, por sofrer das faculdades mentais, Yayá viveu entre os anos 1920 e 1960 no casarão de sua propriedade, uma espécie de chácara manicômio, sempre vigiada pela família, agregados e médicos.
Segundo estudos realizados pelo CPC-USP, a Casa da Dona Yayá é um dos mais antigos chalés de tijolo construídos no final do século XIX no bairro do Bixiga, e apresenta mais de um século de técnicas de construção aplicadas às residências paulistas.
Olhares sobre a Yayá é um espetáculo que relata não só as práticas sociais de uma época, mas também as transformações arquitetônicas que marcaram a São Paulo do século passado.
Com entrada franca, a peça ficará em cartaz até outubro, sempre no último fim de semana de cada mês. O espaço tem capacidade para apenas 20 pessoas, portanto é necessário chegar mais cedo para garantir um lugar.
Grupo História do Brasil em Cena
Formado em 2007 por pessoas interessadas em promover uma reflexão sobre as histórias do Brasil, a partir de espetáculos de teatro-dança, o grupo é composto por artistas das mais diversas linguagens, como bailarinos, atores, artistas cômicos, cantores e instrumentistas. O ponto em comum entre eles, além do amor pela arte, é a atuação como professores ou educadores.
Todos os trabalhos são realizados em patrimônios históricos tombados e edificados e têm o próprio local como cenário. O primeiro espetáculo do grupo aconteceu em janeiro de 2007, na Aldeia de Carapicuíba, patrimônio histórico que fica nas redondezas de São Paulo. Com o título São Paulo Século XVII, a peça contou a história do lugar, de onde saiam as famosas expedições bandeiristas do Brasil.
Serviço
Casa da Dona Yayá
Rua Major Diogo, 353 - Bela Vista
São Paulo – SP
Fone: 11 3106-3562
Capacidade: 20 pessoas
Datas espetáculo Olhares sobre a Yayá: 25 e 26 de julho (estréia), 29 e 30 de agosto, 26 e 27 de setembro e 24 e 25 de outubro.
Direção: Carlos Freitas
Sábados: 15h
Domingos: 11h
Duração: 90 minutos
Entrada franca
Classificação: Livre
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7/17/2009 09:56:00 AM
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Bate-papo com o escritor francês Michel Ocelot no Sesc Pompeia
Ultrapassando as fronteiras geográficas, o idioma francês misturou-se com outras culturas, ganhou sotaques e novas identidades contemporâneas. Como estamos no Ano da França no Brasil, o Sesc São Paulo promove a Caravana dos Autores e traz ao país renomados escritores franceses, como Michel Ocelot, autor de Azur e Asmar, publicado por Edições SM.O bate-papo com Michel Ocelot acontece no dia 22, quarta-feira, às 20h, na choperia do Sesc Pompeia. O evento é gratuito e livre para todos os públicos.
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7/14/2009 10:22:00 PM
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Marcadores: Literatura Árabe
Pesquisa "Práticas Pedagógicas de Trabalho com Relações Étnicorraciais na Escola na perspectiva da lei 10.639/03"
Fonte: UNESCO
http://www.brasilia.unesco.org/noticias/areas/educacao/areas/educacao/institucional/projetos/EducaInclusiva/pesquisa-relacoes-etnico-raciais-na-escola/
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7/09/2009 06:15:00 PM
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O Canto dos Escravos
Na terra mais conhecida pelas suas belezas naturais e pela exuberância do cerrado, o filólogo e linguista brasileiro reuniu 65 cantos tradicionais que continham diversas expressões em língua africana, guardados na memória viva dos descendentes dos africanos bantos que trabalharam no garimpo da região.
Na África banto (área cultural ao sul do Deserto do Saara, constituída por uma rede de línguas e culturas afins), a música permeia a maioria das atividades do cotidiano. Canta-se para comer, para trabalhar, para celebrar, para alcançar os ancestrais. Sendo assim, os africanos trazidos para o Brasil e aqui escravizados trouxeram consigo uma miríade de costumes que constituem uma das bases da nossa cultura.
Os cantos de trabalho, especificamente, tem especial importância na resistência e na preservação cultural da matriz africana no Brasil: cantando em suas línguas nativas, os bantos no Brasil encontravam um jeito de expressar a sua inalienável identidade com a África-mãe e vivenciar a liberdade da memória de seus costumes. Muitas palavras da atual Língua Portuguesa do Brasil são diretamente derivadas de palavras africanas.
No caso estudado pelo professor Aires Filho, os cantos recolhidos eram vissungos dos negros bengelas (Angola). “Vissungo”, como nos explica o historiador, cantor, e compositor Nei Lopes no “Novo Dicionário Banto do Brasil”, é uma expressão da língua banto umbundo, derivada da palavra ovisungo que significa “cantiga, cântico”.
As letras e partituras dos vissungos coletados foram publicadas por Aires Filho em 1943 no livro O Negro e o Garimpo em Minas Gerais, tendo recebido por este trabalho o Prêmio “João Ribeiro” da Academia Brasileira de Letras.
Eis que, no ano de 1982, catorze vissungos dos 65 estudados por Aires Filho foram gravados no LP O Canto dos Escravos por um notável time de bambas do samba carioca e paulista: Clementina de Jesus, Tia Doca da Velha Guarda da Portela e Geraldo Filme, referência do samba paulistano.
O Canto dos Escravos ecoa as vozes bengelas que durante muito tempo soaram no garimpo mineiro. Possui um interessante arranjo com apenas voz e percussão, que contribui para o clima de proximidade evocado pelo canto potente dos sambistas.
O disco é um importante trabalho de registro de memória oral, mostrando como diversas manifestações culturais de matriz africana constituem a raiz da cultura popular brasileira.
A boa notícia é que o esgotadíssimo LP de 1982 foi recentemente relançado em CD, inclusive com comentários do próprio Aires Filho no encarte.
É dever de todos lutar pela preservação das tradições afro-brasileiras e da cultura popular.
Você já pensou que suas fotografias podem ser um poderoso instrumento neste sentido?
Participe da Campanha Fotográfica África em Nós, envie suas fotos!
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7/06/2009 02:12:00 PM
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Baoba real
Relato de viagem: Entre Zimbabwe e Moçambique
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7/01/2009 11:24:00 PM
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